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Autor de homicídio em bar de Alta Floresta é preso pela Polícia Civil em Apiacás

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O autor de um homicídio ocorrido no mês de maio em Alta Floresta (803 km ao norte de Cuiabá) teve o mandado de prisão preventiva cumprido pela Polícia Civil, na sexta-feira (22.09), após ser localizado na cidade de Apiacás.

O crime que vitimou Leandro Klauss ocorreu no dia 1º de maio, em frente a um bar, no bairro Cidade Alta, em Alta Floresta, ocasião em que durante uma discussão o suspeito acertou a vítima com um golpe de machadinha. A vítima não resistiu ao ferimento e morreu no local.

Logo após tomar conhecimento dos fatos, os investigadores da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa da Delegacia Municipal de Alta Floresta iniciaram as investigações, conseguindo identificar o autor do crime, que havia foragido. Com base nas informações apuradas, foi representando pelo mandado de prisão preventiva contra o suspeito, que foi deferido pela Justiça.

Em continuidade ao trabalho investigativo e com o apoio da Delegacia de Polícia de Apiacás, foi descoberto que o autor do crime estava trabalhando numa fazenda no município. Com informação do possível paradeiro do foragido, as equipes da DHPP de Alta Floresta e da Delegacia de Apiacás realizaram diligências na zona rural com a finalidade de dar cumprimento ao mandado, porém o suspeito conseguiu se evadir pelo interior da mata.

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De posse da fotografia do suspeito, equipes da Delegacia de Apiacás com apoio da Polícia Militar realizando patrulhamento em estradas vicinais conseguiram localizar o foragido por volta das 19 horas de sexta-feira (22), caminhando em direção a área urbana do município com uma mochila nas costas.

O suspeito foi detido e encaminhado à delegacia para as providências cabíveis e posteriormente passará por audiência de custódia, ficando à disposição da Justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil deflagra operação contra lavagem de dinheiro de facção em quatro estados

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A Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quarta-feira (26), a Operação Dissolução Forçada, voltada a desarticular um esquema de lavagem de dinheiro ligado a uma facção criminosa. Ao todo, 48 ordens judiciais estão sendo cumpridas em Mato Grosso, Paraná, Goiás e São Paulo.

Entre as ações estão 18 mandados de busca e apreensão e 24 bloqueios de contas bancárias de pessoas físicas e jurídicas, que podem somar até R$ 12 milhões. A Justiça também determinou a suspensão das atividades comerciais de seis empresas.

As decisões foram autorizadas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo Sinop, a partir das investigações conduzidas pela Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco) de Sinop.

As ordens são cumpridas simultaneamente em Sinop, Cuiabá, Várzea Grande, Rondonópolis e Matupá, em Mato Grosso, além de Loanda (PR), Goiânia (GO) e São Paulo (SP).

As equipes policiais foram coordenadas a partir de pontos de comando instalados em Sinop e Cuiabá, com apoio de investigadores e policiais civis das delegacias das cidades onde as medidas são executadas.

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Segundo as investigações, a facção estaria envolvida com tráfico de drogas, lavagem de capitais e outros crimes. O grupo teria movimentado mais de R$ 12 milhões entre 2024 e 2025.

A apuração identificou ainda o uso de pessoas jurídicas para movimentar e ocultar recursos provenientes das atividades criminosas, dando aparência de legalidade ao dinheiro. Por isso, além das buscas, a Justiça determinou o bloqueio de valores e a suspensão das atividades das seis empresas apontadas na investigação.

De acordo com a Polícia Civil, as medidas buscam interromper o fluxo financeiro usado pela organização criminosa e dificultar a movimentação dos recursos obtidos de forma ilícita. A estratégia também pretende atingir diretamente o patrimônio e a estrutura financeira da facção.

Para os investigadores, a descapitalização é considerada fundamental para reduzir a capacidade de reorganização do grupo e impedir o reinvestimento do dinheiro proveniente de crimes.

As investigações continuam com o objetivo de identificar outros envolvidos e aprofundar a apuração sobre a estrutura financeira utilizada pela organização criminosa.

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