Alan Porto

O poder transformador do educador

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Nos últimos anos, o papel do professor tornou-se ainda mais visível e, ao mesmo tempo, mais exigente. As mudanças tecnológicas, as novas linguagens e o ritmo da vida contemporânea da sociedade desafiam diariamente o modelo tradicional de ensinar.

No entanto, em meio a tantas transformações, algo que permanece essencial é o vínculo humano. Desde o início desse ano letivo estamos percorrendo as 13 diretorias regionais de educação, da Secretaria de Estado de Educação, em um roteiro de reuniões de trabalho e visitas técnicas denominado ‘Giro pelas Escolas MT’.

Nesta semana, por exemplo, estamos no polo de Primavera do Leste realizando escuta ativa com a comunidade escolar, de forma qualificada, para garantir que os investimentos cheguem onde mais fazem diferença. Ou seja, no ensino e na aprendizagem, além do bem-estar dos estudantes e servidores da educação.

Já realizamos esse giro pelas regionais de Matupá, Barra do Garças, Pontes e Lacerda, Tangará da Serra, Rondonópolis, Confresa, Alta Floresta e Juína. As próximas etapas ocorrerão em Sinop, Diamantino, Cáceres e na Direção Metropolitana de Educação, em Cuiabá.

Estamos testemunhando que a sala de aula continua sendo o espaço onde o diálogo, o afeto e a escuta moldam profissionais conscientes do seu tempo e do seu papel social.

Por conta disso, tanto na Rede Estadual quanto nas redes municipais, reafirmamos a consciência de que a valorização dos professores não se faz apenas com palavras, mas com ações concretas.

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Ações que permitiram, por exemplo, que a educação estadual deixasse o 22º lugar no ranking do IDEB – Índice de Desenvolvimento da Educação Básica, em 2019, para ocupar a 8ª posição, colocando Mato Grosso entre os 10 melhores estados em educação pública do país.

O Regime de Colaboração entre o Estado e as prefeituras é outra ação concreta que contribuiu para que o nosso ensino fundamental superasse a meta de alfabetização de 59% em 2024, para 60,59% das crianças alfabetizadas ao fim do 2º ano do Ensino Fundamental. A meta agora é chegar a 100%.

Para a Seduc, não basta apenas aumentar a participação das escolas nas provas do SAEB – Sistema de Avaliação da Educação Básica – e nas avaliações do IDEB, mas também elevar a rede estadual ao ranking das cinco redes públicas mais bem avaliadas do país até 2026. Vamos continuar melhorando a aprendizagem para obtermos melhores resultados forma contínua.

Por essa razão, a Seduc investe em formação continuada, em melhores condições de trabalho e na modernização das escolas públicas, porque entendemos que o aprendizado dos estudantes começa com o reconhecimento e o fortalecimento daqueles que os educam.

Não há dúvida que o professor é o coração pulsante da educação pública e nenhuma política educacional será efetiva se não estiver centrada nele.

Cada educador que entra em sala de aula leva consigo mais do que um currículo. Leva consigo as suas experiências, valores, cultura e compromisso com a vida. Eles são os mediadores entre o conhecimento e o mundo, entre o presente e o futuro.

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Os professores são quem acolhe crianças e jovens vulneráveis, quem incentiva o talento – muitas vezes tímido, quem ensina a perseverança em tempos difíceis, como ficou muito evidente durante a pandemia da Covid-19.

Acredito que sua presença no cotidiano dos estudantes é, muitas vezes, a diferença entre desistir e seguir adiante. É esse conjunto que faz de crianças e jovens protagonistas das suas próprias histórias.

Por isso, quando olhamos para o avanço da educação em nosso estado, enxergamos rostos, vozes e histórias. Pessoas que acreditam, todos os dias, que é possível transformar o mundo a partir da sala de aula. Que fazem da docência uma missão de vida.

Em Mato Grosso a educação pública cumpre o seu papel social justamente porque reconhece a grandeza do trabalho docente e o coloca no centro das políticas de Estado.

Valorizar o professor é valorizar a esperança e é com essa esperança que seguimos construindo um sistema educacional mais humano, equitativo e transformador.

O futuro que queremos para Mato Grosso passa, inevitavelmente, pelas mãos dos nossos professores. E é com gratidão, respeito e compromisso que reafirmamos: toda mudança verdadeira começa quando um educador acredita no poder de ensinar.

Alan Porto é secretário de Estado de Educação em Mato Grosso

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A Hora e a Vez de Otaviano Pivetta

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O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) assume o comando do Governo de Mato Grosso trazendo algo que, na política, faz toda a diferença: experiência de gestão e resultados comprovados.

Ao longo da sua trajetória pública, construiu um histórico de decisões acertadas, liderou projetos que deram resultado e contribuiu diretamente para o desenvolvimento do nosso Estado. Por isso, afirmo com convicção: Mato Grosso está em boas mãos.

Essa avaliação não nasce de expectativa ou discurso político. Ela vem da observação de uma caminhada marcada por trabalho, planejamento e entrega. Em seu discurso de posse, o governador Pivetta deixou claro que irá manter Mato Grosso no rumo certo. “Vamos continuar fazendo com a coragem que o povo e Deus nos deram”.

Quem convive com o governador Pivetta sabe que ele costuma usar uma expressão que traduz bem sua forma de agir: “fazimento”. Já ouvi isso dele muitas vezes. E, na prática, é exatamente isso que define sua atuação — fazer, executar e entregar resultados para a sociedade.

Esse perfil começou a ganhar força ainda quando Pivetta esteve à frente da prefeitura de Lucas do Rio Verde por três mandatos. Naquele período, o município de Lucas do Rio Verde passou a ser destaque nacional ao adotar um modelo de crescimento estruturado, com planejamento urbano, fortalecimento da economia por meio da agroindustrialização e melhora consistente dos indicadores sociais.

Liderado por um empresário do agronegócio que se tornou gestor público, Lucas do Rio Verde deixou de ser apenas uma cidade em expansão para se tornar referência nacional em gestão municipal. Até hoje, o município segue se destacando em indicadores de desenvolvimento humano em Mato Grosso — um dos principais parâmetros utilizados para avaliar a qualidade de vida da população, considerando fatores fundamentais como renda, longevidade e educação.

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O que se viu ali foi organização, visão de longo prazo e capacidade de transformar potencial econômico em desenvolvimento real para a população.

Essa experiência ajudou a levar Pivetta a novos desafios na política mato-grossense. Nos últimos anos, como vice-governador de Mato Grosso, acompanhou de perto áreas estratégicas para o futuro do Estado, especialmente infraestrutura e educação — dois pilares fundamentais para o crescimento.

Na infraestrutura, os avanços são claros. Mato Grosso pavimentou 7 mil quilômetros de rodovias, um recorde histórico, além de manter programas contínuos de conservação de toda a malha rodoviária estadual. Em um estado com dimensões continentais e forte presença do agronegócio, uma logística de qualidade significa desenvolvimento, competitividade e integração.

Na educação, os investimentos também avançaram. Mais de R$ 478 milhões foram destinados à melhoria da estrutura das escolas da rede estadual, beneficiando mais de 320 mil estudantes.

Esses números ajudam a explicar por que Mato Grosso vive hoje um dos ciclos de crescimento mais relevantes do país. E isso não acontece por acaso. É resultado de gestão, planejamento e de uma atuação consistente.

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Como deputado estadual, acompanho de perto os desafios e as oportunidades que Mato Grosso enfrenta. Nosso estado cresce acima da média nacional, se consolida como uma potência econômica e exige lideranças preparadas para conduzir esse novo momento.

Líderes que conhecem o Estado, que dialogam com os municípios e que respeitam as diferenças de cada região fazem toda a diferença.

Nesse cenário, o governador — a quem também me refiro com respeito e proximidade como “Pivettão” — se consolida como uma das principais lideranças políticas de Mato Grosso. É reconhecido pela capacidade de gestão, pela liderança e pela proximidade com os municípios — algo essencial em um Estado tão grande e diverso.

Mato Grosso precisa de gente que conheça sua realidade e saiba transformar potencial em desenvolvimento equilibrado. E o governador Otaviano Pivetta construiu sua trajetória exatamente assim: com trabalho, responsabilidade e entrega.

A população ganha ao ter à frente do governo um gestor experiente, que entende o estado e tem condições de ampliar políticas públicas que gerem mais desenvolvimento e qualidade de vida.

Mato Grosso não precisa de improviso. Precisa de gestão. Precisa de resultado.

E é por isso que afirmo: Mato Grosso está em boas mãos. Chegou a hora e a vez do homem do “fazimento”. Bom trabalho, Pivettão.

Diego Guimarães (Republicanos) é Deputado Estadual por Mato Grosso

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