AUTO DA PAIXÃO

“Hoje sentimos uma renovação da nossa fé”, afirma espectadora após apresentação do espetáculo promovido pelo Governo de MT

Publicado em

A segunda apresentação do Auto da Paixão de Cristo 2025, realizado pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), por meio do programa SER Família Fé e Vida, idealizado pela primeira-dama Virginia Mendes, emocionou mais uma vez o público presente na última quarta-feira (16.0).

A encenação, que segue até o próximo domingo de Páscoa (20.0), proporcionou uma experiência inesquecível, marcada por lágrimas, reflexões e comoção.

Segundo a primeira-dama Virginia Mendes, idealizadora do programa SER Família Fé e Vida, a presença da população tem sido marcante.

“A chuva que caiu antes do início do espetáculo trouxe uma benção especial a todos. Pelos relatos que tenho ouvido, as pessoas se sentem tocadas pela apresentação e pelo desempenho dos envolvidos. É um momento especial para refletir sobre nossas atitudes e como o amor de Jesus é imenso por todos nós”, afirmou ela.

“Não tem como não se emocionar. Eu não consegui conter as lágrimas. Eu queria muito que a população tivesse acesso a um evento de qualidade e que agregasse algo na vida das pessoas. Acho que essa é nossa missão quando temos a oportunidade de trabalhar por nossa gente”, completou Virginia Mendes.

Leia Também:  Ministério Público chancela nomes de candidatos ao TJMT

Maristela Benedita Caldas de Souza, moradora do bairro Jardim Imperial em Cuiabá, resumiu o sentimento de muitas pessoas presentes.

“Então, já fazia um bom tempo que eu não assistia a esse espetáculo em Mato Grosso. Achei uma iniciativa muito boa, uma renovação de fé! É muito bom, um momento de reflexão, um renascimento de Jesus nessa Páscoa. Que não seja somente ovo de Páscoa, mas também a lembrança da sua morte, que renova nossa fé e nossa esperança”, destacou.

Bárbara Cristina da Silva Freitas de Oliveira, moradora do bairro Jardim Santa Amália, em Cuiabá, veio de outro Estado onde eventos dessa magnitude e impacto não são frequentes.

“Nós viemos do Amazonas, lá onde eu morava não acontecia um espetáculo como este. Não é comum lá, porque é uma área indígena. Então, eram outros tipos de espetáculos. Estamos acompanhando o primeiro ano desse espetáculo maravilhoso aqui em Mato Grosso, faz três anos que nos mudamos, e olha, me surpreendi, está incrível! Estou amando e meus filhos vieram também, estão gostando bastante. Está tudo incrível”, explicou.

A secretária de Estado de Assistência Social e Cidadania, coronel Grasi Paes, enalteceu a iniciativa da primeira-dama.

Leia Também:  Menina de 9 anos com necessidades especiais engravida após ser estuprada pelo próprio pai

“O programa SER Família Fé e Vida demonstra mais uma vez o olhar sensível da primeira-dama Virginia Mendes para as necessidades espirituais e culturais da população. Eventos como o Auto da Paixão de Cristo fortalecem a nossa fé e promovem a união da comunidade, proporcionando momentos de reflexão e celebração da vida, tão importantes para o bem-estar de todos os mato-grossenses”, finalizou Grasi.

Mutirão da Cidadania

Além do espetáculo, o evento integrou o Mutirão da Cidadania, que também segue até domingo (20.4), das 14h às 18h, oferecendo serviços gratuitos à população como emissão de segunda via de documentos, orientações diversas e atendimento psicológico voltado à promoção de direitos, preservação e fortalecimento de vínculos familiares, além de informações sobre o programa SER Família. A combinação da arte com o acesso a serviços essenciais reforça o compromisso do Governo de Mato Grosso com o bem-estar social.

Programação do Auto da Paixão de Cristo 2025:

Quinta-feira (17.4): 19h

Sexta-feira (18.4): 18h30 e 21h

Sábado (19.4): 19h

Domingo (20.4): 19h

Entre no grupo do Folha360 no WhatsApp e receba notícias em tempo real (CLIQUE AQUI).

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

Pinga Fogo

Quilombolas de Poconé denunciam ameaças e danos ambientais em território tradicional

Published

on

A Comunidade Quilombola Carretão, localizada na zona rural de Poconé (MT), completa mais de uma década imersa em um conflito fundiário que parece longe de um desfecho. Com processos judiciais arrastados desde 2013, as famílias remanescentes relatam um cenário de cerceamento de direitos, impactos ambientais severos e um clima de insegurança que já forçou a saída de diversos moradores do território ancestral.

O caso ganhou um novo capítulo no início de julho de 2026, com uma visita técnica do Ministério Público Federal (MPF) à região. A diligência buscou colher depoimentos e observar in loco as condições das famílias que reivindicam a regularização da área, atualmente ocupada por dois produtores rurais.

Memória e fé sob cadeados

Uma das denúncias mais sensíveis apresentadas pela comunidade envolve o impedimento de acesso ao antigo cemitério local. Segundo os quilombolas, o espaço abriga antepassados sepultados há cerca de três séculos. O fechamento de porteiras com cadeados teria interrompido rituais de visitação e manutenção, ferindo não apenas o direito possessório, mas o patrimônio histórico e cultural da comunidade.

Leia Também:  Abilio: “Se Wellington juntar com o MDB, eu não estarei próximo”

O “Córrego do Nilo” e o rastro da seca

No campo ambiental, os moradores apontam intervenções que teriam alterado o curso de nascentes para favorecer a atividade agropecuária. O histórico “Córrego do Nilo”, essencial para o abastecimento das famílias, teria sofrido desvios por meio de canais de drenagem, resultando em valas secas onde antes a água corria naturalmente. Até o momento, órgãos ambientais ainda não emitiram laudos públicos que confirmem a extensão dos danos.

Rastro de violência e medo

A disputa também é marcada por um histórico de violência. Lideranças afirmam que mais de 15 boletins de ocorrência foram registrados em Poconé e Várzea Grande nos últimos anos. Os relatos incluem ameaças diretas e disparos de arma de fogo próximos às residências, táticas de intimidação que, segundo a comunidade, visam expulsar os remanescentes da área em litígio.

O caminho da Justiça

Embora os quilombolas questionem a validade de documentos cartoriais apresentados pelos ocupantes, o Poder Judiciário ainda não proferiu uma decisão definitiva sobre possíveis fraudes ou ilegalidades.

A reportagem mantém o espaço aberto para as manifestações dos produtores rurais citados, do Incra e das demais autoridades mencionadas. A expectativa agora recai sobre os desdobramentos da visita do MPF, que pode acelerar a solução de um conflito que atravessa gerações e mantém em xeque a segurança jurídica e a dignidade da Comunidade Carretão.

Leia Também:  Ministério Público chancela nomes de candidatos ao TJMT

Entre no grupo do Folha360 no WhatsApp e receba notícias em tempo real (CLIQUE AQUI).

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA