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Foragido de SP apresenta documento falso, mas é identificado e preso em MT

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Uma ação integrada entre as Polícias Civis de três estados levou à prisão um foragido da Justiça de São Paulo, localizado no município de Barra do Garças, no último fim de semana. O suspeito apresentou com uma CNH falsa.

A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Repressão a Entorpecentes, recebeu denúncia sobre situação suspeita envolvendo ocupantes de dois veículos, uma camionete Dodge RAM e uma pickup Fiat Toro. A DRE constatou que um deles tem 45 processos, entre criminais e cíveis, e a maioria do Estado de São Paulo, porém, sem mandado de prisão em aberto.

Contra outro ocupante de um dos veículos, na primeira checagem nada foi encontrado. O suspeito se apresentou com o nome de Matheus Queiroz. Verificações realizadas pela Diretoria de Inteligência da Polícia Civil, apoio das Agências de Inteligência de São Paulo e do Pará, reuniram mais informações sobre os possíveis suspeitos que ocupavam os dois veículos.

A Agência de Inteligência do Pará informou que a CNH apresentada por Matheus era falsa, pois a fotografia contida no documento não conferia com a identificação original. Posteriormente, a DRE apurou que o nome real do suspeito é Milton Gomes e havia contra ele um mandado de prisão em aberto, expedido pela 2ª Vara Criminal de Jales. 

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Com apoio da PRF e PF, o condutor da Fiat Toro foi abordado no domingo (12), em Barra do Garças.

No veículo, nada de ilícito foi encontrado, mas ficou confirmado o uso da CNH falsa e cumprido o mandado de prisão. e encaminhado para Polícia Civil de Barra do Garças para as providências.

Fonte: PJC MT

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Irmã de influencer e empresário também estão entre os alvos de operação Aposta Perdida

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quinta-feira (23), a Operação Aposta Perdida, que tem como alvo integrantes de uma mesma família investigados por envolvimento em um esquema milionário de apostas ilegais e lavagem de dinheiro.

Entre os principais investigados estão Jéssica Orben Vasconcelos Magalhães e Wilton Vagner Vasconcelos Magalhães, além do empresário Erison Coutinho e sua esposa, Lili Vasconcelos. Conforme apurado, Lili é irmã de Jéssica, e ambas teriam papel estratégico na divulgação das plataformas ilegais.

De acordo com as investigações, as duas utilizavam redes sociais para promover o chamado “jogo do tigrinho”, atraindo seguidores com promessas de ganhos rápidos e elevados. A estratégia incluía ostentação de resultados, divulgação de links e, em alguns casos, uso de contas demonstrativas para simular lucros.

A atuação das influenciadoras era considerada fundamental para ampliar o alcance das plataformas e atrair novos usuários, impulsionando a arrecadação do esquema.

Nas redes sociais, Lili afirmou ter sido surpreendida pela operação policial. Em publicação, disse que a divulgação de plataformas de jogos online não era novidade, alegou que paga impostos e negou qualquer envolvimento com crimes. Ela também declarou que o marido não participava das atividades e criticou a repercussão do caso.

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As investigações apontam que o grupo operava de forma estruturada, utilizando empresas, transferências fracionadas e “laranjas” para ocultar a origem dos valores obtidos com as apostas ilegais. O modelo apresentava características de pirâmide financeira, em que os ganhos dependem da entrada de novos participantes.

O alto padrão de vida dos investigados também chamou a atenção das autoridades. Em curto período, o grupo passou a ostentar viagens, imóveis de luxo e veículos importados, como BMW, Land Rover e Porsche, sem compatibilidade com a renda declarada.

Ao todo, a Justiça determinou o cumprimento de sete mandados de busca e apreensão, além de medidas como bloqueio de contas bancárias, sequestro de bens, suspensão de atividades econômicas e apreensão de passaportes. O valor bloqueado pode chegar a R$ 10 milhões.

As ações ocorrem em Cuiabá, Várzea Grande e também em Itapema (SC). Empresas ligadas ao grupo também são investigadas por possível participação no esquema.

A operação tem como objetivo desarticular a organização criminosa, interromper a circulação de dinheiro ilícito e aprofundar as investigações, que seguem em andamento.

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