PREVISÃO INMET

Semana será com frente fria; mínima de 16°C na capital

Publicado em

A frente fria que tem atingido o país desde a última sexta-feira (24), trazendo chuva e frio principalmente para os estados do Centro-Sul, continua durante esta semana. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), a previsão em Mato Grosso é de mínima entre 14ºC e 16°C e a máxima varia entre 27ºC e 31ºC. Acompanhe a previsão para Cuiabá e alguns municípios de Mato Grosso a seguir:
Cuiabá – Ainda nesta segunda-feira (27), a máxima é de 23°C e a mínima é de 16°C, com tempo nublado. Ao longo da semana a temperatura varia entre a mínima de 16ºC e 19°C e a máxima entre 27ºC e 31ºC.

Chapada dos Guimarães – Nesta segunda-feira a temperatura mínima é de 14°C e a máxima de 30°C. Ao longo da semana, a temperatura varia entre a mínima de 12ºC e 17°C e a máxima 29°C a 34ºC.
Rondonópolis – Nesta segunda (27) a previsão é de temperatura mínima de 15ºC e máxima de 26ºC. Durante a semana, a temperatura varia entre a mínima de 14ºC e 17ºC e a máxima entre 28ºC e 31ºC.
Cáceres – Para esta segunda, a mínima de 14ºC e a máxima de 24ºC. Durante os próximos dias da semana, a temperatura pode variar entre 12ºC e 15°C e a máxima entre 25ºC e 33ºC.
Sinop – Esta segunda a previsão a máxima é de 34ºC e a mínima de 18°C. Durante a semana a temperatura varia entre 17ºC e 18ºC e a máxima entre 31ºC e 33ºC.
Sorriso – Para esta segunda (27) a mínima é de 16ºC e a máxima é de 33ºC. Durante os próximos dias da semana, a temperatura mínima pode variar entre 15ºC e 17ºC e a máxima varia entre 33ºC e 34ºC.
Alertas
Para receber os alertas da Defesa Civil, basta enviar um SMS para o número 40199 com o CEP de seu interesse. O recebimento das mensagens é gratuito.

Leia Também:  A coragem de Mauro Mendes

Entre no grupo do Folha360 no WhatsApp e receba notícias em tempo real (CLIQUE AQUI).

 

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

Pinga Fogo

Quilombolas de Poconé denunciam ameaças e danos ambientais em território tradicional

Published

on

A Comunidade Quilombola Carretão, localizada na zona rural de Poconé (MT), completa mais de uma década imersa em um conflito fundiário que parece longe de um desfecho. Com processos judiciais arrastados desde 2013, as famílias remanescentes relatam um cenário de cerceamento de direitos, impactos ambientais severos e um clima de insegurança que já forçou a saída de diversos moradores do território ancestral.

O caso ganhou um novo capítulo no início de julho de 2026, com uma visita técnica do Ministério Público Federal (MPF) à região. A diligência buscou colher depoimentos e observar in loco as condições das famílias que reivindicam a regularização da área, atualmente ocupada por dois produtores rurais.

Memória e fé sob cadeados

Uma das denúncias mais sensíveis apresentadas pela comunidade envolve o impedimento de acesso ao antigo cemitério local. Segundo os quilombolas, o espaço abriga antepassados sepultados há cerca de três séculos. O fechamento de porteiras com cadeados teria interrompido rituais de visitação e manutenção, ferindo não apenas o direito possessório, mas o patrimônio histórico e cultural da comunidade.

Leia Também:  PREVIDÊNCIA: Lúdio, Dr. João, Barranco, Thiago, João Batista, Claudinei e Paulo tentaram impedir alta

O “Córrego do Nilo” e o rastro da seca

No campo ambiental, os moradores apontam intervenções que teriam alterado o curso de nascentes para favorecer a atividade agropecuária. O histórico “Córrego do Nilo”, essencial para o abastecimento das famílias, teria sofrido desvios por meio de canais de drenagem, resultando em valas secas onde antes a água corria naturalmente. Até o momento, órgãos ambientais ainda não emitiram laudos públicos que confirmem a extensão dos danos.

Rastro de violência e medo

A disputa também é marcada por um histórico de violência. Lideranças afirmam que mais de 15 boletins de ocorrência foram registrados em Poconé e Várzea Grande nos últimos anos. Os relatos incluem ameaças diretas e disparos de arma de fogo próximos às residências, táticas de intimidação que, segundo a comunidade, visam expulsar os remanescentes da área em litígio.

O caminho da Justiça

Embora os quilombolas questionem a validade de documentos cartoriais apresentados pelos ocupantes, o Poder Judiciário ainda não proferiu uma decisão definitiva sobre possíveis fraudes ou ilegalidades.

A reportagem mantém o espaço aberto para as manifestações dos produtores rurais citados, do Incra e das demais autoridades mencionadas. A expectativa agora recai sobre os desdobramentos da visita do MPF, que pode acelerar a solução de um conflito que atravessa gerações e mantém em xeque a segurança jurídica e a dignidade da Comunidade Carretão.

Leia Também:  BR-364 será interditada em Rondonópolis nesta sexta-feira

Entre no grupo do Folha360 no WhatsApp e receba notícias em tempo real (CLIQUE AQUI).

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA