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Deu Match entre Coldplay e Mauro Mendes! #Globalcitizenlive

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Primeiro a banda britânica Coldplay, uma das melhores do Mundo, fez uma provocação e convocou os governadores da Amazônia para um pacto internacional pela preservação ambiental.

"Os estados que vocês representam têm uma grande oportunidade de fazer história no assunto mudanças climáticas. Vocês vão se juntar a nós no Global Citizen Live com compromissos de conservação e adaptação?", postou a banda em sua conta oficial do Twitter.

Instigado pelo apelo, o governador Mauro Mendes deu uma resposta direta e lacrou: “62% do território de Mato Grosso está totalmente intacto”.

E o governador ainda fez um convite especial para a banda: 

"A banda @coldplay nos convidou para participar do #globalcitizenlive , importante evento sobre preservação ambiental e compromissos com o clima. Aproveitamos para convidá-los a conhecer Mato Grosso e conferir de perto o importante trabalho que desenvolvemos em prol do meio ambiente", disse o governador. 
 

É, pelo visto Deu Match! Só esperamos que dessas postagens lacradoras saiam realmente grandes projetos de preservação ambiental. 

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Coldplay é grande nos palcos e quando o assunto é preservação ambiental. Os caras realmente vestem a camisa. 

Por outro lado, Mato Grosso também é um gigante da economia agro mundial e talvez em preservação do meio ambiente, apesar do avanço das lavouras. 

Que o Match vire um romance de longo prazo! O meio ambiente agradece 

 

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Quilombolas de Poconé denunciam ameaças e danos ambientais em território tradicional

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A Comunidade Quilombola Carretão, localizada na zona rural de Poconé (MT), completa mais de uma década imersa em um conflito fundiário que parece longe de um desfecho. Com processos judiciais arrastados desde 2013, as famílias remanescentes relatam um cenário de cerceamento de direitos, impactos ambientais severos e um clima de insegurança que já forçou a saída de diversos moradores do território ancestral.

O caso ganhou um novo capítulo no início de julho de 2026, com uma visita técnica do Ministério Público Federal (MPF) à região. A diligência buscou colher depoimentos e observar in loco as condições das famílias que reivindicam a regularização da área, atualmente ocupada por dois produtores rurais.

Memória e fé sob cadeados

Uma das denúncias mais sensíveis apresentadas pela comunidade envolve o impedimento de acesso ao antigo cemitério local. Segundo os quilombolas, o espaço abriga antepassados sepultados há cerca de três séculos. O fechamento de porteiras com cadeados teria interrompido rituais de visitação e manutenção, ferindo não apenas o direito possessório, mas o patrimônio histórico e cultural da comunidade.

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O “Córrego do Nilo” e o rastro da seca

No campo ambiental, os moradores apontam intervenções que teriam alterado o curso de nascentes para favorecer a atividade agropecuária. O histórico “Córrego do Nilo”, essencial para o abastecimento das famílias, teria sofrido desvios por meio de canais de drenagem, resultando em valas secas onde antes a água corria naturalmente. Até o momento, órgãos ambientais ainda não emitiram laudos públicos que confirmem a extensão dos danos.

Rastro de violência e medo

A disputa também é marcada por um histórico de violência. Lideranças afirmam que mais de 15 boletins de ocorrência foram registrados em Poconé e Várzea Grande nos últimos anos. Os relatos incluem ameaças diretas e disparos de arma de fogo próximos às residências, táticas de intimidação que, segundo a comunidade, visam expulsar os remanescentes da área em litígio.

O caminho da Justiça

Embora os quilombolas questionem a validade de documentos cartoriais apresentados pelos ocupantes, o Poder Judiciário ainda não proferiu uma decisão definitiva sobre possíveis fraudes ou ilegalidades.

A reportagem mantém o espaço aberto para as manifestações dos produtores rurais citados, do Incra e das demais autoridades mencionadas. A expectativa agora recai sobre os desdobramentos da visita do MPF, que pode acelerar a solução de um conflito que atravessa gerações e mantém em xeque a segurança jurídica e a dignidade da Comunidade Carretão.

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