CIDADANIA E CULTURA

Desfile cívico-militar em Cuiabá reúne mais de oito mil pessoas e celebra 203 anos da Independência

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Rennan Oliveira

O tradicional desfile cívico-militar de 7 de Setembro, realizado na Avenida Getúlio Vargas, em Cuiabá, reuniu mais de oito mil pessoas neste domingo (7), comemorando os 203 anos da Independência do Brasil. O evento foi promovido pelo Governo do Estado em parceria com a Prefeitura de Cuiabá.

Participaram autoridades como o prefeito Abilio Brunini, a primeira-dama Samantha Iris, a vice-prefeita Coronel Vânia Rosa, a presidente da Câmara Paula Calil e o secretário da Casa Civil Fábio Garcia, além de representantes de escolas, forças militares e da sociedade civil.

O desfile, que retornou ao traçado original do Centro Histórico, contou com escolas municipais e estaduais, alunas do Programa Siminina, fanfarras e bandas marciais. Também marcaram presença a Marinha, Exército, Aeronáutica, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Polícia Rodoviária Federal e Polícia Judiciária Civil, além da Cavalaria da PM.

Segundo o prefeito Abilio Brunini, a presença massiva do público evidencia o orgulho cívico da população cuiabana e mato-grossense. “Temos orgulho de defender aquilo em que acreditamos: uma sociedade íntegra e justa para todos. Além disso, valorizamos o Centro Histórico, o comércio local e toda a área central da cidade”, afirmou.

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Para Brunini, a data é momento de reflexão sobre a soberania do Brasil e também de alegria para crianças e famílias, reforçando a união entre sociedade, governo e forças de segurança.   O evento contou ainda com a participação de instituições federais de ensino, grupos de escoteiros, motoclubes e organizações da sociedade civil, consolidando o desfile como uma celebração democrática e de integração social.

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CIDADES

Polícia prende marido investigado por tentar matar esposa com sedativos durante internação

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Um homem de 49 anos foi preso pela Polícia Civil nesta sexta-feira (3), em Guarantã do Norte, suspeito de tentar matar a própria esposa por meio da administração irregular de medicamentos sedativos durante o período em que ela estava internada em um hospital. O investigado teve a prisão preventiva decretada pela Justiça e responderá, inicialmente, por tentativa de feminicídio.

As investigações tiveram início após profissionais de saúde comunicarem à Polícia Civil uma situação considerada incomum durante a recuperação da paciente. A mulher apresentava evolução clínica satisfatória e havia previsão de receber alta nos dias seguintes. No entanto, após permanecer sob os cuidados exclusivos do marido por um período, seu estado de saúde se agravou de forma inesperada.

Segundo a apuração, funcionários do hospital relataram ter visto o suspeito manipulando o equipamento de soro da paciente, retirando e recolocando a medicação intravenosa. A atitude levantou a suspeita de que alguma substância pudesse estar sendo administrada sem autorização da equipe médica.

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Ao longo da investigação, a Polícia Civil realizou diligências, ouviu testemunhas, recolheu materiais para perícia e solicitou exames laboratoriais. Os primeiros resultados indicaram a presença de uma substância com efeito sedativo em amostras biológicas da vítima, reforçando a hipótese de que medicamentos teriam sido aplicados de forma indevida.

Com base nas evidências reunidas, os investigadores solicitaram à Justiça a prisão preventiva do suspeito, além de medidas protetivas em favor da vítima. Os pedidos foram aceitos pelo Poder Judiciário, e o mandado foi cumprido nesta sexta-feira pelos policiais da Delegacia de Guarantã do Norte.

Apesar da prisão, as investigações continuam para esclarecer completamente a dinâmica dos fatos, identificar a motivação do crime e reunir novos elementos que possam fortalecer o inquérito policial.

O delegado responsável pelo caso, Mauro Apoitia, destacou a importância da colaboração da população e dos profissionais de saúde na identificação de situações suspeitas.

“Muitas vítimas não conseguem pedir ajuda ou têm medo de denunciar seus agressores. Por isso, informações repassadas por familiares, profissionais da saúde e pela sociedade são fundamentais para proteger as vítimas e responsabilizar os autores”, afirmou o delegado.

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