OPERAÇÃO MILITAR

Avião com Maduro chega aos EUA após captura em Caracas

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O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, chegou a Nova York neste sábado (3), após ser capturado em Caracas por forças dos Estados Unidos, segundo informações divulgadas pelo governo norte-americano e pela imprensa internacional. A operação ocorreu durante a madrugada e foi acompanhada pelo presidente Donald Trump, que declarou ter assistido à ação em tempo real.

Em coletiva, Trump afirmou que o futuro político da Venezuela será conduzido por um grupo designado por Washington até uma transição de poder, sem detalhar prazos ou mecanismos. A procuradora-geral dos EUA, Pam Bondi, anunciou que Maduro e a primeira-dama, Cilia Flores, também detida, serão julgados em um tribunal de Nova York por crimes relacionados a narcoterrorismo e tráfico de drogas.

A ofensiva militar incluiu ataques a pontos estratégicos de Caracas, provocando explosões, cortes de energia e relatos de correria nas ruas. O governo venezuelano classificou a ação como “agressão imperialista” e declarou estado de emergência, convocando mobilização nacional e apoio de países latino-americanos.

Segundo autoridades americanas, Maduro e sua esposa foram transportados por helicóptero até o navio USS Iwo Jima, posicionado no Caribe, antes de serem levados aos EUA. A operação ocorre após meses de tensão, bloqueios econômicos e acusações de envolvimento do presidente venezuelano com o narcotráfico.

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PEC que acaba com escala 6×1 retoma análise na CCJ da Câmara nesta quarta

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A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019, que propõe o fim da escala de seis dias de trabalho para um de descanso (6×1), será novamente analisada nesta quarta-feira (22) pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados. A sessão está marcada para começar às 14h30.

Além de extinguir o modelo atual, o texto prevê a redução da jornada semanal de trabalho, que hoje é de 44 horas, para 36 horas ao longo de um período de dez anos.

A proposta retorna à pauta após pedido de vista apresentado pela oposição na semana passada. O relator, deputado Paulo Azi (União-BA), já votou pela admissibilidade da PEC, entendendo que a medida é constitucional.

Caso seja aprovada na CCJ, a proposta seguirá para uma comissão especial que analisará o mérito do texto. Esse colegiado terá entre 10 e 40 sessões do plenário para emitir parecer antes que a matéria seja levada à votação final.

Paralelamente, o governo federal apresentou um projeto de lei com urgência constitucional que também trata do tema. A proposta do Executivo prevê o fim da escala 6×1 e a redução da jornada para 40 horas semanais.

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Projetos com urgência precisam ser votados em até 45 dias ou passam a trancar a pauta do plenário.

Apesar disso, a Câmara deve manter o andamento da PEC. Segundo o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), as duas propostas podem avançar de forma simultânea.

O governo defende que o projeto de lei pode gerar efeitos mais rápidos, enquanto a PEC garantiria a consolidação definitiva das mudanças na Constituição.

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