MAX RUSSI

Somos do povo, para o povo, não uma casta privilegiada

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Vivemos um momento decisivo para nossa democracia. Em tempos em que a sociedade brasileira exige mais transparência e igualdade das instituições públicas, precisamos reafirmar nossos compromissos fundamentais com os valores republicanos que devem nortear toda atividade legislativa.

Meu compromisso é com um Legislativo que trabalhe pela igualdade de direitos, para que ninguém tenha nenhum privilégio ou favorecimento por sua posição política ou condição financeira. Esta não é apenas uma posição política, mas um princípio ético inegociável que deve guiar cada uma de nossas ações no exercício do mandato público.

Quando assumimos a responsabilidade de representar o povo, assumimos também o compromisso de ser servidores públicos no sentido mais pleno da expressão. Não somos uma classe especial, não merecemos tratamento diferenciado, e não podemos nos colocar acima daqueles que representamos.

É por isso que me posiciono firmemente contra a PEC das Prerrogativas. Esta proposta representa tudo aquilo que combato: a criação de privilégios injustificados que distanciam ainda mais os representantes de seus representados, estabelecendo uma casta protegida no sistema político brasileiro.

A PEC das Prerrogativas é um retrocesso democrático que fere os princípios básicos da República. Em um país já marcado por desigualdades históricas, a última coisa que precisamos é de mais mecanismos que privilegiem aqueles que ocupam posições de poder. Precisamos de menos privilégios, não de mais proteções especiais para políticos.

Quando agentes públicos buscam criar mecanismos que os coloquem acima da lei comum, estabelecemos um precedente perigoso que corrói a confiança da população nas instituições. A igualdade perante a lei é um dos pilares fundamentais do Estado Democrático de Direito, e não podemos permitir que seja flexibilizada em benefício próprio.

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Minha visão para nossa Assembleia Legislativa é clara: devemos ser uma instituição que verdadeiramente represente os interesses do povo mato-grossense. Isso significa criar leis que promovam justiça social, que combatam privilégios indevidos e que fortaleçam nossa democracia.

Nosso Estado tem experimentado crescimento econômico significativo, mas ainda enfrentamos desafios importantes em termos de distribuição de renda, acesso a serviços públicos de qualidade, melhoria da educação e fortalecimento da saúde pública. É nesses problemas reais da população que devemos concentrar nossos esforços, não na criação de mais proteções para nós mesmos.

Acredito que aqueles que ocupam cargos de liderança têm a responsabilidade especial de dar o exemplo. Por isso, defendo que nossa conduta deve ser pautada pela transparência, pela prestação de contas constante à sociedade e pelo reconhecimento de que somos servidores temporários do interesse público.

O exemplo deve partir de nossa Casa, de nossas atitudes. Como podemos cobrar leis mais rigorosas para quem comete crimes, se criamos mecanismos para nos proteger? Que exemplo queremos ser para a sociedade? Ao invés de nos sentirmos pessoas comuns como somos, criamos leis diferenciadas para nos proteger?

É fundamental que restauremos a confiança da população nas instituições democráticas. Em um momento em que muitos cidadãos se sentem desconectados da política, precisamos demonstrar através de nossas ações que é possível exercer o poder político com responsabilidade e compromisso com o bem comum.

Representar o povo significa compreender que o poder político deriva da sociedade e deve ser exercido em seu benefício. Não somos proprietários dos cargos que ocupamos, mas seus usuários temporários, com a missão de melhorar a vida de quem nos elegeu.

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Esta compreensão deve se refletir em todas as nossas decisões: nas leis que aprovamos, nos recursos que destinamos, nas prioridades que estabelecemos. Cada escolha deve ser feita tendo como critério fundamental o interesse público, nunca o benefício pessoal ou corporativo.

Convido meus colegas parlamentares, não apenas em Mato Grosso, mas em todo o Brasil, a refletirem sobre o verdadeiro papel do Legislativo em nossa democracia. Precisamos escolher entre perpetuar privilégios que nos distanciam do povo ou trabalhar por uma sociedade mais justa e igualitária.

A democracia brasileira precisa de representantes que não temam abrir mão de privilégios em favor da igualdade, que compreendam que nossa legitimidade vem do povo e que deve ser constantemente renovada através do trabalho sério e comprometido com o interesse público.

Meu posicionamento contra a PEC das Prerrogativas e meu compromisso com a igualdade de direitos não são apenas posições políticas, mas reflexo de uma convicção profunda sobre o papel que devemos exercer como representantes do povo.

Acredito em uma política que seja instrumento de transformação social positiva, em um Legislativo que sirva ao povo e não se sirva do poder. Este é o padrão que defendo para nossa Assembleia e para toda a atividade política em nosso país.

Que possamos construir juntos uma democracia mais forte, mais justa e mais representativa, onde a igualdade de direitos seja não apenas um princípio proclamado, mas acima de tudo uma realidade vivida por todos os brasileiros.

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A Hora e a Vez de Otaviano Pivetta

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O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) assume o comando do Governo de Mato Grosso trazendo algo que, na política, faz toda a diferença: experiência de gestão e resultados comprovados.

Ao longo da sua trajetória pública, construiu um histórico de decisões acertadas, liderou projetos que deram resultado e contribuiu diretamente para o desenvolvimento do nosso Estado. Por isso, afirmo com convicção: Mato Grosso está em boas mãos.

Essa avaliação não nasce de expectativa ou discurso político. Ela vem da observação de uma caminhada marcada por trabalho, planejamento e entrega. Em seu discurso de posse, o governador Pivetta deixou claro que irá manter Mato Grosso no rumo certo. “Vamos continuar fazendo com a coragem que o povo e Deus nos deram”.

Quem convive com o governador Pivetta sabe que ele costuma usar uma expressão que traduz bem sua forma de agir: “fazimento”. Já ouvi isso dele muitas vezes. E, na prática, é exatamente isso que define sua atuação — fazer, executar e entregar resultados para a sociedade.

Esse perfil começou a ganhar força ainda quando Pivetta esteve à frente da prefeitura de Lucas do Rio Verde por três mandatos. Naquele período, o município de Lucas do Rio Verde passou a ser destaque nacional ao adotar um modelo de crescimento estruturado, com planejamento urbano, fortalecimento da economia por meio da agroindustrialização e melhora consistente dos indicadores sociais.

Liderado por um empresário do agronegócio que se tornou gestor público, Lucas do Rio Verde deixou de ser apenas uma cidade em expansão para se tornar referência nacional em gestão municipal. Até hoje, o município segue se destacando em indicadores de desenvolvimento humano em Mato Grosso — um dos principais parâmetros utilizados para avaliar a qualidade de vida da população, considerando fatores fundamentais como renda, longevidade e educação.

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O que se viu ali foi organização, visão de longo prazo e capacidade de transformar potencial econômico em desenvolvimento real para a população.

Essa experiência ajudou a levar Pivetta a novos desafios na política mato-grossense. Nos últimos anos, como vice-governador de Mato Grosso, acompanhou de perto áreas estratégicas para o futuro do Estado, especialmente infraestrutura e educação — dois pilares fundamentais para o crescimento.

Na infraestrutura, os avanços são claros. Mato Grosso pavimentou 7 mil quilômetros de rodovias, um recorde histórico, além de manter programas contínuos de conservação de toda a malha rodoviária estadual. Em um estado com dimensões continentais e forte presença do agronegócio, uma logística de qualidade significa desenvolvimento, competitividade e integração.

Na educação, os investimentos também avançaram. Mais de R$ 478 milhões foram destinados à melhoria da estrutura das escolas da rede estadual, beneficiando mais de 320 mil estudantes.

Esses números ajudam a explicar por que Mato Grosso vive hoje um dos ciclos de crescimento mais relevantes do país. E isso não acontece por acaso. É resultado de gestão, planejamento e de uma atuação consistente.

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Como deputado estadual, acompanho de perto os desafios e as oportunidades que Mato Grosso enfrenta. Nosso estado cresce acima da média nacional, se consolida como uma potência econômica e exige lideranças preparadas para conduzir esse novo momento.

Líderes que conhecem o Estado, que dialogam com os municípios e que respeitam as diferenças de cada região fazem toda a diferença.

Nesse cenário, o governador — a quem também me refiro com respeito e proximidade como “Pivettão” — se consolida como uma das principais lideranças políticas de Mato Grosso. É reconhecido pela capacidade de gestão, pela liderança e pela proximidade com os municípios — algo essencial em um Estado tão grande e diverso.

Mato Grosso precisa de gente que conheça sua realidade e saiba transformar potencial em desenvolvimento equilibrado. E o governador Otaviano Pivetta construiu sua trajetória exatamente assim: com trabalho, responsabilidade e entrega.

A população ganha ao ter à frente do governo um gestor experiente, que entende o estado e tem condições de ampliar políticas públicas que gerem mais desenvolvimento e qualidade de vida.

Mato Grosso não precisa de improviso. Precisa de gestão. Precisa de resultado.

E é por isso que afirmo: Mato Grosso está em boas mãos. Chegou a hora e a vez do homem do “fazimento”. Bom trabalho, Pivettão.

Diego Guimarães (Republicanos) é Deputado Estadual por Mato Grosso

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