PROTEÇÃO

WhatsApp cria ferramenta para pais controlarem conversas e contatos de menores de 13 anos

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O WhatsApp anunciou nesta quarta-feira (11) um novo recurso voltado à segurança digital de crianças e adolescentes. A ferramenta permitirá que pais ou responsáveis acompanhem e gerenciem o uso do aplicativo por menores de 13 anos.

Com a novidade, que começará a ser disponibilizada nos próximos meses, os responsáveis poderão definir quem está autorizado a enviar mensagens para a conta da criança ou adolescente. Também será possível acompanhar a participação em grupos e avaliar solicitações de contato feitas por números desconhecidos, oferecendo maior controle sobre a experiência dentro do aplicativo.

Para ativar o recurso, o celular do responsável e o do menor precisarão estar próximos no momento da configuração. Dentro do WhatsApp, será necessário acessar a aba “mais opções” e selecionar a alternativa “criar conta gerenciada por pai, mãe ou responsável”. A partir daí, o sistema gera um PIN de seis dígitos que será utilizado para vincular e administrar a conta da criança.

Apesar das novas opções de supervisão, a Meta, empresa responsável pelo WhatsApp, informou que o conteúdo das conversas continuará protegido por criptografia de ponta a ponta. Isso significa que nem os pais nem a própria plataforma terão acesso às mensagens trocadas.

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A criação da ferramenta ocorre em meio à crescente preocupação mundial com os riscos do acesso de crianças e adolescentes às redes sociais. No Brasil, o tema também está em debate com a implementação do Estatuto Digital da Criança e do Adolescente, que entra em vigor no dia 18 de março e estabelece regras para que plataformas digitais adotem medidas de proteção contra conteúdos ilegais ou impróprios, como exploração sexual, violência, assédio e jogos de azar.

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GERAL

Saga vende carro com defeito e se recusa a cumprir o CDC

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Um cliente que adquiriu recentemente um Land Rover Discovery, na empresa Saga Veículos, de Cuiabá, está passando por uma situação constrangedora. O carro, adquirido em setembro por R$ 220 mil, apresentou problemas mecânicos uma semana depois, na primeira viagem que faria a Cáceres (220 km de Cuiabá).

“Comprei dia 4 de setembro, no dia 11 fui pra Cáceres e, na estrada, acendeu luz de Injeção, sinalizando problemas no veículo. Voltei na concessionária e me disseram que era a sonda lambda. Ficou lá uns dias, troaram a peça, mas o problema não se resolveu”, conta o cliente, que está revoltado com o mal atendimento recebido.

Segundo ele, desde setembro a saga do veículo importado, de alto luxo,  que custa o preço de uma casa, uma apresenta problemas mecânicos como perda de potência, principalmente após percorrer distâncias superiores a 200 km no mesmo dia, problemas na turbina, na bomba injetora etc.

“Eu levei o carro a outra concessionária, em Goiânia, não vinculada ao Grupo SAGA, e eles detectaram uma série de problemas que precisam ser resolvidos e peças a serem trocadas. Voltei à loja onde havia comprado a Discovery e pedi o meu dinheiro de volta. E, para minha surpresa eles se dispuseram a reembolsar apenas R$ 160 mil, dos R$ 220 que pague”, conta.

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O cliente explica que também tentou outra negociação, pedindo que a empresa substituísse o veículo defeituoso, mas nem assim a Saga se dispôs a negociar. “Me disseram que a troca poderia ser feita, mas teria que ser com base em valores atuais. Considerando a desvalorização do veículo usado nesses 90 dias”, explica.

O artigo 18 do Código de Defesa do Consumidor (CDC) estabelece que, no caso de qualquer produto apresentar problemas de qualquer natureza e de fácil constatação, o consumidor tem um prazo de até 90 dias para reclamar.

No caso de veículos, se estes problemas não forem resolvidos em 30 dias, o CDC determina que consumidor tem o direito de exigir, à sua escolha: a troca do veículo por outro do mesmo padrão, o cancelamento da compra, com a devolução integral do dinheiro com correção monetária, ou o abatimento proporcional do preço.

O cliente está aguardando que a Saga apresente uma solução definitiva para os problemas enfrentados com sua Land Rover Discovery, sem que seja necessário recorrer à Justiça para que seja cumprido o que determina o CDC.

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Veja as conversas do Cliente com a SAGA

 

Boletim de Ocorrencia abaixo:

Fonte: Policial

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