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Vereadora defende escola ‘Vai Vai’ por críticas a violência policial

Publicado em

19/02/2024
Vereadora defende escola ‘Vai Vai’ por críticas a violência policial
A vereadora Edna Sampaio (PT) comentou, nesta quinta-feira (15), as críticas feitas pelos vereadores e por policiais ao tema do desfile da escola de samba “Vai Vai”, de São Paulo.
A escola desfilou no último sábado (10)&nbsp e trouxe uma ala composta por pessoas fantasiadas de policiais do Batalhão de Choque, que usavam chifres e asas, fazendo alusão a demônios.
O tema foi pauta de debate durante a sessão ordinária da Câmara de Cuiabá desta quinta, onde representantes da Polícia Militar compareceram para apresentar os resultados do policiamento durante a Operação Carnaval.
Parlamentares da Frente Parlamentar de Segurança Pública da Câmara Federal, conhecida como bancada da bala, também criticaram a agremiação.
Edna Sampaio afirmou que reconhece o trabalho da PM,&nbsp mas ponderou que há casos em que a polícia utiliza a instituição e a farda para cometer atos não aprovados pela corporação como um todo.
&nbsp
“Acho que é necessário, sim, fazer a crítica, e o Carnaval é um espaço político. A’ Vai Vai’ apresentou a crítica, que deve ser aceita pela corporação, pela instituição, que se insere no espaço democrático. Nenhum de nós está livre da crítica, ela é necessária se a gente defende o estado democrático de direito”, disse ela.
A parlamentar disse, ainda, que cobrará do executivo atenção especial às escolas de samba cuiabanas e que discutirá as ações voltadas a esse segmento durante a audiência pública&nbsp que será realizada na próxima terça-feira (20) para debater o Plano Municipal de Cultura.&nbsp
Sobre a violência policial, ela salientou que é preciso aceitar críticas e ouvir os que, muitas vezes, não têm seus direitos respeitados.
“No Brasil,&nbsp o direito não é conferido a&nbsp todos e há muitas pessoas vítimas de todo tipo de violência do Estado. Nós, que só estamos aqui graças à democracia que nos elegeu, devemos ser os primeiros a fortalecer as instituições”, disse
Da Assessoria

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Governo se reunirá com empresários para discutir tarifaço de Trump

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O governo federal vai trabalhar para reverter a imposição de tarifas comerciais sobre as exportações do Brasil aos Estados Unidos, anunciada na quarta-feira (9) pelo presidente Donald Trump, afirmou o vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin, em São Paulo, neste domingo (13).

“Nós vamos trabalhar para reverter isso, porque não tem sentido essa tarifa. Ela, inclusive, prejudica também o consumidor norte-americano. Nós entendemos que ela é inadequada, ela não se justifica. Vamos recorrer à Organização Mundial do Comércio (OMC)”, disse Alckmin.

Segundo o vice-presidente, o governo se reunirá nos próximos dias com o setor privado, e também está sendo analisada a aplicação da Lei de Reciprocidade Econômica, sancionada em abril, que estabelece critérios para a suspensão de concessões comerciais, de investimentos e de obrigações relativas a direitos de propriedade intelectual, em resposta a medidas unilaterais adotadas por país ou bloco econômico que impactem negativamente a competitividade internacional brasileira.

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“Os Estados Unidos têm conosco superávit na balança comercial, tanto de serviços quanto de bens. O Brasil não é problema para os Estados Unidos. Os Estados Unidos têm déficit na sua balança. E o Brasil e os Estados Unidos têm uma integração produtiva. Nós temos 200 anos de amizade com os Estados Unidos. Então, não se justifica e o mundo econômico precisa de estabilidade e de previsibilidade”, afirmou.

Comitê Interministerial
Em reunião realizada na noite de domingo (13), em Brasília, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinou a criação de comitê interministerial para conversar com o setores mais afetados pelo tarifação , de acordo com informação da Folha de São Paulo.

Lula avisou aos ministros que se reunirá pessoalmente com empresários para tratar do tema e a partir desses diálogos irá traçar estratégias com setores para atuação e negociação com o governo norte-americano. Ainda de acordo com a Folha, o comitê contará com a participação dos ministérios da Fazenda, Relações Internacionais e Desenvolvimento, Indústria e Comércio.

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