OPERAÇÃO CONTRA ATAQUE

Polícia divulga nomes de dois procurados em operação contra facção em MT

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Willians Rogério Versalli dos Santos e Matheus Henrique de Lima Santos são procurados pela Polícia Civil após não serem localizados durante a segunda fase da Operação Contra Ataque, deflagrada nesta quarta-feira (7), em Diamantino, a 183 km de Cuiabá. A investigação apura homicídios e a possível atuação de integrantes de uma facção criminosa no município.

Nesta etapa, a Justiça expediu quatro mandados de prisão preventiva e três de busca e apreensão. Dois dos alvos das ordens de prisão já estavam detidos, um em Diamantino e outro em Cuiabá, e foram notificados dos novos mandados nas próprias unidades prisionais.

Willians e Matheus, por outro lado, não foram encontrados nos endereços onde foram realizadas as diligências e permanecem foragidos. As buscas para localizá-los continuam.

Durante a operação, outro homem acabou preso em flagrante no bairro Jardim Alvorada. Conforme a Polícia Civil, com ele foram encontrados 24 pinos contendo cocaína, que estariam preparados para comercialização, além de dinheiro e aparelhos celulares.

A Operação Contra Ataque 2 dá continuidade às investigações iniciadas em maio deste ano. Na primeira fase, a Polícia Civil apurava uma tentativa de homicídio contra um homem de 29 anos, ocorrida em Diamantino, e a possível participação de integrantes de uma facção criminosa no ataque.

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Com o aprofundamento das investigações, os policiais passaram a apurar também outros homicídios registrados nos últimos meses na cidade. A investigação busca esclarecer ainda possíveis conexões entre os crimes violentos, o tráfico de drogas e a atuação de organizações criminosas na região.

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POLÍCIA

Dono de fazenda usada como base para aviões com cocaína da Bolívia é preso em MT

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O proprietário de uma fazenda apontada pela Polícia Federal como ponto de apoio para o transporte aéreo de cocaína entre a Bolívia e o Brasil foi preso nesta terça-feira (6), em Sinop, a 500 km de Cuiabá. A prisão ocorreu durante a segunda fase da Operação Mállku.

Segundo a Polícia Federal, a propriedade rural era utilizada para pousos de uma aeronave que faria parte da estrutura logística do grupo investigado pelo transporte da droga. Contra o dono do imóvel havia um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça.

A investigação teve início após a apreensão de aproximadamente 511 quilos de cocaína, em fevereiro deste ano, no município de Marcelândia. Conforme a PF, o avião responsável pelo transporte da carga havia decolado de uma área rural localizada no leste da Bolívia.

A partir dos elementos obtidos durante a apreensão e das diligências realizadas posteriormente, os investigadores avançaram na identificação de pessoas que teriam desempenhado diferentes funções no esquema de entrada e distribuição da droga em território brasileiro.

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As apurações buscam reconstruir toda a logística utilizada pelo grupo, desde a saída da cocaína da Bolívia até o transporte e a distribuição no Brasil.

A Polícia Federal informou que as investigações continuam para identificar outros possíveis envolvidos, entre eles financiadores, pilotos, operadores responsáveis pela logística e pessoas que teriam disponibilizado propriedades rurais e pistas para pousos e decolagens das aeronaves utilizadas pelo grupo.

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