TRAGÉDIA

Secretário mata os próprio filhos e tira a própria vida após descobrir traição da esposa

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O secretário de governo de Itumbiara, no sul de Goiás, Thales Machado, de 40 anos, morreu na madrugada desta quinta-feira (12) após atirar contra os dois filhos e, em seguida, tirar a própria vida. O filho mais velho, de 12 anos, não resistiu aos ferimentos e morreu no Hospital Municipal Modesto de Carvalho. O caçula chegou a ser internado em estado grave no Hospital Estadual do município, mas não resistiu aos ferimentos e morreu nesta manhã.

A Polícia Civil de Goiás instaurou inquérito para apurar os fatos. O caso é investigado pelo Grupo de Investigação de Homicídios (GIH) e, até o momento, não há indícios de participação de terceiros. A corporação trata o episódio como homicídio consumado, homicídio tentado e suicídio. A perícia técnico-científica esteve no local e as investigações seguem sob sigilo.

Horas antes do crime, Thales Machado publicou uma carta em suas redes sociais, posteriormente removida, na qual relatava sofrimento emocional e crise conjugal. No texto, ele mencionou dificuldades no casamento, afirmou que a esposa havia deixado a cidade e disse ter chegado ao que chamou de “limite”. Também escreveu que não conseguiria conviver com as lembranças do que havia ocorrido e pediu perdão a familiares e amigos.

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A publicação continha ainda referências religiosas e menções diretas a pessoas próximas. O conteúdo foi apagado após a repercussão do caso. A Polícia Civil investiga o episódio e analisa o material como parte do contexto dos fatos.

Leia a carta na íntegra:

Reprodução

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CPMI do INSS: Viana pede a Mendonça quebra de sigilos de Vorcaro

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O presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) disse, nesta sexta-feira (13/2), que pediu ao relator do caso Master, ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), a devolução ao colegiado de todos os documentos referentes às quebras de sigilo bancário, fiscal e telefônico do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.

“Esses elementos são fundamentais para a continuidade dos trabalhos da CPMI, para a consolidação das provas já colhidas e para o avanço responsável do relatório final. A Comissão tem o dever constitucional de apurar os fatos com profundidade, respeito ao devido processo legal e total transparência”, destacou o senador no pedido.

Viana havia encaminhado um pedido para Toffoli, ex-relator do caso, pedindo acesso aos sigilos do Master quebrados pela Justiça. Entretanto, o ministro afirmou que só poderia disponibilizar os documentos quando a Polícia Federal (PF) finalizasse o processo.

Ele também informou que há uma audiência com Mendonça para a primeira semana após o Carnaval. “Na ocasião, trataremos pessoalmente da importância da cooperação entre os Poderes para que a CPMI possa cumprir integralmente sua missão”, ressaltou.

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Vorcaro foi convocado a comparecer à CPMI do INSS em 26 de fevereiro e confirmou a presença após um acordo da defesa com o colegiado. Ele deve prestar esclarecimentos sobre fraudes envolvendo o Master.

Fraudes no INSS
O escândalo do INSS foi revelado pelo Metrópoles em uma série de reportagens publicadas a partir de dezembro de 2023. Três meses depois, o portal mostrou que a arrecadação das entidades com descontos de mensalidade de aposentados havia disparado, chegando a R$ 2 bilhões em um ano, enquanto as associações respondiam a milhares de processos por fraude nas filiações de segurados.

As reportagens do Metrópoles levaram à abertura de inquérito pela Polícia Federal (PF) e abasteceram as apurações da Controladoria-Geral da União (CGU). Ao todo, 38 matérias do portal foram listadas pela PF na representação que deu origem à Operação Sem Desconto, deflagrada no dia 23/4 e que culminou nas demissões do presidente do INSS e do então ministro da Previdência, Carlos Lupi.

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