NESTA TERÇA

Governo de MT e Hospital Albert Einstein assinam contrato para gestão do Hospital Central

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Luciano Campbell | ALMT

O Governo de Mato Grosso assina, nesta terça-feira (22), o contrato com o Hospital Israelita Albert Einstein para assumir a gestão do Hospital Central, em Cuiabá. A solenidade será realizada às 17h30, no salão Cloves Vettorato, no Palácio Paiaguás, com a presença do governador Mauro Mendes, do secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, e do presidente do Einstein, Sidney Klajner.

Após a assinatura, os gestores atenderão à imprensa para detalhar a parceria que promete revolucionar o atendimento público de saúde na capital mato-grossense.

A unidade será o sexto hospital público do Brasil sob responsabilidade administrativa do Einstein, referência nacional e internacional em excelência hospitalar. O Hospital Central funcionará 100% pelo Sistema Único de Saúde (SUS), oferecendo serviços totalmente gratuitos à população.

A gestão por meio de Organização Social de Saúde (OSS) tem gerado debates na Assembleia Legislativa, mas o governo estadual sustenta que o modelo garantirá maior eficiência, qualidade e economia, estimada em cerca de R$ 50 milhões por ano.

Atualmente, o Einstein é classificado como o melhor hospital do país e ocupa a 22ª colocação no ranking dos melhores hospitais do mundo, segundo publicações especializadas.

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A expectativa é que o Hospital Central entre em funcionamento de forma escalonada a partir de setembro, com a plena operação prevista até dezembro de 2025.

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Polícia prende marido investigado por tentar matar esposa com sedativos durante internação

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Um homem de 49 anos foi preso pela Polícia Civil nesta sexta-feira (3), em Guarantã do Norte, suspeito de tentar matar a própria esposa por meio da administração irregular de medicamentos sedativos durante o período em que ela estava internada em um hospital. O investigado teve a prisão preventiva decretada pela Justiça e responderá, inicialmente, por tentativa de feminicídio.

As investigações tiveram início após profissionais de saúde comunicarem à Polícia Civil uma situação considerada incomum durante a recuperação da paciente. A mulher apresentava evolução clínica satisfatória e havia previsão de receber alta nos dias seguintes. No entanto, após permanecer sob os cuidados exclusivos do marido por um período, seu estado de saúde se agravou de forma inesperada.

Segundo a apuração, funcionários do hospital relataram ter visto o suspeito manipulando o equipamento de soro da paciente, retirando e recolocando a medicação intravenosa. A atitude levantou a suspeita de que alguma substância pudesse estar sendo administrada sem autorização da equipe médica.

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Ao longo da investigação, a Polícia Civil realizou diligências, ouviu testemunhas, recolheu materiais para perícia e solicitou exames laboratoriais. Os primeiros resultados indicaram a presença de uma substância com efeito sedativo em amostras biológicas da vítima, reforçando a hipótese de que medicamentos teriam sido aplicados de forma indevida.

Com base nas evidências reunidas, os investigadores solicitaram à Justiça a prisão preventiva do suspeito, além de medidas protetivas em favor da vítima. Os pedidos foram aceitos pelo Poder Judiciário, e o mandado foi cumprido nesta sexta-feira pelos policiais da Delegacia de Guarantã do Norte.

Apesar da prisão, as investigações continuam para esclarecer completamente a dinâmica dos fatos, identificar a motivação do crime e reunir novos elementos que possam fortalecer o inquérito policial.

O delegado responsável pelo caso, Mauro Apoitia, destacou a importância da colaboração da população e dos profissionais de saúde na identificação de situações suspeitas.

“Muitas vítimas não conseguem pedir ajuda ou têm medo de denunciar seus agressores. Por isso, informações repassadas por familiares, profissionais da saúde e pela sociedade são fundamentais para proteger as vítimas e responsabilizar os autores”, afirmou o delegado.

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