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Bebê nasce em ambulância da Nova Rota do Oeste na BR-364

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Na manhã desta segunda-feira (30), a rotina da base operacional da Nova Rota do Oeste, localizada no km 434 da BR-364, em Várzea Grande, foi tomada por um momento especial: o nascimento do pequeno Samuel Enrique, ainda dentro da ambulância, a caminho da maternidade.

A mãe, Mariane Soares, de 27 anos, moradora do Nova Mundo, bairro de Várzea Grande, estava no oitavo mês de gestação quando sentiu as primeiras dores do parto.  Junto com o marido, acionou um carro de aplicativo para seguir até o hospital mais próximo. No entanto, diante das fortes contrações e sentindo a brevidade do nascimento, decidiu buscar apoio na base da Nova Rota do Oeste, que conta com ambulância disponível para acionamentos médicos na rodovia.

Assim que chegou ao local, foi prontamente atendida pela equipe de resgate da Concessionária. Mariane foi colocada na ambulância e iniciaram-se os procedimentos de remoção até a maternidade mais próxima. No entanto, o bebê nasceu logo nos primeiros minutos do deslocamento, dentro da viatura de resgate, com o auxílio dos socorristas da Nova Rota.

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Este foi o 22º parto realizado sob os cuidados da Nova Rota do Oeste na rodovia. Após o nascimento, Samuel Enrique e a mãe foram entregues à equipe médica da maternidade Rede Cegonha, onde seguiram com os cuidados necessários. O bebê permanece internado, já que é considerado prematuro, e segue em acompanhamento médico.

Emocionada, Mariane agradeceu pelo atendimento prestado pelos socorristas da Concessionária e pelo cuidado recebido no momento tão delicado. “Sou muito grata a todos. Fui muito bem atendida pela equipe, graças a Deus. O atendimento foi muito rápido, e tenho certeza de que, se não fosse por eles, meu filho teria nascido dentro do carro”.

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Polícia prende marido investigado por tentar matar esposa com sedativos durante internação

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Um homem de 49 anos foi preso pela Polícia Civil nesta sexta-feira (3), em Guarantã do Norte, suspeito de tentar matar a própria esposa por meio da administração irregular de medicamentos sedativos durante o período em que ela estava internada em um hospital. O investigado teve a prisão preventiva decretada pela Justiça e responderá, inicialmente, por tentativa de feminicídio.

As investigações tiveram início após profissionais de saúde comunicarem à Polícia Civil uma situação considerada incomum durante a recuperação da paciente. A mulher apresentava evolução clínica satisfatória e havia previsão de receber alta nos dias seguintes. No entanto, após permanecer sob os cuidados exclusivos do marido por um período, seu estado de saúde se agravou de forma inesperada.

Segundo a apuração, funcionários do hospital relataram ter visto o suspeito manipulando o equipamento de soro da paciente, retirando e recolocando a medicação intravenosa. A atitude levantou a suspeita de que alguma substância pudesse estar sendo administrada sem autorização da equipe médica.

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Ao longo da investigação, a Polícia Civil realizou diligências, ouviu testemunhas, recolheu materiais para perícia e solicitou exames laboratoriais. Os primeiros resultados indicaram a presença de uma substância com efeito sedativo em amostras biológicas da vítima, reforçando a hipótese de que medicamentos teriam sido aplicados de forma indevida.

Com base nas evidências reunidas, os investigadores solicitaram à Justiça a prisão preventiva do suspeito, além de medidas protetivas em favor da vítima. Os pedidos foram aceitos pelo Poder Judiciário, e o mandado foi cumprido nesta sexta-feira pelos policiais da Delegacia de Guarantã do Norte.

Apesar da prisão, as investigações continuam para esclarecer completamente a dinâmica dos fatos, identificar a motivação do crime e reunir novos elementos que possam fortalecer o inquérito policial.

O delegado responsável pelo caso, Mauro Apoitia, destacou a importância da colaboração da população e dos profissionais de saúde na identificação de situações suspeitas.

“Muitas vítimas não conseguem pedir ajuda ou têm medo de denunciar seus agressores. Por isso, informações repassadas por familiares, profissionais da saúde e pela sociedade são fundamentais para proteger as vítimas e responsabilizar os autores”, afirmou o delegado.

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