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Você sabia que já dá para pedir o novo modelo de RG? Veja como ficou

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O cartão da identidade no novo padrão já está disponível para a solicitação nos postos de identificação da Perícia Oficial e Identificação Técnica, desde a última quinta-feira (02). O valor da taxa de segurança pública para a emissão do documento é de R$ 99,53.
 

http://www.politec.mt.gov.br/identificacao-civil.php?id=26

No ato da solicitação do documento, os requerentes deverão optar pelo documento de identidade em papel moeda ou no cartão. A segunda opção, em cartão de policarbonato, terá o tamanho reduzido e com durabilidade de até 10 anos. O boleto para o pagamento deve ser retirado no Portal da Segurança no campo “taxas de segurança pública”.

O novo modelo de carteira de identidade começou a vigorar no dia 05 de abril, em Mato Grosso, e foi regulamentado por Decreto Federal nº 9.278. A impressão dos RGs está sendo feita pela empresa Thomaz Greg & Sons, de São Paulo, que foi a vencedora do pregão eletrônico para o serviço de impressão dos documentos de RG do Estado.

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Além do número do RG, o documento irá conter o CPF e 15 dados opcionais como o nome social, o número do Documento Nacional de Identificação (DNI), da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), Título de Eleitor, Carteira de Trabalho e Previdência Social, Cartão Nacional de Saúde, identidade profissional, certidão de reservista, dentre outros.

Mesmo com a essa mudança, os documentos de identidade anteriormente emitidos não perderão a validade. 
Para solicitar o documento, o requerente deverá procurar um dos postos de identificação credenciados e apresentar a certidão de nascimento ou casamento original e os comprovantes dos documentos que desejar incluir. Nos postos equipados com kits biométricos, a fotografia, a assinatura e as impressões digitais serão colhidas durante o atendimento.  

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Polícia prende marido investigado por tentar matar esposa com sedativos durante internação

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Um homem de 49 anos foi preso pela Polícia Civil nesta sexta-feira (3), em Guarantã do Norte, suspeito de tentar matar a própria esposa por meio da administração irregular de medicamentos sedativos durante o período em que ela estava internada em um hospital. O investigado teve a prisão preventiva decretada pela Justiça e responderá, inicialmente, por tentativa de feminicídio.

As investigações tiveram início após profissionais de saúde comunicarem à Polícia Civil uma situação considerada incomum durante a recuperação da paciente. A mulher apresentava evolução clínica satisfatória e havia previsão de receber alta nos dias seguintes. No entanto, após permanecer sob os cuidados exclusivos do marido por um período, seu estado de saúde se agravou de forma inesperada.

Segundo a apuração, funcionários do hospital relataram ter visto o suspeito manipulando o equipamento de soro da paciente, retirando e recolocando a medicação intravenosa. A atitude levantou a suspeita de que alguma substância pudesse estar sendo administrada sem autorização da equipe médica.

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Ao longo da investigação, a Polícia Civil realizou diligências, ouviu testemunhas, recolheu materiais para perícia e solicitou exames laboratoriais. Os primeiros resultados indicaram a presença de uma substância com efeito sedativo em amostras biológicas da vítima, reforçando a hipótese de que medicamentos teriam sido aplicados de forma indevida.

Com base nas evidências reunidas, os investigadores solicitaram à Justiça a prisão preventiva do suspeito, além de medidas protetivas em favor da vítima. Os pedidos foram aceitos pelo Poder Judiciário, e o mandado foi cumprido nesta sexta-feira pelos policiais da Delegacia de Guarantã do Norte.

Apesar da prisão, as investigações continuam para esclarecer completamente a dinâmica dos fatos, identificar a motivação do crime e reunir novos elementos que possam fortalecer o inquérito policial.

O delegado responsável pelo caso, Mauro Apoitia, destacou a importância da colaboração da população e dos profissionais de saúde na identificação de situações suspeitas.

“Muitas vítimas não conseguem pedir ajuda ou têm medo de denunciar seus agressores. Por isso, informações repassadas por familiares, profissionais da saúde e pela sociedade são fundamentais para proteger as vítimas e responsabilizar os autores”, afirmou o delegado.

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