ESTUPRO DE VULNERÁVEL

Avô é preso após estuprar a própria neta de 11 anos em Mato Grosso

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Um homem, de 54 anos, foi preso preventivamente pela Polícia Civil, nesta quinta-feira (18), sob a acusação de estuprar a própria neta, de 11 anos, no distrito de Vale dos Sonhos, em Barra do Garças. A captura foi realizada por agentes da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher (DEDM).

O caso começou a ser investigado após a criança relatar que havia sido submetida a atos libidinosos pelo avô em três ocasiões diferentes. Diante da denúncia, a equipe policial acionou o Conselho Tutelar e comunicou os fatos à mãe da vítima, que até então desconhecia a situação.

A delegada responsável pela investigação representou pela prisão preventiva do suspeito com base nos depoimentos e nos exames periciais que comprovaram os abusos. O pedido recebeu parecer favorável do Ministério Público e foi deferido pelo Poder Judiciário.

O investigado foi conduzido à delegacia para a formalização do boletim de ocorrência após a prisão. Ele passou por exames de corpo de delito e foi encaminhado a uma unidade prisional da região, onde permanece à disposição da Justiça.

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As investigações prosseguem para esclarecer todas as circunstâncias do crime e garantir a proteção integral da menor.

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Vereadores são alvo de operação que investiga desvio de R$ 1,95 milhão em cestas básicas

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Vereadores e outros investigados foram alvos da Operação Mesa Vazia, deflagrada pela Polícia Civil na manhã desta sexta-feira (3), para apurar um suposto esquema de desvio de cestas básicas e kits de higiene e limpeza destinados a famílias em situação de vulnerabilidade social em Barra do Garças.

De acordo com as investigações, aproximadamente 13 mil cestas básicas e kits teriam sido desviados, causando um prejuízo estimado em R$ 1,95 milhão aos cofres públicos. A Polícia Civil não divulgou os nomes dos investigados.

Os produtos faziam parte do Programa SER Família Solidário, coordenado pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), e deveriam ser distribuídos a famílias previamente cadastradas por meio de órgãos públicos e entidades devidamente credenciadas.

No entanto, as apurações apontam que parte desse material teria sido desviada para um esquema paralelo de distribuição, realizado sem controle institucional e sem qualquer prestação de contas.

Durante a investigação, os policiais identificaram inconsistências entre os registros oficiais de entrega e a quantidade de produtos efetivamente recebida por representantes de entidades beneficiadas.

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Para avançar na apuração, a Justiça autorizou o cumprimento de mandados de busca e apreensão, quebra de sigilo de dados, afastamento de agentes públicos de suas funções e outras medidas cautelares, incluindo a proibição de contato entre os investigados e o impedimento de frequentarem locais relacionados aos fatos investigados.

Segundo a Polícia Civil, os alimentos e kits eram retirados em centros oficiais de distribuição, principalmente em Cuiabá, e transportados até Barra do Garças. Em vez de serem encaminhados às instituições responsáveis pela entrega às famílias, parte da carga teria sido levada para imóveis particulares, chácaras, sedes de associações e outros locais privados, onde ocorria uma redistribuição considerada irregular.

As investigações indicam que o esquema funcionava por meio de dois modelos distintos. O primeiro seguia o fluxo regular, com solicitação formal, documentação, entrega por órgãos competentes e prestação de contas. Já o segundo utilizava um fluxo paralelo, no qual os produtos eram movimentados com aparência de legalidade, por meio de entidades, documentos considerados suspeitos e representantes sem legitimidade formal, mas sem o devido controle dos órgãos públicos.

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A Polícia Civil continua as investigações para identificar todos os envolvidos, esclarecer a extensão do esquema e apurar o destino final dos produtos que deveriam beneficiar famílias em situação de vulnerabilidade social.

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