CUIABÁ

Secretaria de Assistência Social Direitos Humanos e Pessoa com Deficiência informa sobre como solicitar o “ID Jovem”

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Identidade Jovem popularmente conhecida como “ID Jovem” é um documento digital que possibilita aos brasileiros com menos de 30 anos acesso a benefícios nas áreas de lazer, cultura e transporte interestadual. Em Cuiabá o programa é disponibilizado pela Secretaria Municipal de Assistência Social por meio do Cadastro Único.

De acordo com a responsável técnica da coordenação do cadastro único, Jéssica Maria de Amorim Santos,  para ter acesso a essas vantagens é necessário que o jovem esteja inscrito no Cadastro para Programas Sociais do Governo Federal (Cadastro Único) e ter entre 15 e 29 anos. Ela ainda reforça que além dos requisitos já apresentados é necessário que o CadÚnico com o Número de Identificação Social (NIS) ativo tenha informações atualizadas há pelo menos 2 anos e possuir renda familiar de até dois salários mínimos.

“ID Jovem é a abreviação para Identidade Jovem que é um documento que possibilita acesso aos benefícios de meia-entrada em eventos artístico-culturais, esportivos e a vagas gratuitas ou com desconto no sistema de transporte coletivo interestadual”, explica.

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Benefícios

Eventos

A carteira ID Jovem poderá ser utilizada em exibições em cinemas, cineclubes, teatros, espetáculos musicais, de artes cênicas e circenses, eventos educativos, esportivos, de lazer e de entretenimento, promovidos por quaisquer entidades e feitos em estabelecimentos públicos ou particulares mediante cobrança de ingresso.

Para adquirir os ingressos com gratuidade ou desconto, você deve se dirigir à bilheteria desses locais, apresentar o ID Jovem e um documento de identificação com foto e solicitar o ingresso.

O benefício é pessoal e intransferível. Ou seja, o uso do benefício vale apenas para você, ele não pode ser utilizado para compra de mais ingressos para beneficiar outras pessoas.

Transporte

Para fazer uso das vagas gratuitas ou com desconto de 50%, você deverá solicitar um único bilhete de viagem, nos pontos de venda da transportadora, com antecedência mínima de três horas em relação ao horário de partida do ponto inicial da linha do serviço de transporte, podendo solicitar a emissão do bilhete de viagem de retorno, observados os procedimentos da venda de bilhete de passagem.

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Ao utilizar o ID Jovem você não pode fazer reserva em mais de um horário para o mesmo dia e mesmo destino ou para horários e dias em que a viagem seja impraticável e caracterize domínio de reserva de lugares em detrimento de outros beneficiários.

O ID Jovem pode ser utilizado para serviços de transporte convencional nas modalidades rodoviário, ferroviário e aquaviário interestadual em linhas regulares.

Aplicativo

O aplicativo é disponível para sistema Android, Windows Phone e IOS. Basta buscar por “ID Jovem 2.0” e apresentar no momento da compra das passagens ou ingressos.

Para conseguir o documento, acesse a página oficial do sistema ou o aplicativo e preencha os dados como nome completo, e-mail, telefone, NIS e nome da mãe. Feito isso, anexe uma foto e está pronto para utilizar.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá MT

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CIDADES

Após pressão de alunos e professores, PPC de Jornalismo é aprovado no Consepe

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Discussão sobre a obrigatoriedade das disciplinas de inglês e espanhol voltou ao Conselho nesta segunda-feira (28), após mobilização de estudantes e professores.

O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Consepe) da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) aprovou, na manhã desta segunda-feira (28), o Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Jornalismo. A proposta recebeu 41 votos favoráveis, 3 contrários e 1 abstenção, após um debate que se estendeu por duas horas.

O PPC não estava inicialmente entre os pontos que seriam apreciados nesta segunda-feira. Um pedido para inclusão do processo na pauta foi apresentado ao Conselho e aceito, permitindo que a proposta fosse deliberada ainda durante a reunião.

A discussão ocorre após a mobilização realizada por estudantes e professores do curso na semana passada. Nos dias 23 e 24 de setembro, a comunidade acadêmica paralisou as atividades e realizou um ato em frente à Reitoria para cobrar avanços na tramitação do projeto, que está em discussão na Universidade desde 2023.

Com a inclusão do tema na reunião desta segunda-feira, o professor Bruno Araújo, do curso de Jornalismo da Faculdade de Comunicação e Artes (FCA) e relator do processo, iniciou a apresentação do caso aos membros do Conselho.

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Durante a exposição, o professor retomou o histórico de tramitação do PPC e explicou os diferentes encaminhamentos dados ao processo ao longo dos últimos anos. A contextualização também teve como objetivo apresentar o caso aos novos integrantes do Consepe, que passaram a fazer parte do Conselho.

Depois da apresentação do relatório, a palavra foi aberta aos conselheiros. O principal ponto do debate voltou a ser a oferta das disciplinas de inglês e espanhol no novo currículo do curso.

Durante as manifestações, conselheiros defenderam a importância do ensino de línguas estrangeiras para a formação dos estudantes e levantaram a possibilidade de que inglês e espanhol fossem mantidos no currículo como disciplinas obrigatórias, em vez de componentes optativas.

A discussão também passou pela dúvida sobre se apenas disponibilizar as disciplinas como optativas seria suficiente para garantir que os estudantes de Jornalismo efetivamente cursassem os componentes.

Estudantes acompanham discussão

Estudantes de Jornalismo acompanharam presencialmente a reunião e comemoraram no momento em que o resultado da votação foi anunciado. Para os alunos, a aprovação representa mais um avanço na atualização do curso e na busca por uma formação que acompanhe melhor as necessidades acadêmicas e profissionais dos futuros jornalistas.

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Durante o debate, o estudante Sávio Santos também se manifestou sobre a exigência das disciplinas de inglês e espanhol. Sávio afirmou que, em um cenário ideal, os estudantes deveriam ter acesso aos dois componentes durante a graduação. Segundo ele, porém, a discussão não acontece porque os alunos sejam contrários a estudar outros idiomas, mas pelas atuais condições para que essas disciplinas sejam oferecidas.

O estudante argumentou que tornar os componentes obrigatórios sem a disponibilidade de professores para ofertá-los pode criar um obstáculo para que os alunos concluam a graduação. Para ele, a reivindicação dos estudantes não representa uma tentativa de reduzir a formação oferecida pelo curso.

Em sua manifestação, Sávio ressaltou que, em condições adequadas, o movimento deveria ser justamente pela garantia das aulas de inglês e espanhol. O problema, segundo ele, é exigir o cumprimento dos componentes em um cenário no qual o próprio curso, a FCA e a Universidade enfrentam dificuldades para assegurar a oferta das disciplinas.

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