CANCELOU A CORRIDA

Passageiro agride motorista de aplicativo após discussão por troco em VG

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Um motorista de aplicativo, de 32 anos, foi agredido na noite de domingo (2) durante uma corrida no bairro Canelas, em Várzea Grande. O caso ocorreu por volta das 22h30 e mobilizou equipes da Guarda Municipal, acionadas via CIOSP para atender a ocorrência.

Conforme relato da vítima, o passageiro, um homem de 50 anos, solicitou a corrida e, no momento do embarque, ofereceu o pagamento com uma nota de R$ 50. O motorista explicou que não tinha troco disponível e que, por esse motivo, precisaria cancelar a viagem.

A recusa gerou uma discussão entre os dois. De acordo com o motorista, o suspeito ficou exaltado e passou a desferir socos enquanto ele ainda estava preso ao cinto de segurança no banco do motorista, sem condições de se defender. A vítima relatou que só conseguiu escapar do agressor ao sair do carro e acionar o telefone de emergência 190.

A guarnição da Guarda Municipal encontrou o suspeito no local e o encaminhou à delegacia para registro do boletim de ocorrência. Segundo a corporação, ele foi conduzido sem algemas e não apresentava lesões aparentes.

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O caso deve ser investigado pela Polícia Civil.

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Vereadores são alvo de operação que investiga desvio de R$ 1,95 milhão em cestas básicas

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Vereadores e outros investigados foram alvos da Operação Mesa Vazia, deflagrada pela Polícia Civil na manhã desta sexta-feira (3), para apurar um suposto esquema de desvio de cestas básicas e kits de higiene e limpeza destinados a famílias em situação de vulnerabilidade social em Barra do Garças.

De acordo com as investigações, aproximadamente 13 mil cestas básicas e kits teriam sido desviados, causando um prejuízo estimado em R$ 1,95 milhão aos cofres públicos. A Polícia Civil não divulgou os nomes dos investigados.

Os produtos faziam parte do Programa SER Família Solidário, coordenado pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), e deveriam ser distribuídos a famílias previamente cadastradas por meio de órgãos públicos e entidades devidamente credenciadas.

No entanto, as apurações apontam que parte desse material teria sido desviada para um esquema paralelo de distribuição, realizado sem controle institucional e sem qualquer prestação de contas.

Durante a investigação, os policiais identificaram inconsistências entre os registros oficiais de entrega e a quantidade de produtos efetivamente recebida por representantes de entidades beneficiadas.

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Para avançar na apuração, a Justiça autorizou o cumprimento de mandados de busca e apreensão, quebra de sigilo de dados, afastamento de agentes públicos de suas funções e outras medidas cautelares, incluindo a proibição de contato entre os investigados e o impedimento de frequentarem locais relacionados aos fatos investigados.

Segundo a Polícia Civil, os alimentos e kits eram retirados em centros oficiais de distribuição, principalmente em Cuiabá, e transportados até Barra do Garças. Em vez de serem encaminhados às instituições responsáveis pela entrega às famílias, parte da carga teria sido levada para imóveis particulares, chácaras, sedes de associações e outros locais privados, onde ocorria uma redistribuição considerada irregular.

As investigações indicam que o esquema funcionava por meio de dois modelos distintos. O primeiro seguia o fluxo regular, com solicitação formal, documentação, entrega por órgãos competentes e prestação de contas. Já o segundo utilizava um fluxo paralelo, no qual os produtos eram movimentados com aparência de legalidade, por meio de entidades, documentos considerados suspeitos e representantes sem legitimidade formal, mas sem o devido controle dos órgãos públicos.

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A Polícia Civil continua as investigações para identificar todos os envolvidos, esclarecer a extensão do esquema e apurar o destino final dos produtos que deveriam beneficiar famílias em situação de vulnerabilidade social.

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