TORNOZELEIRA IGNORADA

TJ mantém prisão da ‘dama do crime’ após 680 violações de monitoramento em MT

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso negou pedido de prisão domiciliar à conhecida “dama do crime”, Thalyta Adassa Alt Fernandes. A decisão foi proferida pelo desembargador Orlando Perri e acompanhada, por unanimidade, pelos demais membros da Corte.

No voto, Perri destacou que, em ocasião anterior, quando a ré obteve prisão domiciliar em razão dos filhos menores, ela descumpriu reiteradamente as regras impostas, acumulando mais de 680 violações no monitoramento eletrônico.

Segundo o magistrado, durante o período em que estava no regime domiciliar, Thalyta também foi condenada por novos crimes, o que elevou sua pena unificada para mais de 44 anos de reclusão.

A defesa ingressou com agravo contra a decisão que determinou o retorno ao regime fechado. A prisão domiciliar havia sido concedida em fevereiro de 2023, condicionada ao uso de tornozeleira eletrônica e ao recolhimento integral em casa.

No entanto, foram registradas diversas interrupções no funcionamento do equipamento. Mesmo após a reinstalação do dispositivo, houve novas falhas, sendo a última por ausência de comunicação, com inoperância registrada desde 6 de fevereiro de 2024.

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Thalyta foi recapturada em fevereiro do ano passado. À época, estava com cinco mandados de prisão em aberto e era considerada foragida da Justiça.

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Casal é torturado e mantido em cárcere por grupo criminoso em casa noturna de MT

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Um casal foi torturado e mantido em cárcere privado na madrugada deste domingo (19), dentro de um estabelecimento noturno no distrito de Conselvan, em Aripuanã, a mais de mil quilômetros de Cuiabá.

A Polícia Militar foi acionada após denúncia de que uma mulher estaria sendo mantida sob ameaças por integrantes de uma organização criminosa. Ao chegar ao local, conhecido como “Dolce Vita”, os policiais flagraram um homem fugindo pelos fundos, que não foi localizado.

Durante buscas no interior do estabelecimento, a equipe encontrou uma das vítimas, de 24 anos, com sinais evidentes de violência. Ela estava sentada em uma cama, com marcas de amarração nos punhos e ferimentos pelo corpo, incluindo lesão em uma unha.

Segundo relato, a situação teve início após um desentendimento envolvendo pessoas que estavam no local. Durante a confusão, uma funcionária teria acionado um homem conhecido como “disciplina”, supostamente ligado a uma facção criminosa, que passou a agredir as vítimas.

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Ainda conforme a vítima, ela e o companheiro, de 28 anos, foram levados para um quarto, onde ficaram amarrados e sob constantes ameaças de morte. O grupo, formado por cerca de cinco a sete pessoas, também teria levado o celular da mulher antes de fugir ao perceber a aproximação da polícia.

Equipes realizaram buscas na região, mas até o momento nenhum suspeito foi localizado.

O caso será investigado pela Polícia Civil.

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