EM CAMPO GRANDE

Homem perde R$ 146 mil em golpe do FGTS após ter dados fraudados em MS

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Um homem de 46 anos perdeu R$ 146 mil em um golpe envolvendo contas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), após criminosos acessarem seus dados e tentarem movimentar valores sem autorização, em Campo Grande. O caso foi denunciado à polícia neste sábado (31).

Segundo o boletim de ocorrência, a vítima possui duas contas do FGTS na Caixa Econômica Federal e percebeu que o aplicativo estava bloqueado.

Ao procurar uma agência do banco, foi informado de que o cadastro estava desatualizado e vinculado a um número de telefone com DDD 11, de São Paulo, que não pertence a ele.

Ainda conforme o registro, os dados teriam sido alterados para viabilizar a fraude, inclusive com uso de uma fotografia retirada das redes sociais da vítima.

Em uma das contas, o saldo era de R$ 159.234,09. Desse total, R$ 87.890,49 ficaram bloqueados. Na outra conta, havia R$ 34.298,84, com R$ 34.154,98 também indisponíveis.

O homem informou à polícia que não realizou saques nem autorizou qualquer movimentação financeira. No momento do registro, ele não apresentou os extratos bancários porque estava sem acesso ao aplicativo do FGTS, mas afirmou que pode entregá-los posteriormente, se necessário.

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O caso foi registrado na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) Centro.

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BRASIL

PEC que acaba com escala 6×1 retoma análise na CCJ da Câmara nesta quarta

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A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019, que propõe o fim da escala de seis dias de trabalho para um de descanso (6×1), será novamente analisada nesta quarta-feira (22) pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados. A sessão está marcada para começar às 14h30.

Além de extinguir o modelo atual, o texto prevê a redução da jornada semanal de trabalho, que hoje é de 44 horas, para 36 horas ao longo de um período de dez anos.

A proposta retorna à pauta após pedido de vista apresentado pela oposição na semana passada. O relator, deputado Paulo Azi (União-BA), já votou pela admissibilidade da PEC, entendendo que a medida é constitucional.

Caso seja aprovada na CCJ, a proposta seguirá para uma comissão especial que analisará o mérito do texto. Esse colegiado terá entre 10 e 40 sessões do plenário para emitir parecer antes que a matéria seja levada à votação final.

Paralelamente, o governo federal apresentou um projeto de lei com urgência constitucional que também trata do tema. A proposta do Executivo prevê o fim da escala 6×1 e a redução da jornada para 40 horas semanais.

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Projetos com urgência precisam ser votados em até 45 dias ou passam a trancar a pauta do plenário.

Apesar disso, a Câmara deve manter o andamento da PEC. Segundo o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), as duas propostas podem avançar de forma simultânea.

O governo defende que o projeto de lei pode gerar efeitos mais rápidos, enquanto a PEC garantiria a consolidação definitiva das mudanças na Constituição.

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