DURANTE A CHUVA

Homem de 40 anos morre após sofrer descarga elétrica em telhado de casa em Várzea Grande

Publicado em

Um homem identificado como Antônio Ebio Brito Rodrigues, de 40 anos, morreu após sofrer uma descarga elétrica enquanto fazia a limpeza do telhado da casa onde morava, no bairro Manga, em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá, nessa terça-feira (1º).

Segundo a Polícia Civil, a vítima subiu no telhado utilizando uma escada metálica, durante a chuva. No momento da limpeza, um fio elétrico que se encontrava em contato com a estrutura teria provocado a descarga elétrica.

Após receber a descarga, a vítima caiu de uma altura aproximada de três metros e não resistiu aos ferimentos.

O Corpo de Bombeiros foi acionado e realizou o processo de desenergização do local para garantir a segurança das equipes. Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) também esteve no endereço e confirmou a morte.

A Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) acompanha o caso e realiza as investigações necessárias para esclarecer as circunstâncias do ocorrido.

Entre no grupo do Folha360 no WhatsApp e receba notícias em tempo real (CLIQUE AQUI).

Leia Também:  MP recorre de arquivamento de ação contra Arcanjo por morte de três jovens em VG

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

CIDADES

Justiça revoga prisão preventiva de professor da UFMT investigado por assédio e ameaça contra aluna

Published

on

A Justiça de Mato Grosso revogou, nesta terça-feira (1º), a prisão preventiva do professor de direito da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Saulo Tarso Rodrigues, investigado por assédio e ameaça contra uma aluna.

A prisão havia sido decretada pela Justiça e cumprida pela Polícia Civil no dia 10 de agosto deste ano. Segundo o documento assinado pela juíza Henriqueta Ferreira Lima, o professor teria violado as restrições judiciais em diferentes ocasiões, incluindo contato indireto com a vítima, abordagem de testemunhas e divulgação de informações sigilosas sobre o processo.

A defesa da estudante afirmou que as medidas cautelares impostas anteriormente seguem ativas.

“A defesa da estudante recebe com tranquilidade a decisão que determinou a soltura do réu Saulo Tarso Rodrigues, e que manteve vigentes as cautelares anteriormente impostas. O réu possui o direito de responder o processo em liberdade, caso não venha a violar novamente as medidas fixadas pela justiça”, afirmou.

Segundo a UFMT, o professor foi afastado cautelarmente no dia 24 de julho, para investigação de uma denúncia de assédio, insistência em contatos e ameaças contra uma estudante do curso, no campus Cuiabá. Em nota, a universidade afirmou que a medida foi adotada em caráter preventivo, por meio de portaria da Reitoria, no âmbito de um procedimento administrativo instauado pela instituição.

Leia Também:  Cuiabá tem 8º domingo de ônibus grátis para a população

Na época, o professor afirmou que “inexiste qualquer mensagem, e-mail, conversa ou documento” enviados por ele que não seja de teor acadêmico. O professor disse que o conflito começou após denúncias feitas pela esposa dele, também estudante de direito, de que a vítima, supostamente, mantinha dois vínculos na graduação e recebia benefício incompatível com a situação socioeconômica.

Na última segunda-feira (21), a Justiça condenou Saulo por perseguir a ex-companheira. Segundo a denúncia do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), entre setembro e outubro de 2022, o professor passou a enviar e-mails de forma insistente para a vítima, mesmo sem autorização dela.

Durante o processo, a defesa de Saulo tentou anular a ação alegando problemas na realização de uma audiência e questionando a validade das provas digitais, que eram os e-mails enviados à vítima. Os pedidos foram rejeitados pela Justiça.

À época, Saulo disse que não teve direito à defesa durante o processo. Ele alegou que já possui um recurso no Superior Tribunal de Justiça (STJ) para tentar anular a decisão.

Leia Também:  Dupla com extensa ficha criminal morre após trocar tiros com policiais militares

Entretanto, uma decisão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, por meio do desembargador Orlando Perri, manteu válida a citação por WhatsApp e a condenação, em decisão do dia 3 de junho.

Entre no grupo do Folha360 no WhatsApp e receba notícias em tempo real (CLIQUE AQUI).

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA