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Idosa é roubada e estuprada dentro de casa no interior de MT; agressor está foragido

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Uma mulher de 62 anos foi vítima de roubo e estupro na noite de sábado (9), em sua chácara localizada próximo a Apiacás (1.010 km ao norte de Cuiabá). O principal suspeito, já identificado pela Polícia Militar, segue foragido.

Segundo informações da PM, a ocorrência foi registrada por volta das 22h. A vítima, que mora sozinha, relatou que dois homens em uma motocicleta de cor laranja chegaram à propriedade. O garupa se aproximou e pediu um isqueiro emprestado. Ele foi prontamente reconhecido pela moradora como um conhecido da cidade.

Após devolver o isqueiro e deixar o local, a dupla retornou minutos depois. Desta vez, apenas o condutor da moto voltou, com o rosto parcialmente coberto por uma camiseta. A vítima reconheceu o agressor antes que ele anunciasse o assalto. Sob ameaça, ele consumou o estupro e fugiu levando R$ 350.

Durante as buscas, a PM localizou o homem que havia pedido o isqueiro. Ele admitiu ter ido até a chácara, mas alegou que não participou do crime e que teria ido para casa após devolver o objeto. O autor do ataque não foi encontrado e a Polícia Civil investiga o caso.

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Vereadores são alvo de operação que investiga desvio de R$ 1,95 milhão em cestas básicas

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Vereadores e outros investigados foram alvos da Operação Mesa Vazia, deflagrada pela Polícia Civil na manhã desta sexta-feira (3), para apurar um suposto esquema de desvio de cestas básicas e kits de higiene e limpeza destinados a famílias em situação de vulnerabilidade social em Barra do Garças.

De acordo com as investigações, aproximadamente 13 mil cestas básicas e kits teriam sido desviados, causando um prejuízo estimado em R$ 1,95 milhão aos cofres públicos. A Polícia Civil não divulgou os nomes dos investigados.

Os produtos faziam parte do Programa SER Família Solidário, coordenado pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), e deveriam ser distribuídos a famílias previamente cadastradas por meio de órgãos públicos e entidades devidamente credenciadas.

No entanto, as apurações apontam que parte desse material teria sido desviada para um esquema paralelo de distribuição, realizado sem controle institucional e sem qualquer prestação de contas.

Durante a investigação, os policiais identificaram inconsistências entre os registros oficiais de entrega e a quantidade de produtos efetivamente recebida por representantes de entidades beneficiadas.

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Para avançar na apuração, a Justiça autorizou o cumprimento de mandados de busca e apreensão, quebra de sigilo de dados, afastamento de agentes públicos de suas funções e outras medidas cautelares, incluindo a proibição de contato entre os investigados e o impedimento de frequentarem locais relacionados aos fatos investigados.

Segundo a Polícia Civil, os alimentos e kits eram retirados em centros oficiais de distribuição, principalmente em Cuiabá, e transportados até Barra do Garças. Em vez de serem encaminhados às instituições responsáveis pela entrega às famílias, parte da carga teria sido levada para imóveis particulares, chácaras, sedes de associações e outros locais privados, onde ocorria uma redistribuição considerada irregular.

As investigações indicam que o esquema funcionava por meio de dois modelos distintos. O primeiro seguia o fluxo regular, com solicitação formal, documentação, entrega por órgãos competentes e prestação de contas. Já o segundo utilizava um fluxo paralelo, no qual os produtos eram movimentados com aparência de legalidade, por meio de entidades, documentos considerados suspeitos e representantes sem legitimidade formal, mas sem o devido controle dos órgãos públicos.

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A Polícia Civil continua as investigações para identificar todos os envolvidos, esclarecer a extensão do esquema e apurar o destino final dos produtos que deveriam beneficiar famílias em situação de vulnerabilidade social.

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