POLÍCIA

Criminoso que liderava comércio de drogas em Primavera do Leste é preso pela Polícia Civil

Publicado em

Policiais civis de Primavera do Leste prenderam nesta quarta-feira (13.09) um criminoso responsável pela gerência de uma facção e estava foragido da Operação Alter Ego, deflagrada pela Polícia Civil em dezembro passado.

R.T.D.O., de 41 anos, é apontado nas investigações da Polícia Civil como líder da facção criminosa nas cidades da região de Primavera do Leste. Ele assumiu a função após a prisão de Leandro Miranda dos Santos, o ‘Leo do Chevette’, no ano passado, durante operação conjunta das Polícias Civis de de Mato Grosso e de Goiás.

O criminoso foi investigado na Operação Alter Ego, deflagrada em dezembro para o cumprimento de 244 ordens judiciais de prisão preventiva e buscas e apreensão. Ele foi denunciado e é réu na ação penal, decorrente da operação, que tramita na 7ª Vara Criminal de Cuiabá.

Ele se escondeu no interior do estado do Pará, de onde mantinha o comando e o controle das atividades criminosas na região de Primavera do Leste.

Leia Também:  Autor de diversos furtos em comércios de Nova Mutum é preso pela Polícia Civil

Localização

Diligências investigativas da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Primavera do Leste apuraram que R.D.O estava na cidade para recolher dinheiro tráfico de entorpecentes. Para se esconder da polícia, ele estava utilizando uma identidade falsa.

Nesta terça-feira, as equipes policiais localizaram a residência onde estava o criminoso e deu cumprimento ao mandado de prisão decretado pelos delitos de tráfico e associação para o tráfico e organização criminosa.

Na residência onde o criminoso estava, os policiais localizaram porções de maconha e anotações de venda de drogas. Diante do material encontrado, ele e a esposa foram autuados em flagrante por tráfico e associação para o tráfico.

Fonte: Policia Civil MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

POLÍCIA

Dois suspeitos de torturar homem durante “salve” morrem em confronto com a PM

Published

on

Dois homens morreram após serem baleados durante um confronto com a Polícia Militar, na tarde de quinta-feira (8), em um hotel no município de Sapezal, a 480 quilômetros de Cuiabá. Eles são suspeitos de manter um homem de 34 anos em cárcere privado e submetê-lo a sessões de tortura, em uma prática conhecida como “salve”, associada a punições impostas por facções criminosas.

Os mortos foram identificados como José Miguel Javier Salazar, de 28 anos, e Jociney Kenned de Almeida Araújo, de 30 anos. A vítima foi encontrada amarrada e com diversos ferimentos dentro de um quarto do Hotel Dallas, onde ocorreu a intervenção policial.

De acordo com a Polícia Militar, a equipe foi acionada após receber uma denúncia de que um homem estaria sendo mantido contra a própria vontade no estabelecimento e sofrendo agressões.

Ao chegar ao hotel, os militares ouviram vozes vindas de um dos quartos. Durante a verificação, encontraram a vítima com as mãos e os pés amarrados, apresentando escoriações pelo corpo e sinais de asfixia.

Leia Também:  Adolescente é baleado na porta de casa e criança de 8 anos leva tiro de raspão

Segundo a versão registrada pela Polícia Militar, os dois suspeitos estavam armados com um revólver calibre .357 no momento da abordagem.

Ainda conforme o boletim de ocorrência, um deles teria apontado a arma em direção a um dos policiais, mesmo após receber ordens para soltá-la.

Diante da ameaça relatada, os militares efetuaram disparos contra os suspeitos.

José Miguel e Jociney foram atingidos e receberam atendimento de equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e do Corpo de Bombeiros.

Os dois foram encaminhados ao Hospital Santa Marceliana, mas não resistiram aos ferimentos.

O homem de 34 anos foi resgatado com vida e recebeu atendimento médico. A gravidade de seu estado de saúde não foi informada.

No quarto, os policiais encontraram o revólver calibre .357, que continha cinco munições. A arma foi preservada no local para os procedimentos periciais.

Durante o atendimento da ocorrência, a proprietária do Hotel Dallas compareceu ao estabelecimento e apresentou aos policiais um relato de ameaças que teria sofrido dias antes.

Leia Também:  Mulher é presa pela PM com 257 porções de entorpecentes em Cuiabá

Segundo a mulher, integrantes de uma facção criminosa a ameaçaram de morte e a expulsaram do próprio hotel.

A informação foi registrada pelas autoridades e deverá ser considerada durante a investigação para esclarecer se as ameaças têm relação com o sequestro e as agressões sofridas pela vítima.

A ocorrência foi registrada pelos crimes de sequestro e cárcere privado, tortura mediante sequestro, porte ilegal de arma de fogo de uso restrito ou proibido, desobediência e lesão corporal.

As circunstâncias do confronto que terminou com a morte dos dois suspeitos, assim como a possível participação de uma facção criminosa no caso, serão investigadas pelas autoridades competentes.

Entre no grupo do Folha360 no WhatsApp e receba notícias em tempo real (CLIQUE AQUI).

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA