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Polícia Civil finaliza primeiro Curso de Inteligência Ambiental em Cuiabá

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Cinquenta profissionais de inteligência, entre policiais civis, militares, rodoviários federais, bombeiros militares, servidores da Sema, Ibama, Gaeco e Mapa, concluíram o 1º Curso de Inteligência Ambiental, na sexta-feira (23.06), em Cuiabá.

A capacitação promovida pela Polícia Civil, através da Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema), em parceria com a Diretoria de Inteligência e Academia de Polícia (Acadepol), foi realizada no auditório da Secretaria de Estado do Meio Ambiente.

O 1º Curso de Inteligência Ambiental teve como objetivo o aprofundamento teórico de conteúdos, procedimentos especializados e técnicas operacionais de inteligências, com foco no combate aos crimes ambientais em Mato Grosso.

Durante cinco dias de qualificação, os participantes receberam instruções e debateram estratégias de atuação, visando a defesa e proteção dos recursos naturais, subsidiadas nas ferramentas de tecnologia e inteligência.

O encerramento do curso contou com a presença da Diretoria da Polícia Civil, representada pelo diretor de Atividades Especiais, Vitor Hugo Bruzulato Teixeira, diretor da Acadepol, Fausto José Freitas da Silva, delegado da Diretoria de Inteligência, Eduardo Botelho, e da delegada titular da Dema, Liliane Murata.

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Os diretores destacaram a importância do curso, em difundir conhecimentos que buscam fortalecer as metodologias de trabalho, desenvolvidas pelas instituições públicas, as quais exercem a função direta ao enfrentamento de ilícitos penais.

Em 2023 a Polícia Civil está promovendo diversas capacitações, de forma continuada, para que as investigações sejam cada vez mais robustas e pautadas na qualidade.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Vereadores são alvo de operação que investiga desvio de R$ 1,95 milhão em cestas básicas

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Vereadores e outros investigados foram alvos da Operação Mesa Vazia, deflagrada pela Polícia Civil na manhã desta sexta-feira (3), para apurar um suposto esquema de desvio de cestas básicas e kits de higiene e limpeza destinados a famílias em situação de vulnerabilidade social em Barra do Garças.

De acordo com as investigações, aproximadamente 13 mil cestas básicas e kits teriam sido desviados, causando um prejuízo estimado em R$ 1,95 milhão aos cofres públicos. A Polícia Civil não divulgou os nomes dos investigados.

Os produtos faziam parte do Programa SER Família Solidário, coordenado pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), e deveriam ser distribuídos a famílias previamente cadastradas por meio de órgãos públicos e entidades devidamente credenciadas.

No entanto, as apurações apontam que parte desse material teria sido desviada para um esquema paralelo de distribuição, realizado sem controle institucional e sem qualquer prestação de contas.

Durante a investigação, os policiais identificaram inconsistências entre os registros oficiais de entrega e a quantidade de produtos efetivamente recebida por representantes de entidades beneficiadas.

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Para avançar na apuração, a Justiça autorizou o cumprimento de mandados de busca e apreensão, quebra de sigilo de dados, afastamento de agentes públicos de suas funções e outras medidas cautelares, incluindo a proibição de contato entre os investigados e o impedimento de frequentarem locais relacionados aos fatos investigados.

Segundo a Polícia Civil, os alimentos e kits eram retirados em centros oficiais de distribuição, principalmente em Cuiabá, e transportados até Barra do Garças. Em vez de serem encaminhados às instituições responsáveis pela entrega às famílias, parte da carga teria sido levada para imóveis particulares, chácaras, sedes de associações e outros locais privados, onde ocorria uma redistribuição considerada irregular.

As investigações indicam que o esquema funcionava por meio de dois modelos distintos. O primeiro seguia o fluxo regular, com solicitação formal, documentação, entrega por órgãos competentes e prestação de contas. Já o segundo utilizava um fluxo paralelo, no qual os produtos eram movimentados com aparência de legalidade, por meio de entidades, documentos considerados suspeitos e representantes sem legitimidade formal, mas sem o devido controle dos órgãos públicos.

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A Polícia Civil continua as investigações para identificar todos os envolvidos, esclarecer a extensão do esquema e apurar o destino final dos produtos que deveriam beneficiar famílias em situação de vulnerabilidade social.

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