AÇÃO CONJUNTA

Caminhoneiro é morto a tiros e suspeito é preso horas depois em fuga na BR-163

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Um homem de 60 anos foi preso em flagrante nesta terça-feira (1º), suspeito de assassinar o caminhoneiro Juceli Narciso Zanella, de 63 anos, em Rondonópolis. A prisão ocorreu poucas horas após o crime, resultado de uma ação integrada entre a Polícia Civil e a Polícia Rodoviária Federal.

O homicídio aconteceu durante a madrugada, no pátio de um posto de combustível localizado no bairro Parque Industrial Vetorasso. A vítima foi atingida por disparos de arma de fogo e morreu ainda no local.

Logo após serem acionadas, equipes da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) iniciaram as investigações, coletando informações, analisando imagens de câmeras de segurança e reconstruindo a dinâmica do crime.

Com base nas apurações, os policiais identificaram o suspeito e o veículo utilizado na fuga, um caminhão Volvo FH azul. A perícia confirmou que a vítima foi baleada, e um facão foi encontrado próximo ao corpo.

As informações levantadas pela DHPP foram repassadas à PRF, que localizou o caminhão na BR-163, no km 530, em Jaraguari (MS), por volta das 7h. Durante a abordagem, o suspeito confessou o crime e afirmou que teria cometido o homicídio após um desentendimento com a vítima envolvendo uma mulher.

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Na cabine do veículo, os policiais encontraram um revólver calibre .38 escondido, com munições deflagradas, apontado como a arma utilizada no crime.

O homem foi preso em flagrante e encaminhado à Polícia Civil de Jaraguari, junto com o material apreendido. A delegada Karla Cristina Peixoto Ferraz destacou que a rápida resposta foi possível graças à integração entre as forças de segurança, reforçando o compromisso com a elucidação de crimes contra a vida.

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Polícia prende marido investigado por tentar matar esposa com sedativos durante internação

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Um homem de 49 anos foi preso pela Polícia Civil nesta sexta-feira (3), em Guarantã do Norte, suspeito de tentar matar a própria esposa por meio da administração irregular de medicamentos sedativos durante o período em que ela estava internada em um hospital. O investigado teve a prisão preventiva decretada pela Justiça e responderá, inicialmente, por tentativa de feminicídio.

As investigações tiveram início após profissionais de saúde comunicarem à Polícia Civil uma situação considerada incomum durante a recuperação da paciente. A mulher apresentava evolução clínica satisfatória e havia previsão de receber alta nos dias seguintes. No entanto, após permanecer sob os cuidados exclusivos do marido por um período, seu estado de saúde se agravou de forma inesperada.

Segundo a apuração, funcionários do hospital relataram ter visto o suspeito manipulando o equipamento de soro da paciente, retirando e recolocando a medicação intravenosa. A atitude levantou a suspeita de que alguma substância pudesse estar sendo administrada sem autorização da equipe médica.

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Ao longo da investigação, a Polícia Civil realizou diligências, ouviu testemunhas, recolheu materiais para perícia e solicitou exames laboratoriais. Os primeiros resultados indicaram a presença de uma substância com efeito sedativo em amostras biológicas da vítima, reforçando a hipótese de que medicamentos teriam sido aplicados de forma indevida.

Com base nas evidências reunidas, os investigadores solicitaram à Justiça a prisão preventiva do suspeito, além de medidas protetivas em favor da vítima. Os pedidos foram aceitos pelo Poder Judiciário, e o mandado foi cumprido nesta sexta-feira pelos policiais da Delegacia de Guarantã do Norte.

Apesar da prisão, as investigações continuam para esclarecer completamente a dinâmica dos fatos, identificar a motivação do crime e reunir novos elementos que possam fortalecer o inquérito policial.

O delegado responsável pelo caso, Mauro Apoitia, destacou a importância da colaboração da população e dos profissionais de saúde na identificação de situações suspeitas.

“Muitas vítimas não conseguem pedir ajuda ou têm medo de denunciar seus agressores. Por isso, informações repassadas por familiares, profissionais da saúde e pela sociedade são fundamentais para proteger as vítimas e responsabilizar os autores”, afirmou o delegado.

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