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Governo de MT entrega pistolas e obras da PM e Sema em Rondonópolis

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O Governo de Mato Grosso entrega nesta terça-feira (20.06), a partir das 15h30, novas pistolas e munições para o 4° Comando Regional da Polícia Militar, em Rondonópolis. Na cidade, o Governo também entrega o prédio da nova sede da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema).

A primeira agenda tem início às 15h30, na sede do 4° Comando Regional da Polícia Militar. Serão entregues 27.400 munições e 548 pistolas modelo Glock para cautela permanente dos agentes, que atendem Rondonópolis e outros 14 municípios que compõem o 4°CR. O investimento é de R$ 1,37 milhão.

Ainda na sede do 4°CR, o Governo entrega a reforma do auditório da unidade, que recebeu o investimento de R$ 275 mil, proveniente de um Termo de Ajustamento de Conduta com o Poder Judiciário e o Ministério Público do Estado.

Já a partir das 16h o Governo entrega a nova sede da Secretaria de Estado de Meio Ambiente no município. Com 735 m² de área construída, a estrutura estadual foi reformada e transformada em uma sede moderna e equipada para a atuação do órgão ambiental. O investimento é de R$ 1,5 milhão.

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A Regional conta com uma equipe multidisciplinar para atender os moradores de Rondonópolis, Alto Araguaia, Alto Garças, Alto Taquari, Campo Verde, Dom Aquino, Guiratinga, Itiquira, Jaciara, Juscimeira, Paranatinga, Pedra Preta, Primavera do Leste, Poxoréu, Santo Antônio do Leste, São José do Povo, São Pedro da Cipa e Tesouro.

Entre as atividades da unidade estão fiscalização ambiental e emissão de licenciamento ambiental de atividades de indústria (LAC e LAS), de infraestrutura, mineração, serviços e atividades agropecuárias.

Serviço
Governo de MT entrega pistolas e obras da polícia militar e Sema em Rondonópolis

Data: Terça-feira (20.06)
Horários: 15h30 e 16h
Locais: Sede do 4° Comando Regional da PM e sede da Diretoria Regional da Sema

Fonte: PM MT – MT

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Vereadores são alvo de operação que investiga desvio de R$ 1,95 milhão em cestas básicas

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Vereadores e outros investigados foram alvos da Operação Mesa Vazia, deflagrada pela Polícia Civil na manhã desta sexta-feira (3), para apurar um suposto esquema de desvio de cestas básicas e kits de higiene e limpeza destinados a famílias em situação de vulnerabilidade social em Barra do Garças.

De acordo com as investigações, aproximadamente 13 mil cestas básicas e kits teriam sido desviados, causando um prejuízo estimado em R$ 1,95 milhão aos cofres públicos. A Polícia Civil não divulgou os nomes dos investigados.

Os produtos faziam parte do Programa SER Família Solidário, coordenado pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), e deveriam ser distribuídos a famílias previamente cadastradas por meio de órgãos públicos e entidades devidamente credenciadas.

No entanto, as apurações apontam que parte desse material teria sido desviada para um esquema paralelo de distribuição, realizado sem controle institucional e sem qualquer prestação de contas.

Durante a investigação, os policiais identificaram inconsistências entre os registros oficiais de entrega e a quantidade de produtos efetivamente recebida por representantes de entidades beneficiadas.

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Para avançar na apuração, a Justiça autorizou o cumprimento de mandados de busca e apreensão, quebra de sigilo de dados, afastamento de agentes públicos de suas funções e outras medidas cautelares, incluindo a proibição de contato entre os investigados e o impedimento de frequentarem locais relacionados aos fatos investigados.

Segundo a Polícia Civil, os alimentos e kits eram retirados em centros oficiais de distribuição, principalmente em Cuiabá, e transportados até Barra do Garças. Em vez de serem encaminhados às instituições responsáveis pela entrega às famílias, parte da carga teria sido levada para imóveis particulares, chácaras, sedes de associações e outros locais privados, onde ocorria uma redistribuição considerada irregular.

As investigações indicam que o esquema funcionava por meio de dois modelos distintos. O primeiro seguia o fluxo regular, com solicitação formal, documentação, entrega por órgãos competentes e prestação de contas. Já o segundo utilizava um fluxo paralelo, no qual os produtos eram movimentados com aparência de legalidade, por meio de entidades, documentos considerados suspeitos e representantes sem legitimidade formal, mas sem o devido controle dos órgãos públicos.

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A Polícia Civil continua as investigações para identificar todos os envolvidos, esclarecer a extensão do esquema e apurar o destino final dos produtos que deveriam beneficiar famílias em situação de vulnerabilidade social.

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