CASO SOB INVESTIGAÇÃO

Suspeito de importunação contra menina guardava imagens de outras crianças no celular

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Ramiro Manriquez Llompart, de 35 anos, preso na última sexta-feira (2) suspeito de importunação sexual contra uma menina de 12 anos dentro de uma loja Havan, em Cuiabá, tinha no celular fotos e vídeos de outras crianças e adolescentes. Segundo informações da ocorrência, as imagens teriam sido registradas em estabelecimentos comerciais de Cuiabá e Várzea Grande.

O material foi localizado após a apreensão e análise do aparelho do suspeito. O conteúdo agora integra as apurações conduzidas pelas autoridades.

De acordo com o boletim de ocorrência, a Polícia Militar foi acionada por volta das 17h para atender à denúncia. A menina estava acompanhada de outras pessoas e caminhava pelos corredores da loja quando teria começado a ser seguida pelo homem.

Em determinado momento, conforme o relato registrado pela polícia, o suspeito teria tocado a região das nádegas da criança.

Os militares conversaram com a vítima e testemunhas e também verificaram as imagens das câmeras de segurança do estabelecimento. Segundo o registro policial, o sistema de monitoramento mostrou o homem acompanhando algumas crianças pelos corredores da loja.

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O suspeito foi detido no local e encaminhado ao plantão da Delegacia da Mulher para os procedimentos cabíveis.

Durante a apuração, foram encontradas no celular dele fotos e vídeos de outras crianças e adolescentes feitos, conforme as informações disponíveis, em lojas e shoppings de Cuiabá e Várzea Grande.

Ramiro passou por audiência de custódia no sábado (3) e teve a prisão mantida.

O caso continua sendo investigado para esclarecer as circunstâncias da ocorrência e a origem e finalidade do material encontrado no aparelho.

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POLÍCIA

Dono de fazenda usada como base para aviões com cocaína da Bolívia é preso em MT

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O proprietário de uma fazenda apontada pela Polícia Federal como ponto de apoio para o transporte aéreo de cocaína entre a Bolívia e o Brasil foi preso nesta terça-feira (6), em Sinop, a 500 km de Cuiabá. A prisão ocorreu durante a segunda fase da Operação Mállku.

Segundo a Polícia Federal, a propriedade rural era utilizada para pousos de uma aeronave que faria parte da estrutura logística do grupo investigado pelo transporte da droga. Contra o dono do imóvel havia um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça.

A investigação teve início após a apreensão de aproximadamente 511 quilos de cocaína, em fevereiro deste ano, no município de Marcelândia. Conforme a PF, o avião responsável pelo transporte da carga havia decolado de uma área rural localizada no leste da Bolívia.

A partir dos elementos obtidos durante a apreensão e das diligências realizadas posteriormente, os investigadores avançaram na identificação de pessoas que teriam desempenhado diferentes funções no esquema de entrada e distribuição da droga em território brasileiro.

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As apurações buscam reconstruir toda a logística utilizada pelo grupo, desde a saída da cocaína da Bolívia até o transporte e a distribuição no Brasil.

A Polícia Federal informou que as investigações continuam para identificar outros possíveis envolvidos, entre eles financiadores, pilotos, operadores responsáveis pela logística e pessoas que teriam disponibilizado propriedades rurais e pistas para pousos e decolagens das aeronaves utilizadas pelo grupo.

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