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Psicólogo é agredido dentro de boate em Cuiabá e denuncia crime de homofobia

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O psicólogo Douglas Luz Rocha Amorim, de 37 anos, denunciou ter sido brutalmente agredido na madrugada desta segunda-feira (13) dentro da boate Nuun Garden, localizada na região central de Cuiabá. O suspeito já foi identificado e está sendo procurado pela Polícia Civil.

De acordo com o boletim de ocorrência, Douglas estava na casa noturna acompanhado do marido e do sobrinho, quando em determinado momento o suspeito chegou e passou a encará-los, até mesmo utilizando-se de empurrões após presenciar as trocas de carícias entre o casal.

Logo em seguida, conta que foi ao banheiro e novamente foi encarado pelo agressor. Em determinado momento, questionou o homem sobre a situação, chamando-o de homofóbico e voltou para onde estava o marido e amigos.

Em seguida, conforme o profissional, antes de deixarem a boate, foram ao banheiro. Segundo ele, neste momento enquanto usava o mictório, foi surpreendido por trás pelo suspeito, que o pegou pela nunca e atirou sua cabeça contra o mármore.

Com o impacto da agressão, Douglas caiu já batendo a cabeça e desmaiando. O marido estava na porta e o sobrinho estava em outro banheiro e apenas ouviram o barulho da queda. Logo depois, o marido o encontrou caído no chão. Já o suspeito pagou a conta e saiu sem dar quaisquer informações.

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Em um vídeo publicado no seu perfil do Instagram, ao qual possui mais de 45 mil seguidores, o profissional questiona a segurança da boate, que não reagiu diante das agressões.

“Os seguranças foram até o banheiro nesse momento, mas só ficaram olhando. Não me ajudaram a levantar, não prestaram socorro, não chamaram a ambulância, não chamaram a Polícia, não impediram o criminoso de ir até o caixa, pagar e sair da boate”, declara.

Após as agressões, a vítima foi até uma unidade de saúde. O caso está sob investigação.

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Polícia prende marido investigado por tentar matar esposa com sedativos durante internação

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Um homem de 49 anos foi preso pela Polícia Civil nesta sexta-feira (3), em Guarantã do Norte, suspeito de tentar matar a própria esposa por meio da administração irregular de medicamentos sedativos durante o período em que ela estava internada em um hospital. O investigado teve a prisão preventiva decretada pela Justiça e responderá, inicialmente, por tentativa de feminicídio.

As investigações tiveram início após profissionais de saúde comunicarem à Polícia Civil uma situação considerada incomum durante a recuperação da paciente. A mulher apresentava evolução clínica satisfatória e havia previsão de receber alta nos dias seguintes. No entanto, após permanecer sob os cuidados exclusivos do marido por um período, seu estado de saúde se agravou de forma inesperada.

Segundo a apuração, funcionários do hospital relataram ter visto o suspeito manipulando o equipamento de soro da paciente, retirando e recolocando a medicação intravenosa. A atitude levantou a suspeita de que alguma substância pudesse estar sendo administrada sem autorização da equipe médica.

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Ao longo da investigação, a Polícia Civil realizou diligências, ouviu testemunhas, recolheu materiais para perícia e solicitou exames laboratoriais. Os primeiros resultados indicaram a presença de uma substância com efeito sedativo em amostras biológicas da vítima, reforçando a hipótese de que medicamentos teriam sido aplicados de forma indevida.

Com base nas evidências reunidas, os investigadores solicitaram à Justiça a prisão preventiva do suspeito, além de medidas protetivas em favor da vítima. Os pedidos foram aceitos pelo Poder Judiciário, e o mandado foi cumprido nesta sexta-feira pelos policiais da Delegacia de Guarantã do Norte.

Apesar da prisão, as investigações continuam para esclarecer completamente a dinâmica dos fatos, identificar a motivação do crime e reunir novos elementos que possam fortalecer o inquérito policial.

O delegado responsável pelo caso, Mauro Apoitia, destacou a importância da colaboração da população e dos profissionais de saúde na identificação de situações suspeitas.

“Muitas vítimas não conseguem pedir ajuda ou têm medo de denunciar seus agressores. Por isso, informações repassadas por familiares, profissionais da saúde e pela sociedade são fundamentais para proteger as vítimas e responsabilizar os autores”, afirmou o delegado.

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