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Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreende mais de 400 kg de cloridrato de cocaína em caminhão na BR 364 em Mato Grosso

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Uma equipe da Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizava fiscalização de trânsito e cargas no km 48.0 da BR 364, no município de Alto Garças/MT, na noite de 7 de maio de 2023, quando deteve um condutor que transportava ilícitos.

Durante a abordagem, os policiais solicitaram a documentação referente ao condutor, veículo e carga. Após análise dos documentos e conversa com o motorista, a equipe de policiais optou por realizar uma fiscalização detalhada.

Durante os procedimentos, a equipe localizou ocultos na carga, tabletes de cloridrato de cocaína.

Em seguida, foi dada ordem de prisão em flagrante ao condutor, que admitiu não saber a quantidade exata de substância que transportava e que ele havia pegado o caminhão já carregado em Nova Mutum/MT e levaria até São Paulo/SP, onde, segundo ele, alguém entraria em contato para receber a substância.

A equipe de policiais solicitou apoio em um armazém de grãos para o descarregamento do milho e a retirada total da substância. No total, foram localizados 381 tabletes com aproximadamente 420 kg cloridrato de cocaína.

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Após a retirada da substância, os policiais a encaminharam, juntamente com o envolvido, para a Polícia Judiciária.

Fonte: PRF – MT

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Vereadores são alvo de operação que investiga desvio de R$ 1,95 milhão em cestas básicas

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Vereadores e outros investigados foram alvos da Operação Mesa Vazia, deflagrada pela Polícia Civil na manhã desta sexta-feira (3), para apurar um suposto esquema de desvio de cestas básicas e kits de higiene e limpeza destinados a famílias em situação de vulnerabilidade social em Barra do Garças.

De acordo com as investigações, aproximadamente 13 mil cestas básicas e kits teriam sido desviados, causando um prejuízo estimado em R$ 1,95 milhão aos cofres públicos. A Polícia Civil não divulgou os nomes dos investigados.

Os produtos faziam parte do Programa SER Família Solidário, coordenado pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), e deveriam ser distribuídos a famílias previamente cadastradas por meio de órgãos públicos e entidades devidamente credenciadas.

No entanto, as apurações apontam que parte desse material teria sido desviada para um esquema paralelo de distribuição, realizado sem controle institucional e sem qualquer prestação de contas.

Durante a investigação, os policiais identificaram inconsistências entre os registros oficiais de entrega e a quantidade de produtos efetivamente recebida por representantes de entidades beneficiadas.

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Para avançar na apuração, a Justiça autorizou o cumprimento de mandados de busca e apreensão, quebra de sigilo de dados, afastamento de agentes públicos de suas funções e outras medidas cautelares, incluindo a proibição de contato entre os investigados e o impedimento de frequentarem locais relacionados aos fatos investigados.

Segundo a Polícia Civil, os alimentos e kits eram retirados em centros oficiais de distribuição, principalmente em Cuiabá, e transportados até Barra do Garças. Em vez de serem encaminhados às instituições responsáveis pela entrega às famílias, parte da carga teria sido levada para imóveis particulares, chácaras, sedes de associações e outros locais privados, onde ocorria uma redistribuição considerada irregular.

As investigações indicam que o esquema funcionava por meio de dois modelos distintos. O primeiro seguia o fluxo regular, com solicitação formal, documentação, entrega por órgãos competentes e prestação de contas. Já o segundo utilizava um fluxo paralelo, no qual os produtos eram movimentados com aparência de legalidade, por meio de entidades, documentos considerados suspeitos e representantes sem legitimidade formal, mas sem o devido controle dos órgãos públicos.

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A Polícia Civil continua as investigações para identificar todos os envolvidos, esclarecer a extensão do esquema e apurar o destino final dos produtos que deveriam beneficiar famílias em situação de vulnerabilidade social.

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