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Servidores têm até 30 de novembro para realizar recadastramento

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A Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão de Mato Grosso (Seplag-MT) alerta para o prazo da atualização cadastral de 2024. Todos os servidores públicos, incluindo efetivos, comissionados, requisitados, cedidos, permutados, afastados, licenciados, militares, empregados públicos, temporários, estagiários e residentes técnicos têm até o dia 30 de novembro para realizar o procedimento obrigatório.

O recadastramento requer o preenchimento de oito etapas nas quais são solicitados dados e documentos pessoais, endereço, formação, capacitação, habilidades e experiências profissionais, além de informações sobre dependentes e vínculos. O não cumprimento dessa atividade implicará no bloqueio do pagamento do salário. Todo o processo é online e deve ser feito pelos portais de Recadastramento ou do Servidor.

De 1º a 21 de outubro, cerca de 27 mil servidores concluíram o recadastramento e aproximadamente 28 mil estão com o processo em andamento. Pouco mais de 42 mil servidores ainda não iniciaram o recadastramento. A expectativa é de que cerca de 98 mil servidores realizem a atualização cadastral.

Percentualmente, apenas 27,49% dos servidores previstos concluíram o procedimento. A média diária registrada é de cerca de 1.340 recadastramentos. Número abaixo do ideal, que deveria ser de pouco mais de 1.620 por dia. Esse ritmo tem gerado preocupação quanto ao cumprimento do prazo estabelecido. Os dados são do levantamento parcial realizado pela Adjunta de Gestão de Pessoas da Seplag.

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Polícia prende marido investigado por tentar matar esposa com sedativos durante internação

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Um homem de 49 anos foi preso pela Polícia Civil nesta sexta-feira (3), em Guarantã do Norte, suspeito de tentar matar a própria esposa por meio da administração irregular de medicamentos sedativos durante o período em que ela estava internada em um hospital. O investigado teve a prisão preventiva decretada pela Justiça e responderá, inicialmente, por tentativa de feminicídio.

As investigações tiveram início após profissionais de saúde comunicarem à Polícia Civil uma situação considerada incomum durante a recuperação da paciente. A mulher apresentava evolução clínica satisfatória e havia previsão de receber alta nos dias seguintes. No entanto, após permanecer sob os cuidados exclusivos do marido por um período, seu estado de saúde se agravou de forma inesperada.

Segundo a apuração, funcionários do hospital relataram ter visto o suspeito manipulando o equipamento de soro da paciente, retirando e recolocando a medicação intravenosa. A atitude levantou a suspeita de que alguma substância pudesse estar sendo administrada sem autorização da equipe médica.

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Ao longo da investigação, a Polícia Civil realizou diligências, ouviu testemunhas, recolheu materiais para perícia e solicitou exames laboratoriais. Os primeiros resultados indicaram a presença de uma substância com efeito sedativo em amostras biológicas da vítima, reforçando a hipótese de que medicamentos teriam sido aplicados de forma indevida.

Com base nas evidências reunidas, os investigadores solicitaram à Justiça a prisão preventiva do suspeito, além de medidas protetivas em favor da vítima. Os pedidos foram aceitos pelo Poder Judiciário, e o mandado foi cumprido nesta sexta-feira pelos policiais da Delegacia de Guarantã do Norte.

Apesar da prisão, as investigações continuam para esclarecer completamente a dinâmica dos fatos, identificar a motivação do crime e reunir novos elementos que possam fortalecer o inquérito policial.

O delegado responsável pelo caso, Mauro Apoitia, destacou a importância da colaboração da população e dos profissionais de saúde na identificação de situações suspeitas.

“Muitas vítimas não conseguem pedir ajuda ou têm medo de denunciar seus agressores. Por isso, informações repassadas por familiares, profissionais da saúde e pela sociedade são fundamentais para proteger as vítimas e responsabilizar os autores”, afirmou o delegado.

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