causa é investigada

Mulher é encontrada morta dentro de casa no Pedra 90

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Uma mulher de 59 anos, que não teve o nome divulgado, foi encontrada morta dentro de casa, no bairro Pedra 90, em Cuiabá. A causa é investigada, mas tudo indica que se trata de uma morte natural.

De acordo com informações, a polícia foi acionada por volta das 19h desta quarta-feira (2) para atender uma ocorrência de encontro de cadáver. Familiares da mulher estavam no local e contaram que foram até a casa dela fazer uma visita, mas quando chegaram, encontraram a janela aberta e a porta encostada.

Lá dentro, a vítima foi encontrada sem sinais vitais. Uma equipe da Politec e Delegacia de Homicídios (DHPP) foram acionadas. Ao que tudo indica, trata-se de uma morte natural.

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POLÍCIA

Dono de fazenda usada como base para aviões com cocaína da Bolívia é preso em MT

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O proprietário de uma fazenda apontada pela Polícia Federal como ponto de apoio para o transporte aéreo de cocaína entre a Bolívia e o Brasil foi preso nesta terça-feira (6), em Sinop, a 500 km de Cuiabá. A prisão ocorreu durante a segunda fase da Operação Mállku.

Segundo a Polícia Federal, a propriedade rural era utilizada para pousos de uma aeronave que faria parte da estrutura logística do grupo investigado pelo transporte da droga. Contra o dono do imóvel havia um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça.

A investigação teve início após a apreensão de aproximadamente 511 quilos de cocaína, em fevereiro deste ano, no município de Marcelândia. Conforme a PF, o avião responsável pelo transporte da carga havia decolado de uma área rural localizada no leste da Bolívia.

A partir dos elementos obtidos durante a apreensão e das diligências realizadas posteriormente, os investigadores avançaram na identificação de pessoas que teriam desempenhado diferentes funções no esquema de entrada e distribuição da droga em território brasileiro.

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As apurações buscam reconstruir toda a logística utilizada pelo grupo, desde a saída da cocaína da Bolívia até o transporte e a distribuição no Brasil.

A Polícia Federal informou que as investigações continuam para identificar outros possíveis envolvidos, entre eles financiadores, pilotos, operadores responsáveis pela logística e pessoas que teriam disponibilizado propriedades rurais e pistas para pousos e decolagens das aeronaves utilizadas pelo grupo.

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