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Governo republica edital do BRT com inclusão das obras de drenagem na Avenida Prainha

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O Governo de Mato Grosso republicou, nesta terça-feira (15.4), o edital para a contratação das obras de implantação do Sistema BRT, que atenderá Cuiabá e Várzea Grande. O aviso foi publicado em edição extra do Diário Oficial do Estado e contempla a inclusão das obras de drenagem na região da Avenida Prainha, na capital.

As melhorias foram determinadas pelo governador Mauro Mendes. O objetivo é resolver, de forma definitiva, os constantes alagamentos registrados na avenida.

Com a atualização, o valor de referência da obra passou para R$ 156.736.162,08, sendo que o prazo previsto para a execução das obras é de 180 dias.

A abertura das propostas está marcada para o dia 5 de maio, às 14h, com disputa realizada por meio de dispensa eletrônica, no Sistema de Aquisições Governamentais (Siag). Vencerá a empresa que apresentar o menor valor. Haverá disputa aberta de lances.

A empresa vencedora será responsável pela elaboração dos projetos básicos e executivos, bem como pela execução da infraestrutura da linha Várzea Grande – CPA, que compreende a conclusão dos serviços em Várzea Grande e a implantação da infraestrutura em Cuiabá, no trecho entre a ponte Júlio Müller e a Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz) – incluindo a drenagem, iluminação pública e paisagismo.

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Novas contratações
Outros trechos do BRT, como o que liga a região do Coxipó ao centro de Cuiabá, além da implantação das estações, terminais e demais serviços serão contratados em processos futuros, de forma separada.

Consórcio BRT
Paralelamente, o Consórcio BRT segue com a execução dos serviços na Avenida da FEB, em Várzea Grande, e na Avenida do CPA, em Cuiabá, até o Crea. O prazo contratual para conclusão dessas etapas é de 150 dias.

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CIDADES

Polícia prende marido investigado por tentar matar esposa com sedativos durante internação

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Um homem de 49 anos foi preso pela Polícia Civil nesta sexta-feira (3), em Guarantã do Norte, suspeito de tentar matar a própria esposa por meio da administração irregular de medicamentos sedativos durante o período em que ela estava internada em um hospital. O investigado teve a prisão preventiva decretada pela Justiça e responderá, inicialmente, por tentativa de feminicídio.

As investigações tiveram início após profissionais de saúde comunicarem à Polícia Civil uma situação considerada incomum durante a recuperação da paciente. A mulher apresentava evolução clínica satisfatória e havia previsão de receber alta nos dias seguintes. No entanto, após permanecer sob os cuidados exclusivos do marido por um período, seu estado de saúde se agravou de forma inesperada.

Segundo a apuração, funcionários do hospital relataram ter visto o suspeito manipulando o equipamento de soro da paciente, retirando e recolocando a medicação intravenosa. A atitude levantou a suspeita de que alguma substância pudesse estar sendo administrada sem autorização da equipe médica.

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Ao longo da investigação, a Polícia Civil realizou diligências, ouviu testemunhas, recolheu materiais para perícia e solicitou exames laboratoriais. Os primeiros resultados indicaram a presença de uma substância com efeito sedativo em amostras biológicas da vítima, reforçando a hipótese de que medicamentos teriam sido aplicados de forma indevida.

Com base nas evidências reunidas, os investigadores solicitaram à Justiça a prisão preventiva do suspeito, além de medidas protetivas em favor da vítima. Os pedidos foram aceitos pelo Poder Judiciário, e o mandado foi cumprido nesta sexta-feira pelos policiais da Delegacia de Guarantã do Norte.

Apesar da prisão, as investigações continuam para esclarecer completamente a dinâmica dos fatos, identificar a motivação do crime e reunir novos elementos que possam fortalecer o inquérito policial.

O delegado responsável pelo caso, Mauro Apoitia, destacou a importância da colaboração da população e dos profissionais de saúde na identificação de situações suspeitas.

“Muitas vítimas não conseguem pedir ajuda ou têm medo de denunciar seus agressores. Por isso, informações repassadas por familiares, profissionais da saúde e pela sociedade são fundamentais para proteger as vítimas e responsabilizar os autores”, afirmou o delegado.

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