EX-PRIMEIRA-DAMA

Michelle procura Gilmar Mendes para pedir prisão domiciliar a Bolsonaro

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A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro pediu nesta semana uma audiência com o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para apelar pela saúde do marido, o ex-presidente Jair Bolsonaro, e defender que ele vá para a prisão domiciliar.

O blog obteve relatos de bolsonaristas e aliados do ex presidente, que defendem que Bolsonaro não tem condições de permanecer na cadeia devido a problemas de saúde.

Bolsonaro está preso a superintendência da Polícia Federal, em Brasília, onde cumpre a pena de 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe e outros quatro crimes.

A ex-primeira-dama relatou estar vivendo um drama particular e pediu pelo marido.

Nos bastidores, bolsonaristas relatam ao blog que ministros do STF demonstram discordar da posição de Alexandre de Moraes e que, por isso, Michelle tenta sensibilizar outros integrantes da corte para que falem com o relator.

Procurado, Gilmar Mendes apenas confirmou o encontro, mas não quis comentar os detalhes obtidos pelo blog.

No fim de dezembro, deixou o prédio e foi levado ao hospital para uma cirurgia de tratamento de uma hérnia inguinal bilateral.

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Ele também foi submetido a procedimentos para tentar conter as crises de soluço com as quais sofre constantemente.

Na semana passada, Bolsonaro passou mal e caiu na sala onde cumpre pena. A pedido de sua defesa, foi levado a um hospital para fazer exames e depois voltou para a sede da PF.

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BRASIL

PEC que acaba com escala 6×1 retoma análise na CCJ da Câmara nesta quarta

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A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019, que propõe o fim da escala de seis dias de trabalho para um de descanso (6×1), será novamente analisada nesta quarta-feira (22) pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados. A sessão está marcada para começar às 14h30.

Além de extinguir o modelo atual, o texto prevê a redução da jornada semanal de trabalho, que hoje é de 44 horas, para 36 horas ao longo de um período de dez anos.

A proposta retorna à pauta após pedido de vista apresentado pela oposição na semana passada. O relator, deputado Paulo Azi (União-BA), já votou pela admissibilidade da PEC, entendendo que a medida é constitucional.

Caso seja aprovada na CCJ, a proposta seguirá para uma comissão especial que analisará o mérito do texto. Esse colegiado terá entre 10 e 40 sessões do plenário para emitir parecer antes que a matéria seja levada à votação final.

Paralelamente, o governo federal apresentou um projeto de lei com urgência constitucional que também trata do tema. A proposta do Executivo prevê o fim da escala 6×1 e a redução da jornada para 40 horas semanais.

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Projetos com urgência precisam ser votados em até 45 dias ou passam a trancar a pauta do plenário.

Apesar disso, a Câmara deve manter o andamento da PEC. Segundo o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), as duas propostas podem avançar de forma simultânea.

O governo defende que o projeto de lei pode gerar efeitos mais rápidos, enquanto a PEC garantiria a consolidação definitiva das mudanças na Constituição.

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