ACONCHEGO

Operação cumpre 11 mandados contra tráfico de drogas e furtos no Centro de Cuiabá

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Forças de segurança do Governo do Estado, com apoio de demais órgãos da Prefeitura de Cuiabá e voluntários, deflagrou, nesta terça-feira (8.7), a operação integrada “Aconchego”. O objetivo é intensificar as ações de enfrentamento à criminalidade na região central da capital, além de promover a inclusão social e a garantia de direitos de pessoas em situação de vulnerabilidade social.

Na operação, estão sendo cumpridos 11 mandados de busca e apreensão decretados pelo Núcleo de Inquéritos Policiais (Nipo) de Cuiabá, com base nas investigações da Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc) e da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf).

As ordens judiciais buscam desarticular os crimes de tráfico de drogas, receptação, roubo e furto. Ao todo, 60 policiais civis da Denarc e Derf, com apoio de cães farejadores da Polícia Penal, cumprem as buscas em pontos comerciais e também em endereços residenciais.

Durante a operação, além dos cumprimentos de mandados e da fiscalização em comércios, serão realizadas ações sociais de atendimento a pessoas em situação de vulnerabilidade social.

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No Ginásio Dom Aquino, foi montada a triagem para receber o cidadão em condição de vulnerabilidade que deseja receber o acolhimento e amparo, sendo disponibilizados serviços básicos de saúde, como banho, alimentação, teste rápido, confecção de documentos, entre outros auxílios.

Estão empregados, na operação, mais de 100 profissionais das forças de segurança pública da Polícia Civil, da Polícia Militar, do Corpo de Bombeiro Militar, da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e Polícia Penal, além de agentes da Prefeitura Municipal de Cuiabá, por meio das Secretarias de Ordem Pública, de Segurança Pública, de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão, de Esporte e Lazer, de Comunicação, da Mulher e de Saúde. A ação também recebe apoio de integrantes do projeto “Anjos da Madrugada”, da Igreja Universal.

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Vereadores são alvo de operação que investiga desvio de R$ 1,95 milhão em cestas básicas

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Vereadores e outros investigados foram alvos da Operação Mesa Vazia, deflagrada pela Polícia Civil na manhã desta sexta-feira (3), para apurar um suposto esquema de desvio de cestas básicas e kits de higiene e limpeza destinados a famílias em situação de vulnerabilidade social em Barra do Garças.

De acordo com as investigações, aproximadamente 13 mil cestas básicas e kits teriam sido desviados, causando um prejuízo estimado em R$ 1,95 milhão aos cofres públicos. A Polícia Civil não divulgou os nomes dos investigados.

Os produtos faziam parte do Programa SER Família Solidário, coordenado pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), e deveriam ser distribuídos a famílias previamente cadastradas por meio de órgãos públicos e entidades devidamente credenciadas.

No entanto, as apurações apontam que parte desse material teria sido desviada para um esquema paralelo de distribuição, realizado sem controle institucional e sem qualquer prestação de contas.

Durante a investigação, os policiais identificaram inconsistências entre os registros oficiais de entrega e a quantidade de produtos efetivamente recebida por representantes de entidades beneficiadas.

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Para avançar na apuração, a Justiça autorizou o cumprimento de mandados de busca e apreensão, quebra de sigilo de dados, afastamento de agentes públicos de suas funções e outras medidas cautelares, incluindo a proibição de contato entre os investigados e o impedimento de frequentarem locais relacionados aos fatos investigados.

Segundo a Polícia Civil, os alimentos e kits eram retirados em centros oficiais de distribuição, principalmente em Cuiabá, e transportados até Barra do Garças. Em vez de serem encaminhados às instituições responsáveis pela entrega às famílias, parte da carga teria sido levada para imóveis particulares, chácaras, sedes de associações e outros locais privados, onde ocorria uma redistribuição considerada irregular.

As investigações indicam que o esquema funcionava por meio de dois modelos distintos. O primeiro seguia o fluxo regular, com solicitação formal, documentação, entrega por órgãos competentes e prestação de contas. Já o segundo utilizava um fluxo paralelo, no qual os produtos eram movimentados com aparência de legalidade, por meio de entidades, documentos considerados suspeitos e representantes sem legitimidade formal, mas sem o devido controle dos órgãos públicos.

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A Polícia Civil continua as investigações para identificar todos os envolvidos, esclarecer a extensão do esquema e apurar o destino final dos produtos que deveriam beneficiar famílias em situação de vulnerabilidade social.

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