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Ladrão de botijões de gás é preso com carro utilizado no roubo em Cuiabá

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Um homem, de 37 anos, foi preso em flagrante pela Polícia Civil, nesta quinta-feira (18), suspeito de furtar dez botijões de gás de uma empresa localizada no bairro Jardim Industrial, em Cuiabá. A prisão foi realizada por equipes da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que também recuperaram parte dos produtos levados durante a ação criminosa.

As investigações começaram após o registro do furto. Com auxílio de imagens de câmeras de segurança, os policiais identificaram o veículo utilizado no crime, um Fiat Mobi branco alugado em nome do suspeito.

A partir das informações levantadas, os investigadores localizaram o homem no bairro Altos da Serra. Ele foi abordado enquanto trafegava pela Avenida Principal e, durante a vistoria no automóvel, os policiais encontraram seis botijões de gás.

Questionado sobre a origem dos objetos, o suspeito confessou o crime e informou que havia mais um botijão armazenado em sua residência. Com isso, os agentes conseguiram recuperar sete dos dez recipientes furtados.

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Além dos botijões, a polícia apreendeu o carro utilizado na ação, um aparelho celular, documentos pessoais, uma máquina de cartão e uma mochila contendo ferramentas que podem ter sido usadas para a prática do furto.

Segundo a Derf, o investigado já é conhecido pelas forças de segurança e é apontado como possível autor de pelo menos outras cinco ocorrências semelhantes registradas na capital.

Após ser conduzido à delegacia, ele foi interrogado e autuado em flagrante por furto qualificado. Em seguida, permaneceu à disposição da Justiça para as providências cabíveis.

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POLÍCIA

Vereadores são alvo de operação que investiga desvio de R$ 1,95 milhão em cestas básicas

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Vereadores e outros investigados foram alvos da Operação Mesa Vazia, deflagrada pela Polícia Civil na manhã desta sexta-feira (3), para apurar um suposto esquema de desvio de cestas básicas e kits de higiene e limpeza destinados a famílias em situação de vulnerabilidade social em Barra do Garças.

De acordo com as investigações, aproximadamente 13 mil cestas básicas e kits teriam sido desviados, causando um prejuízo estimado em R$ 1,95 milhão aos cofres públicos. A Polícia Civil não divulgou os nomes dos investigados.

Os produtos faziam parte do Programa SER Família Solidário, coordenado pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), e deveriam ser distribuídos a famílias previamente cadastradas por meio de órgãos públicos e entidades devidamente credenciadas.

No entanto, as apurações apontam que parte desse material teria sido desviada para um esquema paralelo de distribuição, realizado sem controle institucional e sem qualquer prestação de contas.

Durante a investigação, os policiais identificaram inconsistências entre os registros oficiais de entrega e a quantidade de produtos efetivamente recebida por representantes de entidades beneficiadas.

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Para avançar na apuração, a Justiça autorizou o cumprimento de mandados de busca e apreensão, quebra de sigilo de dados, afastamento de agentes públicos de suas funções e outras medidas cautelares, incluindo a proibição de contato entre os investigados e o impedimento de frequentarem locais relacionados aos fatos investigados.

Segundo a Polícia Civil, os alimentos e kits eram retirados em centros oficiais de distribuição, principalmente em Cuiabá, e transportados até Barra do Garças. Em vez de serem encaminhados às instituições responsáveis pela entrega às famílias, parte da carga teria sido levada para imóveis particulares, chácaras, sedes de associações e outros locais privados, onde ocorria uma redistribuição considerada irregular.

As investigações indicam que o esquema funcionava por meio de dois modelos distintos. O primeiro seguia o fluxo regular, com solicitação formal, documentação, entrega por órgãos competentes e prestação de contas. Já o segundo utilizava um fluxo paralelo, no qual os produtos eram movimentados com aparência de legalidade, por meio de entidades, documentos considerados suspeitos e representantes sem legitimidade formal, mas sem o devido controle dos órgãos públicos.

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A Polícia Civil continua as investigações para identificar todos os envolvidos, esclarecer a extensão do esquema e apurar o destino final dos produtos que deveriam beneficiar famílias em situação de vulnerabilidade social.

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