EXPLOSÕES EM VÁRIOS PONTOS

Trump confirma ataque dos EUA à Venezuela e anuncia captura de Nicolás Maduro

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou, neste sábado (3), que o país realizou um “ataque em larga escala” contra a Venezuela e que o ditador Nicolás Maduro foi capturado.

“Os Estados Unidos da América realizaram com sucesso um ataque em larga escala contra a Venezuela e seu líder, o presidente Nicolás Maduro, foi capturado e levado para fora do país juntamente com sua mulher. Esta operação foi realizada em conjunto com as forças de segurança dos EUA. Mais detalhes em breve. Haverá uma coletiva de imprensa hoje, às 11h, em Mar-a-Lago. Agradeço a sua atenção! Presidente Donald J. Trump”.

Explosões em Caracas

Explosões, ruídos altos e colunas de fumaça foram ouvidos e vistos na capital venezuelana, Caracas, nas primeiras horas da manhã deste sábado (3), segundo testemunhas da Reuters. A área sul da cidade, próxima a uma importante base militar, estava sem eletricidade.

Em nota, o governo da Venezuela disse que o país foi alvo de uma “agressão militar” dos Estados Unidos em Caracas e nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira.

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Ainda segundo o comunicado, o objetivo da ação americana seria assumir o controle das reservas de petróleo e minerais do país.

Após as explosões, o presidente Nicolás Maduro teria declarado estado de emergência nacional e mobilizou as forças armadas para uma possível “luta armada”.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prometeu repetidamente operações terrestres na Venezuela, em meio a esforços para pressionar o presidente venezuelano Nicolás Maduro a deixar o cargo, incluindo sanções ampliadas, aumento da presença militar norte-americana na região e mais de duas dezenas de ataques a embarcações supostamente envolvidas no tráfico de drogas no Oceano Pacífico e no mar do Caribe.

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PEC que acaba com escala 6×1 retoma análise na CCJ da Câmara nesta quarta

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A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019, que propõe o fim da escala de seis dias de trabalho para um de descanso (6×1), será novamente analisada nesta quarta-feira (22) pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados. A sessão está marcada para começar às 14h30.

Além de extinguir o modelo atual, o texto prevê a redução da jornada semanal de trabalho, que hoje é de 44 horas, para 36 horas ao longo de um período de dez anos.

A proposta retorna à pauta após pedido de vista apresentado pela oposição na semana passada. O relator, deputado Paulo Azi (União-BA), já votou pela admissibilidade da PEC, entendendo que a medida é constitucional.

Caso seja aprovada na CCJ, a proposta seguirá para uma comissão especial que analisará o mérito do texto. Esse colegiado terá entre 10 e 40 sessões do plenário para emitir parecer antes que a matéria seja levada à votação final.

Paralelamente, o governo federal apresentou um projeto de lei com urgência constitucional que também trata do tema. A proposta do Executivo prevê o fim da escala 6×1 e a redução da jornada para 40 horas semanais.

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Projetos com urgência precisam ser votados em até 45 dias ou passam a trancar a pauta do plenário.

Apesar disso, a Câmara deve manter o andamento da PEC. Segundo o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), as duas propostas podem avançar de forma simultânea.

O governo defende que o projeto de lei pode gerar efeitos mais rápidos, enquanto a PEC garantiria a consolidação definitiva das mudanças na Constituição.

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