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Polícia Militar recupera veículo e prende suspeito por roubo em MT

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Policiais militares do 7º Batalhão recuperaram, na noite desta quinta-feira (20.10), um veículo modelo Renault Duster com registro de roubo e prenderam um suspeito de participar do crime, em Nobres (122 km de Cuiabá).

Os militares estavam em patrulhamento quando foram informados que o veículo, roubado em Lucas do Rio Verde, estaria circulando com dois suspeitos pela região. 
 
Em posse das características, os policiais identificaram o carro e iniciaram o acompanhamento ao veículo, pedindo, então, para que o condutor estacionasse. No entanto, ele fugiu em alta velocidade. 

Durante a fuga, na Avenida das Nações, os suspeitos invadiram uma região de mata fechada e colidiram o veículo com um bloqueio de pedras.Um dos ocupantes do veículo, então, desceu do carro efetuando disparos de arma de fogo contra os militares, que revidaram a injusta agressão.

Um dos suspeitos foi encontrado caído, com lesões ocasionadas pela colisão do veículo e pelos galhos da mata fechada. O outro fugiu. 

No ato da prisão, os policiais ofereceram atendimento médico ao suspeito, que recusou ajuda, inicialmente. No entanto, após ser encaminhado à delegacia, ele pediu que fosse levado a uma unidade de saúde, por sentir dores.

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Após o atendimento, o suspeito retornou à delegacia, para registro do boletim de ocorrência e demais providências que o caso requer.

O carro e alguns objetos recuperados do roubo foram entregues à Polícia Civil.

Disque-denúncia  

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: PM MT

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Vereadores são alvo de operação que investiga desvio de R$ 1,95 milhão em cestas básicas

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Vereadores e outros investigados foram alvos da Operação Mesa Vazia, deflagrada pela Polícia Civil na manhã desta sexta-feira (3), para apurar um suposto esquema de desvio de cestas básicas e kits de higiene e limpeza destinados a famílias em situação de vulnerabilidade social em Barra do Garças.

De acordo com as investigações, aproximadamente 13 mil cestas básicas e kits teriam sido desviados, causando um prejuízo estimado em R$ 1,95 milhão aos cofres públicos. A Polícia Civil não divulgou os nomes dos investigados.

Os produtos faziam parte do Programa SER Família Solidário, coordenado pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), e deveriam ser distribuídos a famílias previamente cadastradas por meio de órgãos públicos e entidades devidamente credenciadas.

No entanto, as apurações apontam que parte desse material teria sido desviada para um esquema paralelo de distribuição, realizado sem controle institucional e sem qualquer prestação de contas.

Durante a investigação, os policiais identificaram inconsistências entre os registros oficiais de entrega e a quantidade de produtos efetivamente recebida por representantes de entidades beneficiadas.

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Para avançar na apuração, a Justiça autorizou o cumprimento de mandados de busca e apreensão, quebra de sigilo de dados, afastamento de agentes públicos de suas funções e outras medidas cautelares, incluindo a proibição de contato entre os investigados e o impedimento de frequentarem locais relacionados aos fatos investigados.

Segundo a Polícia Civil, os alimentos e kits eram retirados em centros oficiais de distribuição, principalmente em Cuiabá, e transportados até Barra do Garças. Em vez de serem encaminhados às instituições responsáveis pela entrega às famílias, parte da carga teria sido levada para imóveis particulares, chácaras, sedes de associações e outros locais privados, onde ocorria uma redistribuição considerada irregular.

As investigações indicam que o esquema funcionava por meio de dois modelos distintos. O primeiro seguia o fluxo regular, com solicitação formal, documentação, entrega por órgãos competentes e prestação de contas. Já o segundo utilizava um fluxo paralelo, no qual os produtos eram movimentados com aparência de legalidade, por meio de entidades, documentos considerados suspeitos e representantes sem legitimidade formal, mas sem o devido controle dos órgãos públicos.

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A Polícia Civil continua as investigações para identificar todos os envolvidos, esclarecer a extensão do esquema e apurar o destino final dos produtos que deveriam beneficiar famílias em situação de vulnerabilidade social.

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