POLÍCIA

Polícia cumpre 5 mandados de prisão contra assaltantes; estavam foragidos da Justiça

Publicado em

A Polícia Civil, por intermédio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos Rondonópolis cumpriu cinco mandados de prisão entre os dias 23 a 25 de agosto contra foragidos da Justiça e realizou uma prisão em flagrante de um homem investigado por furtos de peças de caminhões em cidades da região sul do estado. 

O primeiro mandado foi cumprido na segunda-feira contra um homem de 24 anos investigado por um roubo cometido na cidade de Novo Progresso, no Pará.

A outra ordem judicial expedida pelo juízo da Comarca de Rondonópolis foi cumprida contra M.A.T.A, 21 anos, que responde pelo crime de latrocínio tentado ocorrido do final do ano passado na cidade. Na ocasião, a vítima foi alvejada por disparo de arma de fogo na mão durante o roubo. Após investigação realizada pela DERF, o autor do crime foi identificado e a autoridade policial representou pela prisão preventiva.

O terceiro mandado foi cumprido na terça-feira (24) contra uma mulher, D.L., de 40 anos, que teve a prisão preventiva decretada pela Comarca de Pedra Preta por um roubo cometido naquele município.

Leia Também:  Animação e integração entre policiais marcam 10ª edição dos Jogos da Polícia Civil

Nesta quarta-feira, os policiais da DERF de Rondonópolis cumpriram mais dois mandados expedidos pela 4a Vara Criminal do município. Um deles levou à prisão um homem de 33 anos que possui diversas passagens por crimes patrimoniais como roubo e furtos.

A última prisão, também realizada nesta quarta-feira, é de um homem investigado por envolvimento em pelo menos 30 furtos de peças de caminhões em cidades da região sul do estado. Ele foi indiciado pela DERF de Rondonópolis em seis inquéritos policiais que apuraram furtos anteriores de peças de veículos pesados e foi preso em 2018. Após ter sido solto, voltou a praticar crimes nos municípios de Primavera do Leste, Campo Verde, Jaciara, Rondonópolis e Pedra Preta.

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

POLÍCIA

Vereadores são alvo de operação que investiga desvio de R$ 1,95 milhão em cestas básicas

Published

on

Vereadores e outros investigados foram alvos da Operação Mesa Vazia, deflagrada pela Polícia Civil na manhã desta sexta-feira (3), para apurar um suposto esquema de desvio de cestas básicas e kits de higiene e limpeza destinados a famílias em situação de vulnerabilidade social em Barra do Garças.

De acordo com as investigações, aproximadamente 13 mil cestas básicas e kits teriam sido desviados, causando um prejuízo estimado em R$ 1,95 milhão aos cofres públicos. A Polícia Civil não divulgou os nomes dos investigados.

Os produtos faziam parte do Programa SER Família Solidário, coordenado pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), e deveriam ser distribuídos a famílias previamente cadastradas por meio de órgãos públicos e entidades devidamente credenciadas.

No entanto, as apurações apontam que parte desse material teria sido desviada para um esquema paralelo de distribuição, realizado sem controle institucional e sem qualquer prestação de contas.

Durante a investigação, os policiais identificaram inconsistências entre os registros oficiais de entrega e a quantidade de produtos efetivamente recebida por representantes de entidades beneficiadas.

Leia Também:  Dupla é presa em flagrante pela Polícia Civil logo após assaltar loja

Para avançar na apuração, a Justiça autorizou o cumprimento de mandados de busca e apreensão, quebra de sigilo de dados, afastamento de agentes públicos de suas funções e outras medidas cautelares, incluindo a proibição de contato entre os investigados e o impedimento de frequentarem locais relacionados aos fatos investigados.

Segundo a Polícia Civil, os alimentos e kits eram retirados em centros oficiais de distribuição, principalmente em Cuiabá, e transportados até Barra do Garças. Em vez de serem encaminhados às instituições responsáveis pela entrega às famílias, parte da carga teria sido levada para imóveis particulares, chácaras, sedes de associações e outros locais privados, onde ocorria uma redistribuição considerada irregular.

As investigações indicam que o esquema funcionava por meio de dois modelos distintos. O primeiro seguia o fluxo regular, com solicitação formal, documentação, entrega por órgãos competentes e prestação de contas. Já o segundo utilizava um fluxo paralelo, no qual os produtos eram movimentados com aparência de legalidade, por meio de entidades, documentos considerados suspeitos e representantes sem legitimidade formal, mas sem o devido controle dos órgãos públicos.

Leia Também:  Polícia Militar prende homem com 323 tabletes de maconha em Cuiabá

A Polícia Civil continua as investigações para identificar todos os envolvidos, esclarecer a extensão do esquema e apurar o destino final dos produtos que deveriam beneficiar famílias em situação de vulnerabilidade social.

Entre no grupo do Folha360 no WhatsApp e receba notícias em tempo real (CLIQUE AQUI).

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA