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Suzane von Richthofen quer ser pastora ao sair da prisão

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Suzane Louise von Richthofen, condenada por matar os pais em 2002 com a ajuda do irmão e do namorado, deixou o presídio de Tremembé em 10 de outubro, por sete dias. A chamada “saidinha” é permitida em alguns feriados do ano.

De acordo com informações da revista Época, ela seguiu para o município de Angatuba, onde vive o noivo Rogério Olberg. Suzane recorreu a um disfarce durante o dia para não ser reconhecida na rua — uma peruca chanel de fios pretos — e usa o segundo nome de batismo: Louise.

O disfarce só desaparece à noite, quando frequenta os cultos da Igreja do Evangelho Quadrangular Central, onde é tratada como celebridade. No dia das mães, Richthofen subiu ao púlpito e falou por aproximadamente 30 minutos sobre arrependimento.

Atualmente, ela frequenta a Comunidade Moriá, uma igreja de Taubaté com presença nas penitenciárias de Tremembé. Suzane expressa o desejo de se tornar pastora. Segundo relatos do pastor Euclides Vieira, pretende começar a carreira religiosa como missionária.

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Na cadeia, Richthofen tem o hábito de ler a Bíblia para decorar passagens sobre arrependimento e perdão. Ela foi condenada a 39 anos de reclusão e ainda não conseguiu autorização para cumprir o restante da pena em liberdade.

Submetida a um teste psíquico, Suzane foi classificada como “vazia, infantilizada, manipuladora, desvalorizadora do ser humano, dissimulada e egocêntrica”.

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PEC que acaba com escala 6×1 retoma análise na CCJ da Câmara nesta quarta

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A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019, que propõe o fim da escala de seis dias de trabalho para um de descanso (6×1), será novamente analisada nesta quarta-feira (22) pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados. A sessão está marcada para começar às 14h30.

Além de extinguir o modelo atual, o texto prevê a redução da jornada semanal de trabalho, que hoje é de 44 horas, para 36 horas ao longo de um período de dez anos.

A proposta retorna à pauta após pedido de vista apresentado pela oposição na semana passada. O relator, deputado Paulo Azi (União-BA), já votou pela admissibilidade da PEC, entendendo que a medida é constitucional.

Caso seja aprovada na CCJ, a proposta seguirá para uma comissão especial que analisará o mérito do texto. Esse colegiado terá entre 10 e 40 sessões do plenário para emitir parecer antes que a matéria seja levada à votação final.

Paralelamente, o governo federal apresentou um projeto de lei com urgência constitucional que também trata do tema. A proposta do Executivo prevê o fim da escala 6×1 e a redução da jornada para 40 horas semanais.

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Projetos com urgência precisam ser votados em até 45 dias ou passam a trancar a pauta do plenário.

Apesar disso, a Câmara deve manter o andamento da PEC. Segundo o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), as duas propostas podem avançar de forma simultânea.

O governo defende que o projeto de lei pode gerar efeitos mais rápidos, enquanto a PEC garantiria a consolidação definitiva das mudanças na Constituição.

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