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Investigação de tráfico doméstico desarticula ponto de venda de droga em lanchonete de fachada

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Três ordens judiciais com foco no combate ao tráfico doméstico, realizado em pequenas bocas de fumo dentro de bairros, foram cumpridas pela Polícia Civil, na manhã de terça-feira (14.02), em operação deflagrada pela 1ª Delegacia de Cáceres (228 km a oeste de Cuiabá e Núcleo de Inteligência da Delegacia Regional.

A ação resultou em duas pessoas presas, uma por força de mandado de prisão preventiva e outra em situação de flagrante, e na apreensão de drogas, apetrechos relacionados ao tráfico e grande quantia em dinheiro.

A investigação realizada pela 1ª Delegacia de Polícia de Cáceres com apoio do Núcleo de Inteligência da Regional, identificou um ponto de vendas de drogas que funcionava em uma lanchonete de fachada, com o fim de acobertar o comércio ilícito no local.

Com base nos levantamentos e relatório de investigação, foi representando pelos mandados de prisão e busca e apreensão, que foram deferidos pela Justiça.

Na operação, foi dado cumprimento ao mandado de prisão contra o investigado e uma pessoa foi presa em flagrante pelo crime de tráfico de drogas. As buscas resultaram na apreensão de drogas e aproximadamente R$ 2.8, mil em dinheiro, possivelmente proveniente da venda de drogas e material probatório que auxiliará em uma nova fase da operação.

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Os suspeitos e o material apreendido foram encaminhados à 1ª Delegacia de Cáceres, onde foram tomadas providências para cumprimento da ordem de prisão e lavrado o flagrante.

Fonte: PJC MT

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Polícia Civil desarticula núcleo familiar de facção criminosa em MT

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A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quinta-feira (16), a Operação Laços de Família, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa investigada por comandar o tráfico de drogas na região de Confresa, no nordeste de Mato Grosso. Ao todo, foram cumpridos 16 mandados judiciais, entre prisões preventivas e buscas e apreensões.

A operação resultou no cumprimento de oito mandados de prisão preventiva, cinco em Confresa e três em unidades prisionais de Vila Rica, Cuiabá e Nova Xavantina. Também foram executados oito mandados de busca e apreensão em imóveis localizados em Confresa e Vila Rica. As ordens judiciais foram expedidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias.

Além das prisões e buscas, a Justiça autorizou a quebra de sigilo telemático de 13 contas Google, 13 números de WhatsApp e dados telefônicos vinculados aos investigados, bem como a extração forense do conteúdo dos aparelhos eletrônicos apreendidos.

Durante as diligências, os policiais encontraram porções de pasta base de cocaína, crack, maconha e sementes de cannabis, além de balanças de precisão e materiais utilizados para fracionar e embalar drogas destinadas à comercialização.

Em uma das residências alvo da operação, a equipe apreendeu uma grande quantidade de alimentos, produtos de higiene e materiais de limpeza. Conforme a investigação, os itens seriam utilizados pela facção como parte de uma estratégia de aproximação e cooptação de moradores da comunidade, por meio da distribuição de cestas básicas, sem comprovação da origem fiscal dos produtos.

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Ao todo, foram apreendidos 10 celulares, cinco dispositivos de armazenamento de dados (pen drives) e uma motocicleta que, segundo a Polícia Civil, era utilizada para dar suporte às atividades do grupo criminoso.

A operação foi coordenada pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Confresa, com apoio das Delegacias de Confresa, Vila Rica e Porto Alegre do Norte.

O nome Laços de Família faz referência à forma de organização da quadrilha. De acordo com a investigação, familiares e companheiros atuavam em conjunto, exercendo funções específicas dentro da estrutura criminosa.

As investigações começaram em dezembro de 2025, após a prisão em flagrante de duas pessoas em Confresa por tráfico de drogas. Na ocasião, foram apreendidas porções de crack, cocaína e diversos aparelhos celulares.

A análise do material, autorizada pela Justiça, revelou que o esquema era muito mais amplo do que uma simples venda de entorpecentes. Os investigadores identificaram uma estrutura hierarquizada, com lideranças, responsáveis pelo controle financeiro, distribuição da droga e revendedores.

Segundo a Polícia Civil, os entorpecentes eram entregues aos traficantes em regime de consignação, com prestação de contas obrigatória. Os pagamentos eram realizados por meio de transferências eletrônicas, e a movimentação financeira do grupo ultrapassava R$ 4,5 mil por dia.

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Para dificultar a atuação policial, os integrantes utilizavam linguagem codificada para tratar das drogas e apagavam constantemente as conversas em aplicativos de mensagens.

As apurações também apontaram que um imóvel era utilizado como ponto de encontro da facção e para a realização dos chamados “tribunais do crime”, reuniões clandestinas nas quais eram definidas punições contra integrantes que descumprissem regras impostas pela organização.

De acordo com a Polícia Civil, possíveis homicídios e outros crimes violentos relacionados a essas decisões seguem sendo investigados em procedimentos específicos conduzidos pela Delegacia de Confresa, com compartilhamento de provas autorizado pelo Poder Judiciário.

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