EM VÁRZEA GRANDE

Polícia Civil prende foragido da Justiça durante festa de música eletrônica

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Um jovem foragido da Justiça pelo crime de tráfico de drogas, foi preso pela Polícia Civil, na noite de quinta-feira (19.6), durante uma festa de música eletrônica que acontecia em uma chácara em Várzea Grande.

A ordem judicial foi cumprida pela Delegacia Especializada em Repressão a Narcóticos (Denarc) com apoio da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (CORE).

O procurado, de 28 anos, estava com com mandado de prisão preventiva decretada pelo juízo do Núcleo de Inquéritos Policiais (NIPO) da Comarca de Cuiabá.

As diligências iniciaram após denúncia de uma festa de música eletrônica que estava acontecendo em uma área rural, em Várzea Grande, com som alto e uso de entorpecentes. Também foi informado que no local havia um foragido da Justiça.

Diante dos fatos as equipes da Denarc e CORE foram até o endereço para averiguação, e notaram que os participantes da festa estavam alterados devido ao uso de drogas lícitas e ilícitas.

No local foi localizado o jovem com mandado de prisão em aberto por tráfico de drogas, e que vinha sendo procurado desde a Operação Doce Amargo. Na bolsa da namorada do suspeito foram apreendidas várias porções de entorpecentes.

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Em seguida o casal foi conduzido, sendo o homem preso por força do mandado de prisão, e a namorada, de 25 anos, foi ouvida e liberada após assinar o Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) por uso de drogas.

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POLÍCIA

Vereadores são alvo de operação que investiga desvio de R$ 1,95 milhão em cestas básicas

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Vereadores e outros investigados foram alvos da Operação Mesa Vazia, deflagrada pela Polícia Civil na manhã desta sexta-feira (3), para apurar um suposto esquema de desvio de cestas básicas e kits de higiene e limpeza destinados a famílias em situação de vulnerabilidade social em Barra do Garças.

De acordo com as investigações, aproximadamente 13 mil cestas básicas e kits teriam sido desviados, causando um prejuízo estimado em R$ 1,95 milhão aos cofres públicos. A Polícia Civil não divulgou os nomes dos investigados.

Os produtos faziam parte do Programa SER Família Solidário, coordenado pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), e deveriam ser distribuídos a famílias previamente cadastradas por meio de órgãos públicos e entidades devidamente credenciadas.

No entanto, as apurações apontam que parte desse material teria sido desviada para um esquema paralelo de distribuição, realizado sem controle institucional e sem qualquer prestação de contas.

Durante a investigação, os policiais identificaram inconsistências entre os registros oficiais de entrega e a quantidade de produtos efetivamente recebida por representantes de entidades beneficiadas.

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Para avançar na apuração, a Justiça autorizou o cumprimento de mandados de busca e apreensão, quebra de sigilo de dados, afastamento de agentes públicos de suas funções e outras medidas cautelares, incluindo a proibição de contato entre os investigados e o impedimento de frequentarem locais relacionados aos fatos investigados.

Segundo a Polícia Civil, os alimentos e kits eram retirados em centros oficiais de distribuição, principalmente em Cuiabá, e transportados até Barra do Garças. Em vez de serem encaminhados às instituições responsáveis pela entrega às famílias, parte da carga teria sido levada para imóveis particulares, chácaras, sedes de associações e outros locais privados, onde ocorria uma redistribuição considerada irregular.

As investigações indicam que o esquema funcionava por meio de dois modelos distintos. O primeiro seguia o fluxo regular, com solicitação formal, documentação, entrega por órgãos competentes e prestação de contas. Já o segundo utilizava um fluxo paralelo, no qual os produtos eram movimentados com aparência de legalidade, por meio de entidades, documentos considerados suspeitos e representantes sem legitimidade formal, mas sem o devido controle dos órgãos públicos.

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A Polícia Civil continua as investigações para identificar todos os envolvidos, esclarecer a extensão do esquema e apurar o destino final dos produtos que deveriam beneficiar famílias em situação de vulnerabilidade social.

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