Operação Narcofluxo

MC Poze e MC Ryan são presos em operação que apura lavagem bilionária para o tráfico

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Os funkeiros MC Ryan e MC Poze do Rodo foram presos na manhã desta quarta-feira (15) durante a Operação Narcofluxo, deflagrada pela Polícia Federal para desarticular um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao tráfico internacional.

MC Poze foi detido em sua mansão, na zona oeste do Rio de Janeiro, enquanto MC Ryan foi preso durante uma festa em Bertioga, no litoral de São Paulo. O influenciador Chrys Dias também é alvo da operação.

Segundo a Polícia Federal, o grupo investigado atuava na movimentação ilícita de grandes quantias de dinheiro, incluindo operações com criptomoedas, transporte de valores em espécie e transações financeiras de alto valor para ocultar a origem dos recursos.

As investigações apontam que o esquema movimentou mais de R$ 1,6 bilhão, com ramificações no Brasil e no exterior.

A ação mobilizou cerca de 200 policiais federais, que cumpriram 90 mandados judiciais, entre prisões temporárias e buscas e apreensões, em diversos estados, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná, Goiás e o Distrito Federal.

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Durante a operação, foram apreendidos dinheiro em espécie e itens de luxo, como relógios, bolsas de grife e veículos importados, que seriam utilizados para ocultar o patrimônio obtido de forma ilícita.

A Operação Narcofluxo é um desdobramento de investigações anteriores e busca desmontar toda a estrutura financeira da organização criminosa.

Os envolvidos poderão responder por crimes como lavagem de dinheiro e associação criminosa.

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Moraes manda investigar Flávio Bolsonaro por suposta calúnia contra Lula

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GUSTAVO MORENO - STF

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, determinou a abertura de inquérito para investigar o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) por suposta prática de calúnia contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A decisão atende a um pedido da Polícia Federal, com manifestação favorável da Procuradoria-Geral da República (PGR), e tem como base uma publicação feita pelo parlamentar na rede social X, no início de janeiro.

Na postagem, Flávio atribuiu ao presidente a prática de diversos crimes, incluindo acusações relacionadas a tráfico internacional, lavagem de dinheiro e apoio a organizações criminosas. Segundo a PGR, a mensagem foi divulgada em ambiente público e teve grande alcance, o que pode caracterizar a prática de crime contra a honra.

Com a abertura do inquérito, a Polícia Federal terá prazo inicial de 60 dias para conduzir as investigações e apurar se houve irregularidade na conduta do senador.

Na decisão, Moraes também determinou o levantamento do sigilo do processo, sob o entendimento de que não há elementos que justifiquem a tramitação restrita do caso.

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A apuração ocorre em um momento de forte movimentação política no país, em meio às articulações para as eleições presidenciais. Flávio Bolsonaro foi escolhido como pré-candidato do grupo político ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

O senador já se manifestou sobre o caso e afirmou que a abertura do inquérito causa “estranheza”, classificando a medida como uma possível tentativa de limitar a liberdade de expressão.

O andamento da investigação deve definir os próximos passos e eventuais desdobramentos jurídicos do caso.

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