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Vice-presidente da Venezuela exige liberação imediata de Nicolás Maduro

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Em pronunciamento à imprensa neste sábado, 3, a vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, exigiu a imediata libertação do presidente Nicolás Maduro, preso durante invasão dos Estados Unidos. Ela afirma que convocou o Conselho de Defesa da Nação, do qual participam os poderes públicos da Venezuela.

No comunicado, ela afirma que já havia advertido que uma agressão com falsos pretextos estava em curso. Para ela, o ataque à Venezuela teve como objetivo “trocar o poder na Venezuela e também capturar os nossos recursos energéticos e recursos minerais e naturais”, disse.

Ela também disse que “só existe um presidente da Venezuela, Nicolás Maduro”. Rodríguez pediu “calma e unidade para reorganizar e defender a Venezuela”. Afirmou, ainda, que “o povo venezuelano, que é sábio, que é paciente, que tem paciência estratégica, encontrará o caminho para a defesa da paz, para a defesa da tranquilidade, para a defesa da pátria”.

Também neste sábado, Donald Trump disse em entrevista coletiva que o secretário de Estado, Marco Rubio, “acabou de conversar com ela (a vice-presidente da Venezuela), e ela está essencialmente disposta a fazer o que consideramos necessário para tornar a Venezuela grande novamente”.

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Segundo o Trump, ela teria dito “faremos o que for preciso”. Ainda de acordo com o presidente americano, Rodrígues “foi bastante gentil, mas na verdade não tem escolha”.

(Com Agência Estado)

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PEC que acaba com escala 6×1 retoma análise na CCJ da Câmara nesta quarta

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A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019, que propõe o fim da escala de seis dias de trabalho para um de descanso (6×1), será novamente analisada nesta quarta-feira (22) pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados. A sessão está marcada para começar às 14h30.

Além de extinguir o modelo atual, o texto prevê a redução da jornada semanal de trabalho, que hoje é de 44 horas, para 36 horas ao longo de um período de dez anos.

A proposta retorna à pauta após pedido de vista apresentado pela oposição na semana passada. O relator, deputado Paulo Azi (União-BA), já votou pela admissibilidade da PEC, entendendo que a medida é constitucional.

Caso seja aprovada na CCJ, a proposta seguirá para uma comissão especial que analisará o mérito do texto. Esse colegiado terá entre 10 e 40 sessões do plenário para emitir parecer antes que a matéria seja levada à votação final.

Paralelamente, o governo federal apresentou um projeto de lei com urgência constitucional que também trata do tema. A proposta do Executivo prevê o fim da escala 6×1 e a redução da jornada para 40 horas semanais.

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Projetos com urgência precisam ser votados em até 45 dias ou passam a trancar a pauta do plenário.

Apesar disso, a Câmara deve manter o andamento da PEC. Segundo o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), as duas propostas podem avançar de forma simultânea.

O governo defende que o projeto de lei pode gerar efeitos mais rápidos, enquanto a PEC garantiria a consolidação definitiva das mudanças na Constituição.

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