suspeito foi preso

Mulher é morta a facas pelo companheiro 5 dias após reatar relacionamento

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Uma mulher de 40 anos, identificada como Jaqueline de Araújo dos Santos, morreu esfaqueada, na madrugada desta terça-feira (10), em Lucas do Rio Verde (a 354 km de Cuiabá). A vítima e o suspeito estavam separados e ele havia retornado para casa há 5 dias. Ele foi preso em flagrante ao lado do corpo.

De acordo com as informações, passava das 4h da madrugada quando a vítima ligou para a Polícia Militar relatando que foi esfaqueada pelo marido. Quando a equipe chegou na casa, encontrou Jaqueline caída no solo. O suspeito estava ao lado do corpo, no telefone, falando com a central de atendimento da PM.

O Corpo de Bombeiros foi acionado e confirmou a morte de Jaqueline no local. O agressor foi preso em flagrante. A cena do crime foi isolada para os trabalhos da Polícia Civil e Perícia Oficial (Politec).

O suspeito contou que começou a beber por volta das 17h de segunda-feira (9). Por volta das 4h da madrugada, eles tiveram uma discussão e ele pegou uma faca e desferiu os golpes. Contou ainda que eles tiveram um relacionamento de 3 anos e se separaram. Porém, reataram e há 5 dias ele voltou a morar com ela.

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Testemunhas narraram ainda que brigas entre o casal eram frequentes.

O caso é investigado.

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Vereadores são alvo de operação que investiga desvio de R$ 1,95 milhão em cestas básicas

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Vereadores e outros investigados foram alvos da Operação Mesa Vazia, deflagrada pela Polícia Civil na manhã desta sexta-feira (3), para apurar um suposto esquema de desvio de cestas básicas e kits de higiene e limpeza destinados a famílias em situação de vulnerabilidade social em Barra do Garças.

De acordo com as investigações, aproximadamente 13 mil cestas básicas e kits teriam sido desviados, causando um prejuízo estimado em R$ 1,95 milhão aos cofres públicos. A Polícia Civil não divulgou os nomes dos investigados.

Os produtos faziam parte do Programa SER Família Solidário, coordenado pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), e deveriam ser distribuídos a famílias previamente cadastradas por meio de órgãos públicos e entidades devidamente credenciadas.

No entanto, as apurações apontam que parte desse material teria sido desviada para um esquema paralelo de distribuição, realizado sem controle institucional e sem qualquer prestação de contas.

Durante a investigação, os policiais identificaram inconsistências entre os registros oficiais de entrega e a quantidade de produtos efetivamente recebida por representantes de entidades beneficiadas.

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Para avançar na apuração, a Justiça autorizou o cumprimento de mandados de busca e apreensão, quebra de sigilo de dados, afastamento de agentes públicos de suas funções e outras medidas cautelares, incluindo a proibição de contato entre os investigados e o impedimento de frequentarem locais relacionados aos fatos investigados.

Segundo a Polícia Civil, os alimentos e kits eram retirados em centros oficiais de distribuição, principalmente em Cuiabá, e transportados até Barra do Garças. Em vez de serem encaminhados às instituições responsáveis pela entrega às famílias, parte da carga teria sido levada para imóveis particulares, chácaras, sedes de associações e outros locais privados, onde ocorria uma redistribuição considerada irregular.

As investigações indicam que o esquema funcionava por meio de dois modelos distintos. O primeiro seguia o fluxo regular, com solicitação formal, documentação, entrega por órgãos competentes e prestação de contas. Já o segundo utilizava um fluxo paralelo, no qual os produtos eram movimentados com aparência de legalidade, por meio de entidades, documentos considerados suspeitos e representantes sem legitimidade formal, mas sem o devido controle dos órgãos públicos.

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A Polícia Civil continua as investigações para identificar todos os envolvidos, esclarecer a extensão do esquema e apurar o destino final dos produtos que deveriam beneficiar famílias em situação de vulnerabilidade social.

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