TENSÃO POLÍTICA

Vereadora denuncia colega por ameaças e acusações graves em Várzea Grande

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O vereador de Várzea Grande, Kleber Feitoza (PSB), foi alvo de denúncia por parte da vereadora Rosy Prado (União), que afirma ter recebido mensagens com conteúdo ofensivo e ameaçador. A parlamentar, que também atua como primeira-secretária da Câmara Municipal, tornou o caso público nesta quinta-feira (23).

De acordo com Rosy, as mensagens começaram a ser enviadas na noite de terça-feira (21), após o colega de Legislativo supostamente se incomodar com a presença de um apoiador dele em seu gabinete. A partir disso, ele teria feito insinuações de que ela estaria tentando atrair eleitores que não pertencem à sua base política.

Ainda segundo a vereadora, após não obter resposta, o parlamentar enviou diversos áudios, configurados para visualização única, contendo acusações consideradas graves. Entre elas, estariam alegações de recebimento de valores irregulares e favorecimento indevido de familiares no sistema público de saúde.

Diante da situação, Rosy afirmou que registrou o conteúdo utilizando outro aparelho, como forma de preservar as provas, e relatou já ter conhecimento de comportamentos agressivos anteriores do vereador.

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Abalada emocionalmente, a parlamentar não compareceu à sessão ordinária desta quinta-feira e disse temer novos episódios. Ela também formalizou a denúncia junto à Mesa Diretora da Câmara.

A equipe jurídica da vereadora informou que prepara medidas legais contra o colega, incluindo representação na Comissão de Ética, denúncia ao partido ao qual ele é filiado e ações na esfera criminal junto ao Ministério Público, além de um possível processo por danos morais.

Rosy Prado nega as acusações feitas nas mensagens e afirma que o objetivo seria prejudicar sua imagem pública e atuação política.

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Jovens são presos após manter família refém sob tortura em Mato Grosso

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Dois jovens, de 18 e 19 anos, foram presos na manhã de quinta-feira (23) após manterem três pessoas reféns durante um roubo em uma propriedade rural no assentamento Banco da Terra, em Pedra Preta, a 238 km de Cuiabá.

Segundo a Polícia Militar, o crime começou ainda na noite anterior, por volta das 22h, quando os suspeitos invadiram a residência e renderam as vítimas, duas mulheres, de 61 e 40 anos, e um homem de 65. O trio foi amarrado e mantido sob ameaça durante toda a madrugada.

Durante o período em que estiveram sob domínio dos criminosos, as vítimas relataram agressões físicas e intimidação constante. Os suspeitos usaram um revólver calibre .38 e uma faca, chegando a encostar a lâmina no pescoço das vítimas e a golpeá-las com a arma.

Os criminosos também mantinham contato telefônico com outros envolvidos, que repassavam orientações em tempo real. Conforme os relatos, o grupo se apresentava como integrante de uma facção criminosa.

Na manhã seguinte, por volta das 6h15, a filha de uma das vítimas chegou ao local e também foi rendida e amarrada. Pouco tempo depois, uma das vítimas conseguiu se soltar e percebeu que os suspeitos haviam fugido, acionando a polícia.

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Durante as buscas, os militares localizaram dois dos envolvidos a cerca de dois quilômetros da propriedade, em uma estrada rural. Com eles, foram apreendidos um revólver calibre .38 com duas munições, mais de R$ 4 mil em dinheiro, celulares das vítimas, uma motocicleta e outros objetos roubados.

As vítimas informaram ainda que outros suspeitos conseguiram fugir levando uma caminhonete Fiat Strada, equipamentos agrícolas, documentos pessoais, dinheiro e uma espingarda de pressão.

Com apoio de equipes do Gefron, a caminhonete roubada foi localizada posteriormente no município de Porto Esperidião.

Os dois detidos foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil de Pedra Preta. O caso segue em investigação para identificar e prender os demais envolvidos.

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