MENOS DE 24 HORAS

Bebê de 1 ano morre afogado em piscina em VG; outro caso foi registrado no sábado

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Um menino de 1 ano e 6 meses morreu afogado na tarde deste domingo (15) após cair na piscina de uma residência em Várzea Grande. O caso é o segundo registro de morte por afogamento envolvendo criança de até dois anos em menos de 24 horas no estado.

O Corpo de Bombeiros foi acionado e, ao chegar ao local, encontrou o bebê inconsciente e sem sinais vitais. A equipe iniciou imediatamente as manobras de reanimação cardiopulmonar, seguindo protocolos de suporte avançado de vida.

Em seguida, a criança foi encaminhada pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) ao pronto-socorro municipal, onde os procedimentos médicos continuaram. Apesar dos esforços das equipes de resgate e da unidade hospitalar, o óbito foi confirmado.

A dinâmica exata de como ocorreu o afogamento ainda não foi detalhada. A Polícia Civil instaurou procedimento para apurar as circunstâncias da morte, tratada inicialmente como acidental.

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso reforçou o alerta sobre a necessidade de supervisão constante de crianças em ambientes com piscinas, lagos ou qualquer reservatório de água. A corporação também destacou que, em situações de emergência, o acionamento imediato pelo telefone 193 pode ser decisivo para salvar vidas.

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Outro caso no interior do estado

No sábado (14), uma menina de 1 ano e 11 meses morreu após cair em uma represa em uma chácara na zona rural de Juara, a 709 km de Cuiabá.

Segundo informações repassadas à polícia, a criança estava sob os cuidados da avó. Em determinado momento, a mulher teria ido ao banheiro e deixado a porta da cozinha destrancada. Nesse intervalo, a menina saiu da casa e foi em direção à represa próxima à residência.

A criança foi encontrada já sem vida dentro da água.

Os dois casos reacendem o alerta das autoridades sobre os riscos de afogamento infantil, especialmente em ambientes domésticos e áreas rurais, onde o acesso a piscinas, tanques e represas é comum.

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CIDADES

Polícia prende marido investigado por tentar matar esposa com sedativos durante internação

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Um homem de 49 anos foi preso pela Polícia Civil nesta sexta-feira (3), em Guarantã do Norte, suspeito de tentar matar a própria esposa por meio da administração irregular de medicamentos sedativos durante o período em que ela estava internada em um hospital. O investigado teve a prisão preventiva decretada pela Justiça e responderá, inicialmente, por tentativa de feminicídio.

As investigações tiveram início após profissionais de saúde comunicarem à Polícia Civil uma situação considerada incomum durante a recuperação da paciente. A mulher apresentava evolução clínica satisfatória e havia previsão de receber alta nos dias seguintes. No entanto, após permanecer sob os cuidados exclusivos do marido por um período, seu estado de saúde se agravou de forma inesperada.

Segundo a apuração, funcionários do hospital relataram ter visto o suspeito manipulando o equipamento de soro da paciente, retirando e recolocando a medicação intravenosa. A atitude levantou a suspeita de que alguma substância pudesse estar sendo administrada sem autorização da equipe médica.

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Ao longo da investigação, a Polícia Civil realizou diligências, ouviu testemunhas, recolheu materiais para perícia e solicitou exames laboratoriais. Os primeiros resultados indicaram a presença de uma substância com efeito sedativo em amostras biológicas da vítima, reforçando a hipótese de que medicamentos teriam sido aplicados de forma indevida.

Com base nas evidências reunidas, os investigadores solicitaram à Justiça a prisão preventiva do suspeito, além de medidas protetivas em favor da vítima. Os pedidos foram aceitos pelo Poder Judiciário, e o mandado foi cumprido nesta sexta-feira pelos policiais da Delegacia de Guarantã do Norte.

Apesar da prisão, as investigações continuam para esclarecer completamente a dinâmica dos fatos, identificar a motivação do crime e reunir novos elementos que possam fortalecer o inquérito policial.

O delegado responsável pelo caso, Mauro Apoitia, destacou a importância da colaboração da população e dos profissionais de saúde na identificação de situações suspeitas.

“Muitas vítimas não conseguem pedir ajuda ou têm medo de denunciar seus agressores. Por isso, informações repassadas por familiares, profissionais da saúde e pela sociedade são fundamentais para proteger as vítimas e responsabilizar os autores”, afirmou o delegado.

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