mulher foi presa

Homem é espancado até a morte e corpo é escondido em quintal abandonado na Capital

Publicado em

O corpo de um homem, ainda não identificado, foi encontrado escondido no quintal de uma casa, no bairro Nova Esperança 2, em Cuiabá, no final da tarde dessa quinta-feira (30). O cadáver estava coberto por diversas folhas de bananeira. A Vítima foi espancada até a morte.

De acordo com informações, uma equipe foi acionada após ser informada que um homem estava contando que tinha matado uma pessoa na quarta-feira (29) e que deixou o corpo em uma casa abandonada, frequentada por usuários de drogas. Com base nas informações, a polícia fez rondas até o local.

Quando chegou no imóvel indicado, percebeu uma mulher que demonstrou nervosismo e entrou na residência. Ela foi abordada logo em seguida. Ao ser questionada sobre o possível crime, confirmou o fato. Disse que o autor do homicídio era seu companheiro, de 38 anos, que não estava no local.

Em buscas pela casa, no quintal, a polícia encontrou uma coberta branca com manchas de sangue. Entre o muro, foi observada uma grande quantidade de folhas de bananeiras. Quando os policias mexeram, encontraram o corpo de um homem. A vegetação foi utilizada para esconder o cadáver e disfarçar o odor.

Leia Também:  Megaoperação internacional invade endereços de pedófilos em Cuiabá e Lucas do Rio Verde

A mulher foi detida, a identidade dela não foi divulgada. O caso está sob investigação.

Entre no grupo do Folha360 no WhatsApp e receba notícias em tempo real (CLIQUE AQUI).

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

POLÍCIA

Vereadores são alvo de operação que investiga desvio de R$ 1,95 milhão em cestas básicas

Published

on

Vereadores e outros investigados foram alvos da Operação Mesa Vazia, deflagrada pela Polícia Civil na manhã desta sexta-feira (3), para apurar um suposto esquema de desvio de cestas básicas e kits de higiene e limpeza destinados a famílias em situação de vulnerabilidade social em Barra do Garças.

De acordo com as investigações, aproximadamente 13 mil cestas básicas e kits teriam sido desviados, causando um prejuízo estimado em R$ 1,95 milhão aos cofres públicos. A Polícia Civil não divulgou os nomes dos investigados.

Os produtos faziam parte do Programa SER Família Solidário, coordenado pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), e deveriam ser distribuídos a famílias previamente cadastradas por meio de órgãos públicos e entidades devidamente credenciadas.

No entanto, as apurações apontam que parte desse material teria sido desviada para um esquema paralelo de distribuição, realizado sem controle institucional e sem qualquer prestação de contas.

Durante a investigação, os policiais identificaram inconsistências entre os registros oficiais de entrega e a quantidade de produtos efetivamente recebida por representantes de entidades beneficiadas.

Leia Também:  Governo faz mudança no secretariado e Luluca deixa SEAF

Para avançar na apuração, a Justiça autorizou o cumprimento de mandados de busca e apreensão, quebra de sigilo de dados, afastamento de agentes públicos de suas funções e outras medidas cautelares, incluindo a proibição de contato entre os investigados e o impedimento de frequentarem locais relacionados aos fatos investigados.

Segundo a Polícia Civil, os alimentos e kits eram retirados em centros oficiais de distribuição, principalmente em Cuiabá, e transportados até Barra do Garças. Em vez de serem encaminhados às instituições responsáveis pela entrega às famílias, parte da carga teria sido levada para imóveis particulares, chácaras, sedes de associações e outros locais privados, onde ocorria uma redistribuição considerada irregular.

As investigações indicam que o esquema funcionava por meio de dois modelos distintos. O primeiro seguia o fluxo regular, com solicitação formal, documentação, entrega por órgãos competentes e prestação de contas. Já o segundo utilizava um fluxo paralelo, no qual os produtos eram movimentados com aparência de legalidade, por meio de entidades, documentos considerados suspeitos e representantes sem legitimidade formal, mas sem o devido controle dos órgãos públicos.

Leia Também:  Programa "Enxergar é Humanizar" é destaque nacional em encontro realizado pela Fundação Abrinq

A Polícia Civil continua as investigações para identificar todos os envolvidos, esclarecer a extensão do esquema e apurar o destino final dos produtos que deveriam beneficiar famílias em situação de vulnerabilidade social.

Entre no grupo do Folha360 no WhatsApp e receba notícias em tempo real (CLIQUE AQUI).

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA