EM CUIABÁ

Jovem é preso após tentativa de assalto a drogaria no bairro Jardim Itália

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Um jovem foi preso na noite desta terça-feira (25) após uma tentativa de assalto a uma drogaria na região do Jardim Itália, em Cuiabá. Durante a ocorrência, a Polícia Militar apreendeu dois simulacros de arma de fogo e uma balaclava. Outros suspeitos conseguiram fugir.

Segundo o boletim de ocorrência, quatro homens estariam envolvidos na ação e circulavam pela região em duas motocicletas, uma Honda Biz azul e outra Tracker prata.

A primeira tentativa teria ocorrido na Drogasil localizada na rotatória da Avenida das Torres com a Avenida Érico Preza. Dois suspeitos teriam se aproximado do estabelecimento, mas fugiram ao perceber que um funcionário havia acionado a polícia.

Com as informações sobre as características dos envolvidos e dos veículos, equipes da PM iniciaram buscas pela região. Durante o patrulhamento, os policiais localizaram dois homens entrando em uma unidade da Pague Menos.

Conforme o relato policial, um dos suspeitos, que usava uma camiseta azul de manga longa, teria sacado um objeto semelhante a uma arma ao perceber a aproximação dos militares. Diante da situação, os policiais efetuaram disparos para conter o que consideraram uma ameaça iminente.

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O homem conseguiu escapar correndo. Durante a fuga, ele abandonou uma mochila cinza, onde foram encontrados uma camiseta de manga longa laranja e um simulacro de pistola.

O segundo suspeito se rendeu e foi detido pelos policiais. Com ele, foram apreendidos outro simulacro de pistola, nas cores cinza e preta, além de uma balaclava.

Durante a abordagem, o jovem teria informado que o grupo era formado por quatro integrantes e que os suspeitos utilizavam as duas motocicletas para se deslocar pela região.

Testemunhas relataram aos policiais que os dois homens apresentavam volumes na cintura e aparentavam estar prestes a anunciar o assalto quando foram surpreendidos pela chegada da equipe.

Em consulta aos sistemas de segurança, os militares constataram que o suspeito preso possui antecedente por tráfico de drogas, registrado no ano passado.

Ele foi encaminhado à Central de Flagrantes, juntamente com as vítimas e os materiais apreendidos. Segundo o registro policial, o jovem foi entregue sem ferimentos.

As buscas pelos demais envolvidos continuam. A Polícia Militar também deve apurar a participação de cada suspeito na tentativa de roubo.

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POLÍCIA

Polícia Civil deflagra operação contra lavagem de dinheiro de facção em quatro estados

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A Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quarta-feira (26), a Operação Dissolução Forçada, voltada a desarticular um esquema de lavagem de dinheiro ligado a uma facção criminosa. Ao todo, 48 ordens judiciais estão sendo cumpridas em Mato Grosso, Paraná, Goiás e São Paulo.

Entre as ações estão 18 mandados de busca e apreensão e 24 bloqueios de contas bancárias de pessoas físicas e jurídicas, que podem somar até R$ 12 milhões. A Justiça também determinou a suspensão das atividades comerciais de seis empresas.

As decisões foram autorizadas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo Sinop, a partir das investigações conduzidas pela Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco) de Sinop.

As ordens são cumpridas simultaneamente em Sinop, Cuiabá, Várzea Grande, Rondonópolis e Matupá, em Mato Grosso, além de Loanda (PR), Goiânia (GO) e São Paulo (SP).

As equipes policiais foram coordenadas a partir de pontos de comando instalados em Sinop e Cuiabá, com apoio de investigadores e policiais civis das delegacias das cidades onde as medidas são executadas.

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Segundo as investigações, a facção estaria envolvida com tráfico de drogas, lavagem de capitais e outros crimes. O grupo teria movimentado mais de R$ 12 milhões entre 2024 e 2025.

A apuração identificou ainda o uso de pessoas jurídicas para movimentar e ocultar recursos provenientes das atividades criminosas, dando aparência de legalidade ao dinheiro. Por isso, além das buscas, a Justiça determinou o bloqueio de valores e a suspensão das atividades das seis empresas apontadas na investigação.

De acordo com a Polícia Civil, as medidas buscam interromper o fluxo financeiro usado pela organização criminosa e dificultar a movimentação dos recursos obtidos de forma ilícita. A estratégia também pretende atingir diretamente o patrimônio e a estrutura financeira da facção.

Para os investigadores, a descapitalização é considerada fundamental para reduzir a capacidade de reorganização do grupo e impedir o reinvestimento do dinheiro proveniente de crimes.

As investigações continuam com o objetivo de identificar outros envolvidos e aprofundar a apuração sobre a estrutura financeira utilizada pela organização criminosa.

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