EX-PRIMEIRA-DAMA

Michelle procura Gilmar Mendes para pedir prisão domiciliar a Bolsonaro

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A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro pediu nesta semana uma audiência com o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para apelar pela saúde do marido, o ex-presidente Jair Bolsonaro, e defender que ele vá para a prisão domiciliar.

O blog obteve relatos de bolsonaristas e aliados do ex presidente, que defendem que Bolsonaro não tem condições de permanecer na cadeia devido a problemas de saúde.

Bolsonaro está preso a superintendência da Polícia Federal, em Brasília, onde cumpre a pena de 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe e outros quatro crimes.

A ex-primeira-dama relatou estar vivendo um drama particular e pediu pelo marido.

Nos bastidores, bolsonaristas relatam ao blog que ministros do STF demonstram discordar da posição de Alexandre de Moraes e que, por isso, Michelle tenta sensibilizar outros integrantes da corte para que falem com o relator.

Procurado, Gilmar Mendes apenas confirmou o encontro, mas não quis comentar os detalhes obtidos pelo blog.

No fim de dezembro, deixou o prédio e foi levado ao hospital para uma cirurgia de tratamento de uma hérnia inguinal bilateral.

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Ele também foi submetido a procedimentos para tentar conter as crises de soluço com as quais sofre constantemente.

Na semana passada, Bolsonaro passou mal e caiu na sala onde cumpre pena. A pedido de sua defesa, foi levado a um hospital para fazer exames e depois voltou para a sede da PF.

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Homem perde R$ 146 mil em golpe do FGTS após ter dados fraudados em MS

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Um homem de 46 anos perdeu R$ 146 mil em um golpe envolvendo contas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), após criminosos acessarem seus dados e tentarem movimentar valores sem autorização, em Campo Grande. O caso foi denunciado à polícia neste sábado (31).

Segundo o boletim de ocorrência, a vítima possui duas contas do FGTS na Caixa Econômica Federal e percebeu que o aplicativo estava bloqueado.

Ao procurar uma agência do banco, foi informado de que o cadastro estava desatualizado e vinculado a um número de telefone com DDD 11, de São Paulo, que não pertence a ele.

Ainda conforme o registro, os dados teriam sido alterados para viabilizar a fraude, inclusive com uso de uma fotografia retirada das redes sociais da vítima.

Em uma das contas, o saldo era de R$ 159.234,09. Desse total, R$ 87.890,49 ficaram bloqueados. Na outra conta, havia R$ 34.298,84, com R$ 34.154,98 também indisponíveis.

O homem informou à polícia que não realizou saques nem autorizou qualquer movimentação financeira. No momento do registro, ele não apresentou os extratos bancários porque estava sem acesso ao aplicativo do FGTS, mas afirmou que pode entregá-los posteriormente, se necessário.

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O caso foi registrado na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) Centro.

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